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Método de estudo, leitura de edital e os pontos das matérias em que a maioria perde ponto. Textos escritos e revisados a mão — sem conteúdo gerado no automático.
Anulação e revogação não são sinônimos, convalidação não cabe em qualquer vício e nem todo ato tem autoexecutoriedade. O mapa que resolve a maioria das questões.
Ler artigoFazer simulado só para ver a nota desperdiça a ferramenta. Como escolher a frequência, montar as condições certas e — o que importa — analisar o resultado.
4 min de leituraLer o PDF inteiro e só depois partir para as questões é o caminho mais lento. Inverter a ordem economiza semanas — desde que você saiba o que fazer com o erro.
4 min de leituraCopiar a apostila em letra bonita dá sensação de estudo e quase nenhum resultado. Quando o resumo vale a pena, como fazê-lo e o que usar no lugar.
4 min de leituraVocê não esquece porque estudou pouco. Esquece porque revisou na hora errada. Veja como montar um ciclo de revisões com uma planilha e um caderno.
4 min de leituraO edital não é burocracia para folhear. Ele diz o que estudar, quanto vale cada assunto e onde você não pode errar. Um método de leitura em cinco passos.
4 min de leituraMatéria nova a dez dias da prova quase nunca compensa. O que priorizar, como usar os últimos dias e o que resolver fora do estudo.
4 min de leituraA prova de certo/errado tem lógica própria: um erro anula um acerto e uma palavra muda tudo. As marcas de linguagem que denunciam a assertiva falsa.
4 min de leituraPerder a prova por falta de tempo é mais comum do que perder por falta de conteúdo. As regras de decisão que você precisa ter automatizadas antes de sentar.
4 min de leituraConcordância tem dezenas de regras, mas prova de concurso repete um punhado delas. Os casos que aparecem, com o raciocínio para decidir cada um.
5 min de leituraCrase não é sobre decorar dezenas de regras. É sobre reconhecer sete situações que se repetem em prova e aplicar um teste de troca que funciona na maioria delas.
5 min de leituraA maior parte dos erros vem de responder com o que se sabe do mundo, não com o que está escrito. Como separar informação explícita, pressuposto e inferência.
4 min de leituraAssistir, aspirar, visar, proceder, implicar. Um punhado de verbos responde por quase toda questão de regência — e todos têm dois sentidos com regências diferentes.
4 min de leituraVírgula não é pausa para respirar. É marca de estrutura sintática — e por isso tem regras objetivas que a banca cobra com precisão.
4 min de leituraA dificuldade quase nunca é a fórmula — é escolher qual usar. A pergunta que separa os três casos, e como resolver quando nenhuma fórmula serve.
4 min de leituraAumentos sucessivos, descontos encadeados e juros compostos ficam simples quando você para de somar porcentagens e passa a multiplicar fatores.
4 min de leituraA Lei 14.133 extinguiu modalidades, criou o diálogo competitivo e inverteu fases. O mapa do que caiu, do que nasceu e do que a prova cobra com mais frequência.
4 min de leituraHierárquico, disciplinar, regulamentar e de polícia. As competências que cada poder confere, os atributos do poder de polícia e o abuso que os invalida.
4 min de leituraLIMPE todo mundo decora. A prova cobra a aplicação — qual princípio foi violado em cada situação concreta, e onde eles entram em conflito.
4 min de leituraDifuso e concentrado, incidental e principal, ADI, ADC, ADPF e ADO. As diferenças que a prova cobra, organizadas por critério em vez de lista.
4 min de leituraO art. 5º tem 78 incisos, mas a prova cobra a teoria por trás deles: características, gerações, aplicabilidade imediata e os limites que a jurisprudência reconhece.
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