De acordo com o autor em tela, os cientistas sociais se esquecem de que a maior parte das ações dos seres humanos é intencional, e de que esses seres estão cientes das razões que os levam a praticá-las.
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De acordo com o autor em tela, os cientistas sociais se esquecem de que a maior parte das ações dos seres humanos é intencional, e de que esses seres estão cientes das razões que os levam a praticá-las.
Na corrente de pensamento estruturalista, o termo estrutura diz respeito a um padrão discernível nas relações sociais em geral ou na organização de instituições de uma sociedade global.
Na literatura funcionalista, frequentemente se utiliza o termo estrutura com sentido oposto ao de sistema.
Na globalização, com o número cada vez maior de fenômenos de colonização invertida, o Estado nacional é submetido a desafios semelhantes na América do Sul, Ásia, Europa e América do Norte. iii A globalização reflexiva provém do exterior, sendo considerada uma ameaça à identidade comum de uma nação.
A opção de construir, por meio do jornalismo, um mundo de cidadãos, exige jornalismo organizado a partir de hierarquias estabelecidas entre os grupos sociais.
A pesquisa fundamental destina-se a ampliar os saberes disponíveis, que podem, em algum momento, ser utilizados para solucionar problemas oriundos do meio social.
Na entrevista, a constatação de informações conflitantes leva o pesquisador a considerar o depoimento do entrevistado como inválido.
A sociedade de consumo é impelida por um conjunto fixo, circunscrito e finito de necessidades.
A reflexão acerca de relações sociais sexuadas inclui a divisão sexual do trabalho.
A maioria dos críticos da economia solidária nega que as cooperativas possam vir a significar uma experiência social importante embasada em outros princípios que não sejam os capitalistas.
Uma limitação do consenso ortodoxo é postular que a empresa humana deve ser explicada em termos de causação social.
Segundo Robert Merton, as funções manifestas constituem consequências subjetivas que atuam contra a adaptação do sistema social.
Segundo esse autor, a globalização resume-se ao problema da americanização do mundo e da emergência do novo imperialismo.
A avaliação escolar vai muito além da simples verificação de aprendizagem, pois inclui um verdadeiro julgamento cultural e, até mesmo, moral dos alunos.
Deficiências na cobertura da mídia em relação à segurança e à violência exigem mudar pressupostos, isto é, valores que orientam o olhar da mídia sobre os setores populares.
A terceirização da mão de obra constitui uma estratégia que permite descentralizar parcela importante dos riscos de produção e distribuição de bens e serviços.
A educação escolar significa algo estranho, distante, ou mesmo ameaçador para o conjunto das crianças, independentemente de qual seja sua procedência cultural.
A partir dos exemplos de sucesso e fracasso no sistema escolar vividos por seus membros, os grupos sociais estimam suas chances objetivas no universo escolar e passam a adequar, inconscientemente, seus investimentos a essas chances.
A globalização reflexiva provém do exterior, sendo considerada uma ameaça à identidade comum de uma nação.
Por meio do raciocínio indutivo, parte-se de um enunciado geral para aplicá-lo aos fatos particulares.
O prazer que o consumo proporciona é a fonte de legitimidade da necessidade de consumir.
Para Paul Singer, o cooperativismo constitui um modo de produção específico, e as empresas autogestionárias, ensaios de empresas socialistas.
Max Weber utiliza a análise histórico-comparativa ao isolar a causa fundamental do capitalismo.
Segundo a filosofia da ciência pós-kuhniana, a ciência natural consiste em esforços hermenêuticos ou interpretativos das leis, no âmbito de sistemas teóricos.
Para Robert Merton, tanto as funções quanto as disfunções contribuem para adaptação ou ajuste do sistema social.
Na pesquisa em ciências humanas, a problemática constitui o quadro em que se situa a percepção do problema.
O senso comum é suficiente para a totalidade da compreensão do mundo e da sociedade.
A característica principal dessa sociedade é a vinculação do consumo às funções pragmáticas ou instrumentais da sociedade.
Segundo Jean-Louis Laville, o conceito de economia solidária, embora retome experiências do século XIX, como as cooperativas e os empreendimentos autogestionários, adquire novos significados no marco da crise da relação salarial.
Max Weber naturaliza a sociedade com o intuito de transformar a sociologia em ciência empírica.