Uma mulher de vinte e cinco anos de idade, hígida, não tabagista, vítima de acidente automobilístico, com traumatismo
craniencefálico grave, trauma torácico e hemotórax bilaterais, foi submetida a drenagem bilateral de tórax, tendo
apresentado melhora significativa do quadro respiratório, mas grave piora do quadro neurológico. Nessa circunstância, foi
aberto protocolo para diagnóstico de morte encefálica (ME), que foi constatada após realização de todos os testes
necessários preconizados em lei.
Com relação a esse quadro clínico e a aspectos relacionados ao transplante de pulmão, julgue o item subsecutivo.
O histórico de saúde da paciente em apreço (sem doenças preexistentes, não tabagista) e sua idade contribuem para
caracterizá-la como potencial doadora de pulmão, independentemente do diagnóstico.