O sistema de monitoramento proposto pelo COSO (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission) fundamenta-se no princípio segundo o qual as avaliações sempre devem ser efetuadas por consultores externos independentes.
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O sistema de monitoramento proposto pelo COSO (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission) fundamenta-se no princípio segundo o qual as avaliações sempre devem ser efetuadas por consultores externos independentes.
Ao encontrar oportunidades nos negócios, as organizações devem tomar suas decisões com base nas informações disponíveis no momento e em tempo razoável, dadas as pressões inerentes ao mercado. Entretanto, ideias novas surgidas e avaliadas após a tomada de decisões podem modificá-las, o que evidencia a limitação do controle interno.
A categoria informação e comunicação relaciona-se à confiabilidade dos relatórios e das demonstrações financeiras publicadas.
A finalidade do controle, em qualquer instituição, é assegurar que os órgãos da instituição atuem em consonância com os princípios constitucionais, especialmente conforme os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, transparência e eficiência.
A comunicação interna, considerada um dos objetivos do controle interno, é o meio pelo qual a informação é disseminada por toda a organização.
Sistemas de controle eficazes e eficientes reduzem a probabilidade de que os riscos avaliados necessitem ser mitigados posteriormente.
O conluio de funcionários pode resultar em falhas de controle, uma vez que funcionários podem alterar dados do sistema, omitir informações e falsificar relatórios, o que gera risco interno e evidencia a limitação do controle interno.
Entre os fatores abrangidos na concepção do sistema de controle interno da corporação incluem-se a independência dos membros do comitê de auditoria da equipe de gerenciamento executivo, a extensão da supervisão dos conselheiros sobre as operações da empresa e o questionamento a respeito do desempenho da gestão.
A categoria eficácia e eficiência das operações objetiva organizar os processos internos para a obtenção do menor custo.
Sistemas de controle interno estruturados e gerenciados de maneira adequada proporcionam ao gestor a certeza de que todos os objetivos e metas da empresa serão alcançados.
Perturbações no sistema de processamento de informação e mudanças na política governamental são exemplos de fatores externos que podem gerar riscos à entidade.
De acordo com o COSO, os incentivos e tentações criados pela empresa com determinado estilo de gestão podem afetar o comportamento ético da organização, aumentando a probabilidade de fraude e de relatórios financeiros questionáveis. A oferta de recompensas para que se alcance alto desempenho é considerada esse tipo de incentivo.
O monitoramento sucessivo do controle interno pode levar à ineficiência financeira da organização, pois os diversos relatórios necessários ao controle aumentam seus custos.
Empresas em que os sistemas ou métodos de processamento de dados são sofisticados e informatizados alcançam efetivo controle interno, devido à menor interferência de pessoas nesse controle.
Considere que determinado equipamento utilizado em um ambiente de produção de grandes volumes se deteriore caso seja operado por período de tempo superior ao especificado. Considere, ainda, que, para maximizar a vida útil desse equipamento, o gestor da máquina analise diariamente o tempo de operação registrado e o compare aos intervalos de tempo definidos pelo gerente sênior. Considere, por fim, que a informação dada no momento oportuno suporte as
atividades de controle que permitem procedimentos de redução de produção e de parada da máquina, caso o período de tempo seja ultrapassado. Em face dessa situação, é correto afirmar que esse processo relaciona-se à componente monitoramento das atividades de controle interno.
Os riscos a que estão sujeitas as organizações podem ter origem interna ou externa. A aprovação de nova lei ou decreto, por exemplo, é considerado fator externo de risco e pode implicar alteração em políticas operacionais e estratégicas de determinada organização.
A categoria conformidade fundamenta-se no cumprimento de leis e regulamentos pertinentes.
O controle interno, que deve ser planejado, executado e monitorado pelos diretores e gerentes da organização, representa o somatório das diversas ações integrantes dos processos da entidade, sendo, por isso, também entendido como um processo.
Considere que determinada empresa de telecomunicações tenha reunido processos e relatórios de acidentes e registros de lesões relacionados com certa unidade de operação de geração de energia. Considere, ainda, que, comparando-se essas informações à tendência de compensação dos trabalhadores pelos seguros de saúde, tenham sido identificadas variações nas expectativas estabelecidas. Nessa situação, as atividades de controle sobre a identificação, processamento, geração de relatórios, investigação e resolução dos eventos de acidente e lesão podem não estar funcionando corretamente, o que configura uma falha relacionada à componente informação e comunicação.
A corporação, para atingir seus objetivos estratégicos, depende da ação de eventos externos, que frequentemente não estão sob seu controle.
Dado que, em princípio, as categorias são independentes e não podem ser sobrepostas, o objetivo operacional não pode ser, também, objetivo de comunicação ou de conformidade.
O controle interno tem caráter apenas opinativo, cabendo ao gestor a responsabilidade e o risco dos atos praticados, visto que ele pode atender ou não às propostas que lhe sejam feitas.
Emitir e receber feedback é vantagem da avaliação de desempenho em rede.
O estabelecimento de metas individuais, intermediárias e institucionais é feito com base no princípio da administração por objetivos.
Os planos anuais de capacitação desenvolvidos com o objetivo de melhorar o capital humano do setor público são produtos organizacionais oriundos de levantamentos realizados nas organizações públicas acerca das necessidades de treinamento e desenvolvimento.
O conceito de entrega refere-se ao saber teórico, responsável e reconhecido, que agrega valor à pessoa.
O processo de seleção de talentos em organizações é de competência exclusiva da área de gestão de pessoas.
A movimentação de pessoas pode ser vertical, horizontal ou diagonal, sendo esta caracterizada pela junção de transferência e promoção do empregado.
A técnica de incidentes críticos é utilizada no processo de seleção para avaliar os candidatos durante as entrevistas situacionais.
A ocorrência do denominado princípio da incompetência progressiva dá-se em virtude da aplicação constante do recrutamento externo.