Esse tipo de texto não deve ser utilizado em aulas de língua portuguesa, porque pode influenciar negativamente a pronúncia dos alunos.
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Esse tipo de texto não deve ser utilizado em aulas de língua portuguesa, porque pode influenciar negativamente a pronúncia dos alunos.
Em as onda se espaia (L.2) e em As garça dá (L.3), evidencia-se a tendência, presente na língua oral, de flexionar apenas o primeiro elemento de um sintagma plural.
Para desenvolver o gosto dos alunos pela leitura, o professor deve definir leituras obrigatórias para todos eles e, ao final do período de leitura, aplicar uma prova sobre o texto lido, para conferir se a leitura foi realmente realizada.
A expressão de novos idiomas (L.8) complementa aprendizado (L.8).
A palavra dicotomia (L.17), pelos sentidos do texto, está sendo empregada com o significado de divisão em dois termos que se opõem.
O emprego de vírgula logo após pluralidade (L.3) justifica- se para isolar oração subordinada adjetiva explicativa subseqüente.
Na linha 5, a locução verbal consegue ler está no singular para concordar com população do país.
A forma verbal de subjuntivo seja (L.13) está sendo empregada porque se refere a uma situação desejável hipotética.
As palavras Matemática e péssima são acentuadas com base na mesma regra gramatical.
Na palavra prova (L.1), há um dígrafo.
Em 2000, participaram do PISA 32 países, em 2003, 41 países, e em 2006, 52 países.
O termo arrojo (L.12) está sendo empregado com o sentido de audácia, ousadia.
Nas palavras espaia, naváia, faia, atrapáia, observa- se o fenômeno comum nas variedades não-padrão de realizar semivogal no contexto da consoante lateral palatal /lh/.
A grafia de bera (L.1) reproduz uma tendência da fala brasileira em reduzir ditongos.
A produção de textos na escola deve respeitar a natureza da escrita, envolvendo leituras, planejamento, elaboração, revisão e reelaboração da redação a ser produzida.
O segmento o aprendizado de novos idiomas (L 8) tem a função de objeto direto.
A estrutura lhe permite (L.15) equivale a permite a ele, pois lhe funciona como objeto indireto.
O segmento Por esse ponto de vista (L.5-6) é elemento coesivo que antecipa a expressão módulos estruturados (L. 7).
Depreende-se do texto que a fragmentação do conhecimento resultante da especialização e do processo educacional é extremamente positiva e produtiva no que se refere aos resultados da educação.
Em Há que se esperar (L.12), o se indica relação lógico- semântica de condição.
Na linha 21, a substituição do travessão por vírgula prejudica a correção gramatical do período.
A oração que avalia jovens de 15 anos (L.16) é subordinada adjetiva explicativa e, por isso, vem isolada por vírgulas.
Depreende-se das informações do texto que os problemas educacionais do Brasil são provenientes da falta de pessoal preparado na área educacional.
As palavras patrimônio e Amazônia recebem acento gráfico com base na mesma regra de acentuação gráfica.
A presença da preposição de (L.34) justifica-se pela regência de vencer.
Para que o aluno domine a língua padrão, o professor deve usar em suas aulas exclusivamente textos de gêneros literários retirados de livros clássicos.
Depreende-se das idéias do texto que o mais importante no ensino de língua portuguesa é que o aluno alcance o domínio da metalinguagem.
Em se tornam (L.5), o se indica sujeito indeterminado.
Depreende-se das idéias e informações do texto que a abordagem construcionista permite ao aluno trabalhar com mais liberdade e autonomia.
Pelos sentidos do texto, aplicam-se à informática na educação os mesmos princípios e teorias que se aplicam à educação tradicional.