Segundo Brasil (2010) o trabalho baseado na concepção da Educação Inclusiva reconhece e valoriza sobretudo as características individuais do processo de construção de conhecimento de cada aluno. Assim:
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Segundo Brasil (2010) o trabalho baseado na concepção da Educação Inclusiva reconhece e valoriza sobretudo as características individuais do processo de construção de conhecimento de cada aluno. Assim:
No ambiente de aprendizagem, é importante que todos os profissionais da creche possam:
Voltados à divulgação de valores fundamentais ao interesse social e à preservação da ordem democrática, as concepções/orientações contidos na Base Nacional Comum Curricular -BNCC devem assegurar:
A proposta pedagógica, ou projeto pedagógico, é o plano orientador das ações da instituição que contemplam as metas que se pretende para o desenvolvimento dos meninos e meninas que nela são educados e cuidados, as aprendizagens que se quer promovidas. Na sua execução, a instituição de Educação Infantil organiza seu currículo, o qual deve ser entendido:
Na perspectiva dos direitos educacionais, em 2004, o Ministério Público Federal divulga o documento “O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular” com o objetivos de:
De acordo com o documento Escola Comum Inclusiva (BRASIL, 2010), o Projeto Político Pedagógico da escola deve contemplar o AEE como uma das dimensões da escola das diferenças. Nesse sentido, é preciso planejar, organizar, executar e acompanhar os objetivos, metas e ações traçadas, em articulação com as demais propostas da escola comum. Diante disso, no PPP deve conter a organização e os recursos para o AEE, sendo:
Ao acompanhar as ações infantis, individuais e coletivas, o cuidador de creche deve refletir com o professor sobre a importância das atividades lúdicas. De acordo com as DCNEI, é necessário considerar que as linguagens se inter- relacionam. Por exemplo, as brincadeiras cantadas contribuem para que a criança possa:
Lei nº 12.796 de 04/04/2013 altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos profissionais da educação e dar outras providências. O inciso I do artigo 4º trata que a obrigatoriedade e a gratuidade da educação básica passa a ser dos 04 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade. O inciso III do referido artigo, enfatiza sobre o Atendimento Educacional Especializado. A esse respeito dispõe que:
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, destina-se a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da mesma. Considera a pessoa com deficiência aquela que:
No Ensino Fundamental, desde os Anos Iniciais, espera-se que os alunos identifiquem e estabeleçam pontos de referência para a localização e o deslocamento de objetos, construam representações de espaços conhecidos e estimem distâncias,
usando, como suporte:
As pesquisas e documentos expedidos pelo Ministério de Educação – MEC contribuíram para que parte dos professores, desenvolvessem suas práticas a partir do entendimento do quanto é imprescindível hoje se “alfabetizar letrando”, ou seja, é preciso possibilitar aos alunos:
Para que o estudante compreenda saúde de forma abrangente, e não relacionada apenas ao seu próprio corpo, é necessário que ele seja:
As políticas educacionais de formação de professores e de atendimento as necessidades educacionais especiais e/ou as exigências sociais tem se intensificado a cada dia. É cada vez mais comum as discussões a esse respeito. Nessa perspectiva, Glat e Nogueira (2002) enfatizam que:
Estudos mais recentes sobre o autismo ampliam a sua definição e os seus níveis de manifestações. Trabalhos realizados por M. Rutter e D. Cohen nos finais dos anos 60 traduzem o autismo como um transtorno do desenvolvimento. Com base nesses estudos, entende-se como Transtorno Global do Desenvolvimento não apenas o autismo, mas diferentes transtornos que afetam as funções do desenvolvimento das pessoas. A saber: I. Autismo; II. Síndrome de Rett; III. Transtorno ou Síndrome de Asperger; IV. Transtorno Desintegrativo da Infância; V. Transtorno Global do Desenvolvimento sem outra especificação A esse respeito são considerados Transtorno Global do Desenvolvimento:
O processo de aprendizagem deve levar em conta, de forma progressiva, a escola, a comunidade, o Estado e o país. É importante também que os alunos:
O ensino de História, nos anos iniciais, tem início quando a criança toma consciência da existência de um “Eu” e de um “Outro”. O exercício de separação dos sujeitos é:
A professora Marta procura formular boas perguntas que exigem de seus alunos, a busca de pesquisas, a pensarem por si mesmos, tirarem conclusões acerca da temática estudada. Ao assumir uma postura pedagógica que expressa
confiabilidade, coerência, segurança a professora deve:
O Art. 205 da Constituição Federal (1988) assegura que a Educação é direto de todos e dever do Estado e da família, sendo promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para a o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Nessa perspectiva, as diretrizes da política Nacional para a Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, define a Educação Especial, como:
Segundo Brasil (2007) no Decreto nº 3.298 de 1999 da legislação brasileira, encontramos o conceito de deficiência física. Assim é definida como:
A partir de uma compreensão mais aprofundada da Terra, do Sol e de sua evolução, da nossa galáxia e das ordens de grandeza envolvidas, espera-se que os alunos no EF possam:
O papel da escola ao propiciar condições para o desenvolvimento do aluno com capacidades múltiplas de interação com a sociedade, amplia suas experiências de letramento e deve possibilitar:
Nos anos iniciais do E F, é importante valorizar e problematizar as vivências e experiências individuais e familiares trazidas pelos alunos, por meio:
O ensino inclusivo requer bastante organização por parte do professor e outros profissionais que formam o contexto escolar. Stainback e Stainback (1999) apresentam alguns componentes práticos interdependentes no ensino inclusivo, entre eles:
As primeiras descrições do autismo foram realizados na década de 40. Os aspectos então priorizados para estudos e os pontos de vista a partir dos quais o quadro foi descrito e compreendido influenciaram as abordagens práticas de ajuda e tratamento. A descrição realizada por Leo Kanner em 1943 define o autismo como:
O texto introdutório do documento sobre a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva (2008), enfatiza que o atendimento às pessoas com deficiência teve início na época do Império com a criação de duas importantes instituições, as quais foram:
As estratégias inclusivas não podem apenas ser feitas na forma discursiva, mas na realização de experiências em que as possibilidades de cada um possam ser manifestadas. Assim, conforme Brasil (2010) destacamos alguns princípios básicos para a efetivação da Inclusão: I. acesso dos alunos com necessidades educacionais especiais às classes comuns; II. a frequência desses alunos a escolas próximas as suas casas; III. a aprendizagem conjunta, mesmo tendo objetivos e processos diferentes; IV. um suporte técnico aos professores de classe comum, para que possam desenvolver formas criativas de atuação com as crianças com deficiência. São consideradas estratégias inclusivas:
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei, 9.394/96, dispõe de orientações para os sistemas de ensino para o atendimento aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Quanto a formação de professores, o inciso III do art. 59 assegura:
O professor Marcílio participa de forma sistemática e coletiva da elaboração do Projeto Político Pedagógico – PPP da escola em que trabalha. Nesse sentido deve levar em conta que os planos de ensino traduzem os princípios norteadores do PPP, tornando-se:
O ensino de Geografia e História, ao estimular o aluno a desenvolver uma melhor compreensão do mundo, favorece:
Nas situações de aprendizagem a metodologia de resolução de problemas adquire um sentido importante quando as crianças, desde os anos iniciais do Ensino Fundamental buscam soluções e discutem-nas com outras de sua faixa etária. Essa metodologia deve favorecer os meios para que a criança: