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Questões de Filosofia (ENADE)

118 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 2 de 4.

Questão 1ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

Considere que ?¬", ??", ??" e ??" são, respectivamente, símbolos para a negação (?não"), conjunção (?e"), disjunção (?e/ou") e para o condicional material (?se..., então...") e que ??" e ??" são, respectivamente, o quantificador universal e o quantificador existencial. Considere, ainda que ?Px", ?Qx", ?Rx" e ?Sx" são predicados monádicos (ou de aridade 1) e que as fórmulas ??x[Px ? (Qx ? Rx)]" e ??x¬(Qx ? Rx)" são premissas de um argumento. As conclusões dedutíveis dessas premissas estão contidas nas fórmulas I - ?x(Px ? ¬Sx). II - ¬?x¬Px. III - ?x(Qx ? Qx). IV - ?x¬(Px ? Sx). V - ?x(Rx ? Rx). Estão certos apenas os itens

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Questão 2ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

A partir desse texto, julgue os seguintes itens. I - No conhecimento da verdade, a dúvida antecede a evidência. II - No conhecimento da verdade, a evidência antecede a dúvida. III - Clareza e distinção são critérios para o reconhecimento da verdade. IV - Sob o ponto de vista metodológico, o conhecimento independe do ?eu". V - O acesso à verdade depende das circunstâncias ocasionais vividas pelo ?eu". Estão certos apenas os itens

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Questão 3ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

Considere a seguinte frase: Se todo homem é mortal e Sócrates é homem, então Sócrates é mortal. Essa frase é I - um argumento com premissas e conclusão verdadeiras. II - uma proposição com antecedente e consequente. III - um argumento condicional verdadeiro. IV - uma proposição condicional verdadeira. V - um argumento categórico verdadeiro. Estão certos apenas os itens

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Questão 4ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

Tendo como referência esse texto e a teoria das virtudes de Tomás de Aquino, analise as asserções a seguir. Para Tomás de Aquino, há virtudes intelectuais que podem prescindir das virtudes morais, uma vez que não possuem ligação direta com a ação, mas não é o caso da virtude intelectual da prudência, porque a prudência consiste no intelecto prático, fazendo com que o homem não apenas conheça os princípios universais da razão, mas também leve em conta as diversas circunstâncias da vida humana. Considerando essas assertivas, assinale a opção correta.

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Questão 5ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

Nessa passagem, Descartes trata da relação entre o cogito e o duvidar, o conceber, o afirmar etc. O modo como a veracidade dos mencionados estados é assegurada expressa-se por meio da

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Questão 6ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

Considere que ?¬", ??" e ??" são, respectivamente, símbolos para a negação (?não"), conjunção (?e") e condicional material (?se..., então...") e que ?p" e ?q" são variáveis proposicionais. Ao se empregar os procedimentos das tabelas veritativas e, em seguida, do cálculo proposicional, pode-se concluir que a fórmula ?(p ? q) ? ¬(p ? ¬ q)". I - é uma contingência. II - é uma contradição. III - é uma tautologia. IV - é um teorema. V - não é um teorema. Estão certos apenas os itens

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Questão 7ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

A partir desse texto, analise as asserções a seguir. A criatura humana pode errar ao fazer determinadas escolhas porque sua vontade livre se estende às coisas que não entende. Acerca das asserções acima, assinale a opção correta.

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Questão 8ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

A partir desse texto de Aristóteles, assinale a opção correta.

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Questão 9ENADE·Diversas·2008Filosofia (ENADE)

De acordo com essa passagem, pode-se concluir que o valor da ação moral em Kant é determinado

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Questão 10ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

No que toca à justiça e à injustiça, devemos considerar:

  1. com que espécie de ações se relacionam elas;
  2. que espécie de meio-termo é a justiça; e 3. entre que extremos o ato justo é intermediário. Nossa investigação se processará dentro das mesmas linhas que as anteriores. ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco, livro V, 1129 a. Considerando a justiça como uma das virtudes fundamentais da ética aristotélica, avalie as afirmações a seguir. I. A noção de justiça presume a proporcionalidade, a equidade e a reciprocidade entre os cidadãos. II. Aristóteles compreende a justiça como uma disposição de caráter para desejar o que é agradável para a alma. III. A justiça distributiva trata da distribuição igualitária dos bens entre cidadãos de uma cidade-Estado democrática. IV. A justiça corretiva trata dos casos relacionados às trocas comerciais entre os cidadãos, intermediados por um juiz ou árbitro. V. As relações entre justiça e injustiça se relacionam ao agente voluntário, que conhece tanto a pessoa a quem atinge com o seu ato como o instrumento que usa. É correto apenas o que se afirma em
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Questão 11ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Ser bom, quando se pode, é um dever e, ademais, existem certas almas tão capacitadas para a simpatia que, mesmo sem qualquer motivo de vaidade ou de interesse, elas experimentam uma satisfação íntima em irradiar alegria em torno de si e vivem o contentamento de outrem, na medida em que ele é obra sua. Mas eu acho que, no caso de uma ação desse tipo, por mais de acordo com o dever e mais amável que seja, não possui, porém, verdadeiro valor moral, já que ela se coloca no mesmo plano de outras inclinações, a ambição, por exemplo, que, quando coincide com o que realmente está de acordo com o interesse público e o dever, com o que, por conseguinte, é honorável, merece louvor e encorajamento, mas não respeito, pois falta a essa máxima o valor moral, isto é, o fato de que essas ações sejam feitas não por inclinação, mas por dever. KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. In: VERGEZ, A.; HUISMAN, D. História dos filósofos ilustrada pelos textos. 6. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, p. 269, 1984. Tendo como referência esse texto, avalie as asserções que se seguem. Dar uma esmola ou pagar uma refeição para um mendigo na rua, motivados apenas pela felicidade que sentimos quando

ajudamos pessoas em tal estado, é uma ação desprovida de valor moral, PORQUE, para Kant, somente a ação ditada unicamente pelo dever, isenta da influência de qualquer outra motivação, é que possui valor moral. Acerca dessas asserções, assinale a opção correta.

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Questão 12ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Na eternidade nada passa, tudo é presente, ao passo que o tempo nunca é todo presente. Esse tal verá que o passado é impelido pelo futuro e que todo o futuro está precedido de um passado, e todo passado e futuro são criados e dimanam dAquele que sempre é presente. Quem poderá prender o coração do homem, para que pare e veja como a eternidade imóvel determina o futuro e o passado, não sendo nem passado nem futuro? AGOSTINHO. Confissões, livro XI, cap. 11, ed. Vozes, p. 276. Considerando o texto agostiniano, avalie as afirmações a seguir. I. A eternidade não é perpetuidade, a extensão indefinida do tempo entre o passado e o futuro. II. A eternidade é impossível de ser pensada pelos homens, por serem limitados pelo tempo. III. A eternidade é o que absolutamente não passa, não muda, permanecendo idêntica a si mesma. IV. A eternidade é a medida do tempo, por ser este finito e limitado por aquela. É correto apenas o que se afirma em

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Questão 13ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Os filósofos medievais que conceberam os universais como sendo entes reais, subsistentes em si, e afirmavam a perfeita adequação entre conceitos universais e a realidade são chamados de realistas PORQUE foram diretamente influenciados pelo neoplatonismo, cuja concepção metafísica fundamenta-se no estudo da realidade compreendida como manifestação de Deus. Acerca dessas asserções, assinale a opção correta.

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Questão 14ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

A forma mercadoria e a relação de valor dos produtos de trabalho, na qual ele se representa, não têm que ver absolutamente nada com sua natureza física e com as relações materiais que daí se originam. Não é mais nada que determinada relação social entre os próprios homens que para eles assume a forma fantasmagórica de uma relação entre coisas. Por isso, para encontrar uma analogia, temos de nos deslocar à região nebulosa do mundo da religião. Aqui, os produtos do cérebro humano parecem dotados de vida própria, figuras autônomas, que mantêm relações entre si e com os homens. Assim, no mundo das mercadorias, acontece com os produtos da mão humana. Isso eu chamo o fetichismo que adere aos produtos de trabalho, tão logo são produzidos como mercadorias, e que, por isso, é inseparável da produção de mercadorias. MARX, K. O Capital, Trad. Barbosa, Regis e Kothe, Flávio, São Paulo, Abril Cultural, 1983, Livro I, Vol. 1, p. 71. Considerando o texto apresentado e a abordagem de Marx acerca da relação de trabalho, avalie as afirmações que se seguem. I. A religião é um poderoso instrumento de análise e denúncia da escravidão e exploração nas relações de trabalho e tem um significativo papel para explicar os verdadeiros conteúdos existenciais do ser humano. II. No modo de produção capitalista, o trabalho adquire uma dimensão abstrata, que leva ao falseamento da sua verdadeira dimensão, e à fetichização da mercadoria, que oculta as dimensões sociais do trabalho. III. Marx, com sua investigação sobre a relação mercadoria e trabalho, sinaliza que, na forma de produção estabelecida pelo capitalismo, o homem perde seu valor como ser humano e passa a ter valor apenas por aquilo que consegue produzir. IV. O texto leva ao entendimento de que a mercadoria determina as novas relações sociais, com isso, seres humanos também se tornam mercadorias alienadas, com valores predeterminados e preestabelecidos, que serão julgados pelo seu poder financeiro ou pela sua força de trabalho. É correto apenas o que se afirma em

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Questão 15ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Com base na projeção da população brasileira para o período 2010-2040 apresentada nos gráficos, avalie as seguintes asserções. Constata-se a necessidade de construção, em larga escala, em nível nacional, de escolas especializadas na Educação de Jovens e Adultos, ao longo dos próximos 30 anos. PORQUE Haverá, nos próximos 30 anos, aumento populacional na faixa etária de 20 a 60 anos e decréscimo da população com idade entre 0 e 20 anos. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

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Questão 16ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Mas, analisando outro caso, quando um cidadão, não por suas crueldades ou outra qualquer intolerável violência, e sim pelo favor dos concidadãos, se torna príncipe de sua pátria o que se pode chamar principado civil (e para chegar a isto não são necessários grandes méritos nem muita sorte, mas antes uma astúcia feliz), digo que se chega a esse principado ou pelo favor do povo ou pelo favor dos poderosos. É que em todas as cidades se encontram estas duas tendências diversas e isto nasce do fato de que o povo não deseja ser governado nem oprimido pelos grandes, e estes desejam governar e oprimir o povo. MAQUIAVEL, N. O Príncipe. In: Maquiavel. Traduções de Livio Xavier. 5. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991. (Coleção Os Pensadores). p. 1-110. Tendo como referência o texto acima, analise as asserções a seguir. Rompendo com a tradição política que o antecedeu, Maquiavel não aceita a ideia da boa comunidade política constituída para o bem comum e a justiça, PORQUE a política nasce das lutas sociais e é obra da própria sociedade para dar a si mesma unidade e identidade.

Acerca dessas asserções, assinale a opção correta.

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Questão 17ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Assim, pois, a inteligência de Deus constitui a medida de tudo, não podendo, porém, ser medida ou comensurada por ninguém e por nada, ao passo que as coisas da natureza são ao mesmo tempo comensurantes e comensuradas. Ao contrário, a nossa inteligência é comensurada; é também comensurante, não porém em relação às coisas criadas, mas em relação aos produtos do engenho humano. Portanto, o objeto natural está colocado entre duas inteligências e se denomina verdadeiro segundo a sua conformidade com ambas. Segundo a conformidade com a inteligência divina, a coisa criada se denomina verdadeira, na medida em que cumpre a função para a qual foi destinada pela inteligência divina. Segundo a conformidade com a inteligência humana, a coisa criada se denomina verdadeira, na medida em que é apta a fornecer por si mesma uma base para um julgamento correto. AQUINO, T. Questões discutidas sobre a verdade. In: Sto Tomás de Aquino/ Dante Alighieri/John Duns Scot/William of Ockam. 1. ed. São Paulo: Abril, 1973. (Coleção Os Pensadores). p. 23-59. Considerando o trecho acima, em que Tomás de Aquino discute a questão da verdade, analise as afirmações abaixo. I. A inteligência humana é a medida das coisas criadas. II. A medida de nossa inteligência são as coisas da natureza. III. A conformidade do objeto natural com a inteligência divina é posterior à conformidade com a inteligência humana. IV. A conformidade do objeto natural com a inteligência divina é anterior à conformidade com a inteligência humana. V. A conformidade do objeto natural com a inteligência divina é simultânea à conformidade com a inteligência humana. É correto apenas o que se afirma em

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Questão 18ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Um professor afirma que o filósofo X é um grande pensador cuja obra é mais relevante que a do filósofo Y porque as pessoas que têm realmente conhecimento do que é a filosofia preferem o filósofo X. Em seguida, ao responder a dúvida de um aluno a respeito das pessoas que teriam realmente conhecimento do que é a filosofia, afirma que elas podem ser identificadas por preferirem o pensador X ao Y. Este é um exemplo de raciocínio circular, ao qual se convencionou chamar de petição de princípio, e é caracterizado por ser formalmente

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Questão 19ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Julgamos conhecer cientificamente cada coisa, de modo absoluto e não, à maneira sofística, por acidente, quando julgamos conhecer a causa pela qual a coisa é, que ela é a sua causa e que não pode essa coisa ser de outra maneira. Uma vez que é impossível ser de outra maneira aquilo de que há ciência, em sentido absoluto, será necessário o que é conhecido segundo a ciência demonstrativa. ARISTÓTELES. Segundos Analíticos, livro I, cap. 2, 71b9-12 e livro I, cap. 4, 73a21-23 . Trad. Oswaldo Porchat. Ciência e Dialética em Aristóteles, p. 35-36. Considerando o texto aristotélico, analise as afirmações a seguir. I. Causalidade e necessidade são dois elementos fundamentais do conhecimento que se pretende demonstrativo. II. O conhecimento que parte dos acidentes é também um conhecimento necessário. III. O conhecimento de algo não é necessariamente o conhecimento da sua causa, mas tão somente da sua essência. IV. Somente se diz conhecimento científico daquilo que é conhecido demonstrativamente. É correto apenas o que se afirma em

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Questão 20ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

A crítica comunitarista do liberalismo pode conduzir-nos à redescoberta de um modo de pensar que foi primeiramente desenvolvido há muito séculos, mas cujas potencialidades ainda não foram exploradas, porque, com Hobbes, refletir sobre o político foi assumir uma orientação dita científica, implicando a rejeição dos seus aspectos normativos e a predominância de uma concepção instrumental. MOUFFE, C. O Regresso do Político. Lisboa: Gradiva, 1996, p. 57. Considerando o fragmento de texto acima, avalie as afirmações que se seguem com relação ao debate contemporâneo, no domínio da filosofia política, em torno do liberalismo e comunitarismo. I. Liberais e comunitaristas buscam respostas ao problema do julgamento político e dos princípios que regem as práticas e as instituições políticas. II. No âmbito da filosofia política, o debate contemporâneo sobre indivíduo e comunidade tem-se constituído por ideias divergentes diante dos posicionamentos dos filósofos liberais e comunitaristas. III. A tradição liberal tem obtido força na sociedade contemporânea porque se tem mostrado homogênea. Os liberais, na linha de Kant, defendem que a política está desprovida de significação moral e que o Estado não é mais do que um instrumento destinado a assegurar a coexistência pacífica dos indivíduos em uma determinada sociedade contratualista. É correto apenas o que se afirma em

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Questão 21ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

O fazer docente pressupõe a realização de um conjunto de operações didáticas coordenadas entre si. São o planejamento, a direção do ensino e da aprendizagem e a avaliação, cada uma delas desdobradas em tarefas ou funções didáticas, mas que convergem para a realização do ensino propriamente dito. LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2004, p. 72. Considerando que, para desenvolver cada operação didática inerente ao ato de planejar, executar e avaliar, o professor precisa dominar certos conhecimentos didáticos, avalie quais afirmações abaixo se referem a conhecimentos e domínios esperados do professor. I. Conhecimento dos conteúdos da disciplina que leciona, bem como capacidade de abordá-los de modo contextualizado. II. Domínio das técnicas de elaboração de provas objetivas, por se configurarem instrumentos quantitativos precisos e fidedignos. III. Domínio de diferentes métodos e procedimentos de ensino e capacidade de escolhê-los conforme a natureza dos temas a serem tratados e as características dos estudantes. IV. Domínio do conteúdo do livro didático adotado, que deve conter todos os conteúdos a serem trabalhados durante o ano letivo. É correto apenas o que se afirma em

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Questão 22ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Da proposição de que todo o pensamento é um signo segue-se que todo pensamento, como signo que é, deve dirigir-se a outro, determinar outro pensamento. O que constitui uma versão do conhecido axioma, segundo o qual, na intuição, isto é, no presente imediato, não há pensamento, ou ainda que o refletido tem passado. Hinc loquor inde est. Qualquer pensamento requer o ter havido outro pensamento, da mesma forma que o momento passado requer uma série infinita de momentos PEIRCE, C. Escritos publicados. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1983. Na passagem acima, Peirce trata da relação entre signo e pensamento, da qual se depreende que

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Questão 23ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Em Política II, Aristóteles opõe-se vigorosamente à teoria platônica da República, precisamente porque a cidade aí é considerada como indivíduo; se fosse possível realizar tal redução, ?não seria preciso fazê-lo: aniquilaríamos a cidade?. A polis não é indivíduo, é comunidade; a diferença é clara: indivíduo vivo é um composto cujas partes permanecem em potência, uma comunidade é pluralidade cujas partes ou elementos estão em ato. VERGNIÈRES, S. Ética e Política em Aristóteles: Physis, Ethos, Nomos. 2ª ed. São Paulo: Paulus, 2003. p. 301. Na obra A Política, de Aristóteles, a cidade (polis) é

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Questão 24ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

A importante corrente filosófica contemporânea conhecida como Empirismo Lógico foi alvo de duras críticas por parte de filósofos como K. Popper e W. Quine. Guardadas as devidas diferenças teóricas entre esses dois filósofos, qual o ponto comum de suas críticas?

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Questão 25ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Parmênides e Heráclito estabeleceram um campo de batalha que alimentou séculos de guerra filosófica. Muito do mais vigoroso filosofar de Platão foi dedicado à tarefa de reconciliar, ou desarmar, esses dois campeões. Um de seus personagens nos diz que o verdadeiro filósofo deve recusar-se a aceitar seja a doutrina de que toda a realidade é imutável, seja a doutrina de que a realidade está mudando em toda parte. Como uma criança que quer não apenas o bolo mas comê-lo [o verdadeiro filósofo] teria de afirmar que o Ser, a soma de tudo, é os dois ao mesmo tempo - tudo o que é imutável e tudo que está em mudança. KENNY, A. Uma nova história da filosofia ocidental. Tradução de Carlos Alberto Bárbaro. São Paulo: Loyola, 2008, p.243, v.1 Tendo como referência esse texto, analise as asserções a seguir. Ao estabelecerem esse campo de batalha, afirmando ou negando o imobilismo universal, Parmênides e Heráclito inauguraram questões fundamentais do pensamento cosmo-ontológico PORQUE, na sua perspectiva, respectivamente, ou aceita-se a realidade fenomênica como um dado verdadeiro ou deve-se abrir mão da razão e dissociá-la dos sentidos e das crenças. Acerca dessas asserções, assinale a opção correta.

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Questão 26ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

A estratégia seguida por Kant, no tratamento das questões estéticas, não visa propor uma filosofia do belo ou uma teoria das belas artes, nem fornecer uma descrição das obras de arte e das suas qualidades estéticas. O que ele faz é verdadeiramente o que se poderia chamar uma abordagem fenomenológica, dada sob a forma de uma análise da experiência estética do juízo estético ou juízo de gosto ? no intuito de captar, interpretar e compreender o que nela está envolvido. Esse tipo de abordagem é o que Kant designa por crítica e, por isso, a meditação kantiana sobre os problemas estéticos dá-se como uma crítica do juízo estético ou crítica do gosto. O que é que acontece ou está em causa quando dizemos (ou pensamos para nós próprios), a propósito, por exemplo, de uma flor que encontramos na natureza ou num jardim, que ela é bela?

SANTOS, L. R.; SANTOS, L. R. A concepção Kantiana da experiência estética: novidades, tensões e equilíbrios.Trans/Form/Ação, Marília, v. 33, n. 2, 2010 . Sobre os juízos de gosto acerca do belo em Kant, é correto afirmar que

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Questão 27ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Na Sociologia da Educação, o currículo é considerado um mecanismo por meio do qual a escola define o plano educativo para a consecução do projeto global de educação de uma sociedade, realizando, assim, sua função social. Considerando o currículo na perspectiva crítica da Educação, avalie as afirmações a seguir. I. O currículo é um fenômeno escolar que se desdobra em uma prática pedagógica expressa por determinações do contexto da escola. II. O currículo reflete uma proposta educacional que inclui o estabelecimento da relação entre o ensino e a pesquisa, na perspectiva do desenvolvimento profissional docente. III. O currículo é uma realidade objetiva que inviabiliza intervenções, uma vez que o conteúdo é condição lógica do ensino. IV. O currículo é a expressão da harmonia de valores dominantes inerentes ao processo educativo. É correto apenas o que se afirma em

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Questão 28ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Quando dizemos que um objeto está conexo com outro, queremos apenas dizer que eles adquiriram uma conexão no nosso pensamento e fazem emergir a inferência, pela qual se tornam provas (proofs) da sua existência recíproca: conclusão esta um tanto extraordinária, mas que parece fundada em evidência suficiente. Nem a sua evidência será enfraquecida por qualquer hesitação geral do entendimento ou suspeição cética respeitante a toda a conclusão que é nova e extraordinária. Nenhumas conclusões podem ser mais agradáveis ao ceticismo do que aquelas que fazem descobertas a respeito da fraqueza e dos estreitos limites da razão e capacidade humanas. HUME, D. Investigação sobre o entendimento humano. Porto: Edições 70, 1985, p.76. O ceticismo de Hume revela a certeza de nossas faculdades racionais ao definir o processo de causalidade. PORQUE No hábito ou costume, reside o princípio psicológico que nos leva a esperar de determinada causa um efeito necessário. Acerca dessas asserções, assinale a opção correta.

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Questão 29ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

Com efeito, que nos diz a experiência? Ela nos mostra que a vida da alma ou, se se quiser, a vida da consciência, está ligada à vida do corpo, que há solidariedade entre eles e nada mais. Mas este ponto jamais foi contestado, e há uma grande distância entre isto e a afirmação de que o cerebral é o equivalente do mental, que poderíamos ler no cérebro tudo o que se passa na consciência correspondente. A consciência está incontestavelmente acoplada a um cérebro, mas não resulta de nenhum modo disto que o cérebro desenhe todos os detalhes da consciência, nem que a consciência seja uma função do cérebro. BERGSON, H. A alma e o corpo. In: Coleção Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1979, p. 86-7. De acordo com o pensamento de Henri Bergson, a relação existente entre a alma e o corpo é a de equivalência PORQUE há mais atividade na consciência humana que no cérebro correspondente. Acerca dessas asserções, assinale a alternativa correta.

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Questão 30ENADE·Diversas·2011Filosofia (ENADE)

O homem possui a capacidade de construir linguagens com as quais se pode exprimir todo sentido, sem fazer ideia de como e do que cada palavra significa como também falamos sem saber como se produzem os sons particulares. A linguagem corrente é parte do organismo humano, e não menos complicada que ele. É humanamente impossível extrair dela, de modo imediato, a lógica da linguagem. A linguagem é um traje que disfarça o pensamento. [...] A maioria das proposições e questões que se formularam sobre temas filosóficos não são falsas, mas contrassensos. Por isso, não podemos de modo algum responder a questões dessa espécie, mas apenas estabelecer seu caráter de contrassenso. A maioria das questões e proposições dos filósofos provém de não entendermos a lógica de nossa linguagem. WITTGENSTEIN, L. Tractatus logico-philosophicus. Tradução, apresentação e ensaio introdutório de Luiz Henrique Lopes dos Santos. São Paulo: Edusp, 1993. Com base no texto acima, é correto afirmar que

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