Na trajetória recente do Serviço Social, surgem requisições inéditas; novas respostas profissionais são exigidas, tanto no campo investigativo quanto no da intervenção. Entre outras, abrem-se possibilidades no complexo campo da formulação, gestão e avaliação de políticas públicas, planos, programas e projetos sociais.
Em face das atuais exigências de democratização do espaço público, o que cabe a gestores e técnicos para que o planejamento não fique adstrito ao âmbito da gestão e do poder?