Mulher de 48 anos de idade, moradora de uma capital brasileira, diarista, é encaminhada ao ambulatório de clínica médica a fim de que se investigue quadro de ganho de peso. Relata que nos últimos 6 meses ganhou aproximadamente 8 kg. Conta também que vem apresentando outros sintomas neste período, como preocupação excessiva com os filhos e marido, desânimo, angústia, perda de prazer em suas atividades, e despertar mais cedo que o habitual (4h da manhã), o que a está prejudicando. Nega qualquer outro problema prévio. Faz acompanhamento ginecológico de rotina, sem anormalidades. Os dados de saúde da família são insignificantes. Ao exame clínico observa-se paciente tensa, pouco à vontade, em vias de chorar. Pressão arterial medida no braço esquerdo na posição deitada = 120X84 mmHg; pulso = freqüência cardíaca = 68 batimentos/min; ausculta cardíaca = bulhas rítmicas, sem outras alterações. Não há outros dados de interesse no exame clínico. Diante das possibilidades clínicas, para o estabelecimento do diagnóstico e alívio dos sintomas, a conduta a ser adotada é solicitar