Análise pedagógica gerada automaticamente por IA a partir do enunciado e do gabarito oficial. Não substitui a fonte oficial da banca.
O que a questão cobra
A questão exige o conhecimento das normas de ética e conduta profissional, especificamente a definição de uma situação em que o funcionário utiliza informações privilegiadas em benefício próprio ou de terceiros, como parentes, violando os padrões de lealdade e imparcialidade exigidos pela instituição.
Por que a alternativa correta está certa
A alternativa C está correta porque a conduta do gerente caracteriza claramente um conflito de interesses. Ao repassar detalhes de editais futuros a um parente antes da divulgação oficial, ele coloca interesses particulares (beneficiar o familiar) acima do interesse e da imparcialidade da instituição, obtendo ou facilitando uma vantagem indevida com base em privilégio de cargo.
Por que as demais estão erradas
A alternativa A erra ao classificar como ato de solidariedade, que seria uma ajuda legítima, o que não se aplica a favorecimento ilegal. A alternativa B traz um termo inexistente no contexto ético-profissional para mascarar fraude. A alternativa D refere-se a exercer outra ocupação paralela, o que não é o foco principal da conduta descrita. A alternativa E cita quebra de decoro, termo mais comum na esfera parlamentar ou estatutária ampla, enquanto a situação específica de usar cargo/informação para favorecer parente é tecnicamente o conflito de interesses.
Como não errar de novo
Para provas de concursos bancários, grave o seguinte: sempre que um funcionário público ou empregado estatal utiliza sua posição, seu acesso a informações privilegiadas ou seu poder de decisão para beneficiar a si mesmo, familiares ou amigos em detrimento da impessoalidade, o nome disso é conflito de interesses. Desconfie de qualquer alternativa que tente amenizar essa conduta com termos afetivos ou inofensivos.