A palavra que preenche corretamente a lacuna [PREPOSITION] é
47 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 1 de 2.
A palavra que preenche corretamente a lacuna [PREPOSITION] é
Depreende-se do texto que
A palavra que preenche corretamente a lacuna [ADVERB] é
A afirmação que preenche corretamente o box [TEXT] é
A tradução correta, dentro do contexto, para To meet these challenges é
O texto é essencialmente
A palavra que preenche corretamente a lacuna [CONJUNCTION] é
A modelagem de instâncias de itens contidos em diagramas de classes é feita pelo diagrama de
Fornece meios de definir a estrutura de um elemento e de focalizá-la no detalhe, na construção e em relacionamentos internos. É um dos diagramas propostos na UML 2.0, próprio para detalhar elementos de modelagem estrutural, descrevendo sua estrutura interna. Introduz a noção de port, um ponto de conexão do elemento modelado, a quem podem ser associadas interfaces. Também utiliza a noção de "colaboração", que consiste em um conjunto de elementos interligados através de ports para a execução de uma funcionalidade específica, útil para a modelagem de padrões de projeto. Trata-se do diagrama de
Considere, no âmbito da Análise de Pontos de Função: (I) Um ALI é contado com base em uma avaliação do número de campos de dados não recursivos do usuário e do número de tipos de elementos de registros lógicos nele contidos. (II) Um AIE é uma entidade lógica e persistente, que é requerida para referência ou validação pelo software sendo contado, mas que é mantido por outro aplicativo de software. (III) Uma entrada externa é contada com base no número de campos de dados do usuário envolvidos e na soma dos ALI, mas não dos AIE participantes do processo. Está correto o que se afirma em
Na UML 2.0 NÃO se trata de um dos diagramas de interação, o
Não se trata de uma especificação aplicável aos atributos das classes,
Dois funcionários de uma Unidade do Tribunal Regional do Trabalho - Moisés e Nuno - foram incumbidos da manutenção de n equipamentos de informática. Sabe-se que, Moisés é capaz de executar essa tarefa sozinho em 4 horas de trabalho ininterrupto e que Nuno tem 80% da capacidade operacional de Moisés. Assim sendo, se, num mesmo instante, ambos iniciarem simultaneamente a manutenção dos n equipamentos, então, após um período de duas horas,
Em julho de 2010, dois Analistas Judiciários receberam um lote com X licitações para emitir pareceres. No mês seguinte, indagados sobre quantos pareceres de tal lote haviam emitido em julho, eles responderam: Sabendo que cada licitação recebeu o parecer de apenas um desses Analistas e que a soma das quantidades que cada um emitiu era um número compreendido entre 100 e 150, então:
Seja P o produto de um número inteiro e positivo N por 9. Se N tem apenas três dígitos e P tem os algarismos das unidades, das dezenas e das centenas iguais a 4, 6 e 3, respectivamente, então P + N é igual a
Serena fez um saque em um caixa eletrônico que emitia apenas cédulas de 10, 20 e 50 reais e, em seguida, foi a três lojas nas quais gastou toda a quantia que acabara de retirar. Sabe-se que, para fazer os pagamentos de suas compras, em uma das lojas ela usou todas (e apenas) cédulas de 10 reais, em outra usou todas (e apenas) cédulas de 20 reais e, na última loja todas as cédulas restantes, de 50 reais. Considerando que, ao fazer o saque, Serena recebeu 51 cédulas e que gastou quantias iguais nas três lojas, o valor total do saque que ela fez foi de
O texto, em seu todo, deve ser entendido como
Está correta e coerente a redação deste livre comentário sobre o texto:
Sobre o natural e o sobrenatural Outro dia escrevi sobre a importância do não saber, de como o conhecimento avança quando parte do não saber, isto
é, do senso de mistério que existe além do que se sabe. A questão aqui é de atitude, de como fazer frente ao desconhecido. Existem duas alternativas: ou se acredita na capacidade da razão e da intuição humana (devidamente combinadas) em sobrepujar obstáculos e chegar a um conhecimento novo, ou se acredita que existem mistérios inescrutáveis, criados por forças além das relações de causa e efeito. No meu livro Criação imperfeita, argumentei que a ciência jamais será capaz de responder a todas as perguntas. Sempre existirão novos desafios, questões que a nossa pesquisa e inventividade não são capazes de antecipar. Podemos imaginar o conhecido como sendo a região dentro de um círculo e o desconhecido como sendo o que existe fora do círculo. Não há dúvida de que à medida que a ciência avança ocírculo cresce. Entendemos mais sobre o universo e entendemos mais sobre a mente. Mas, mesmo assim, o lado de fora do círculo continuará sempre lá. A ciência não é capaz de obter conhecimento sobre tudo o que existe no mundo. E por que isso? Porque, na prática, aprendemos sobre o mundo usando nossa intuição e instrumentos. Sem telescópios, microscópios e detectores de partículas, nossa visão de mundo seria mais limitada. Porém, tal como nossos olhos, essas máquinas têm limites. Parafrasendo o poeta romano Lucrécio, as pessoas vivem aterrorizadas pelo que não podem explicar. Ser livre é poder refletir sobre as causas dos fenômenos sem aceitar cegamente "explicações inexplicáveis", ou seja, explicações baseadas em causas além do natural. Não é fácil ser coerente quando algo de estranho ocorre, uma incrível coincidência, a morte de um ente querido, uma premonição, algo que foge ao comum. Mas, como dizia o grande físico Richard Feynman, "prefiro não sabera ser enganado." E você? (Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, 11/07/2010) A ciência é indispensável: deve-se à ciência o conhecimento de um sem-número de fenômenos que coube a ciência explicar, razão pela qual deve-se conferir à ciência a importância do que nos humaniza. Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo- se os elementos sublinhados, respectivamente, por:
No segundo parágrafo do texto, o autor deixa claro que considera
... a ciência jamais será capaz de responder a todas as perguntas. Utilizou-se corretamente a voz passiva, preservando-se o sentido original, nesta nova redação da frase acima:
Sobre o natural e o sobrenatural Outro dia escrevi sobre a importância do não saber, de como o conhecimento avança quando parte do não saber, isto é, do senso de mistério que existe além do que se sabe. A questão aqui é de atitude, de como fazer frente ao desconhecido. Existem duas alternativas: ou se acredita na capacidade da razão e da intuição humana (devidamente combinadas) em sobrepujar obstáculos e chegar a um conhecimento novo, ou se acredita que existem mistérios inescrutáveis, criados por forças além das relações de causa e efeito. No meu livro Criação imperfeita, argumentei que a ciência jamais será capaz de responder a todas as perguntas. Sempre existirão novos desafios, questões que a nossa pesquisa e inventividade não são capazes de antecipar. Podemos imaginar o conhecido como sendo a região dentro de um círculo e o desconhecido como sendo o que existe fora do círculo. Não há dúvida de que à medida que a ciência avança ocírculo cresce. Entendemos mais sobre o universo e entendemos mais sobre a mente. Mas, mesmo assim, o lado de fora do círculo continuará sempre lá. A ciência não é capaz de obter conhecimento sobre tudo o que existe no mundo. E por que isso? Porque, na prática, aprendemos sobre o mundo usando nossa intuição e instrumentos. Sem telescópios, microscópios e detectores de partículas, nossa visão de mundo seria mais limitada. Porém, tal como nossos olhos, essas máquinas têm limites. Parafrasendo o poeta romano Lucrécio, as pessoas vivem aterrorizadas pelo que não podem explicar. Ser livre é poder refletir sobre as causas dos fenômenos sem aceitar cegamente "explicações inexplicáveis", ou seja, explicações baseadas em causas além do natural. Não é fácil ser coerente quando algo de estranho ocorre, uma incrível coincidência, a morte de um ente querido, uma premonição, algo que foge ao comum. Mas, como dizia o grande físico Richard Feynman, "prefiro não sabera ser enganado." E você? (Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, 11/07/2010) Está plenamente adequado o emprego de ambos os elementos em destaque na frase:
Atente para as seguintes afirmações: I. No 3º parágrafo, entende-se que o livro Criação imperfeita expressa a posição do autor segundo a qual sempre haverá limites para nossa observação e visão de mundo. II. No 4º parágrafo, afirma-se que as coisas inexplicáveis, que costumam aterrorizar as pessoas, devem ser objeto de uma investigação racional. III. No último parágrafo, a frase de Richard Feynman indica que, para esse físico, o desconhecido não deve ser motivo para acreditarmos no sobrenatural. Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Sobre o natural e o sobrenatural Outro dia escrevi sobre a importância do não saber, de como o conhecimento avança quando parte do não saber, isto é, do senso de mistério que existe além do que se sabe. A questão aqui é de atitude, de como fazer frente ao desconhecido. Existem duas alternativas: ou se acredita na capacidade da razão e da intuição humana (devidamente combinadas) em sobrepujar obstáculos e chegar a um conhecimento novo, ou se acredita que existem mistérios inescrutáveis, criados por forças além das relações de causa e efeito. No meu livro Criação imperfeita, argumentei que a ciência jamais será capaz de responder a todas as perguntas. Sempre existirão novos desafios, questões que a nossa pesquisa e inventividade não são capazes de antecipar. Podemos imaginar o conhecido como sendo a região dentro de um círculo e o desconhecido como sendo o que existe fora do círculo. Não há dúvida de que à medida que a ciência avança ocírculo cresce. Entendemos mais sobre o universo e entendemos mais sobre a mente. Mas, mesmo assim, o lado de fora do círculo continuará sempre lá. A ciência não é capaz de obter conhecimento sobre tudo o que existe no mundo. E por que isso? Porque, na prática, aprendemos sobre o mundo usando nossa intuição e instrumentos. Sem telescópios, microscópios e detectores de partículas, nossa visão de mundo seria mais limitada. Porém, tal como nossos olhos, essas máquinas têm limites. Parafrasendo o poeta romano Lucrécio, as pessoas vivem aterrorizadas pelo que não podem explicar. Ser livre é poder refletir sobre as causas dos fenômenos sem aceitar cegamente "explicações inexplicáveis", ou seja, explicações baseadas em causas além do natural. Não é fácil ser coerente quando algo de estranho ocorre, uma incrível coincidência, a morte de um ente querido, uma premonição, algo que foge ao comum. Mas, como dizia o grande físico Richard Feynman, "prefiro não sabera ser enganado." E você?
(Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, 11/07/2010) Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase:
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
O sistema operacional é responsável por uma ou mais das seguintes atividades relacionadas ao gerenciamento de disco: (I) Gerenciamento do espaço livre. (II) Alocação do armazenamento. (III) Interpretação de comandos. (IV) Escalonamento do disco. Está correto o que se afirma em
O retorno do valor médio de uma coluna contendo diversos números é possibilitado pela expressão SQL
No âmbito dos DWs, uma outra concepção do ODS (Staging Area) está sendo estabelecida por alguns autores. Trata-se de
Considerando que: (I) Um professor pode ministrar mais de uma disciplina. (II) Uma mesma disciplina pode ser ministrada por diversos professores. (III) Cada aluno assiste uma disciplina com um único professor. Para responder à questão: que disciplina o aluno assiste com qual professor?, é necessário estabelecer