Na chamada Nova Gestão Pública há três principais vertentes, ou correntes conceituais importantes, as quais possuem
vários traços em comum como, por exemplo, uma ênfase significativa nos resultados da ação governamental, ou seja, um
deslocamento do foco nos processos para enfatizar os resultados. Uma delas tem sido denominada como um
"neotaylorismo", isto é, uma proposta calcada na busca da produtividade e na implantação do modelo de gestão da
empresa privada no setor público, outra busca a flexibilização da gestão pública, em que se observa a passagem da lógica
do planejamento para a lógica da estratégia e nesta são levadas em conta as relações entre os atores envolvidos em cada
política, de modo a montar cenários que permitam a flexibilidade necessária para eventuais alterações nos programas
governamentais. A terceira utiliza-se de conceitos como accountability, transparência, participação política, equidade e
justiça, em que é preciso que no processo de aprendizado social na esfera pública se consiga criar uma nova cultura
cívica, que congregue políticos, funcionários e cidadãos. Esta última corrente é conhecida como