Ao afirmar que "a escola é direito de todos e dever do Estado" (l.10-11), Marisa Lajolo exime a família de participar do processo de formação das crianças na educação básica.
47 questões da prova Diversas 2004, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.
Ao afirmar que "a escola é direito de todos e dever do Estado" (l.10-11), Marisa Lajolo exime a família de participar do processo de formação das crianças na educação básica.
Com base nas informações constantes da barra inferior da janela, em , é correto afirmar que o documento em edição tem uma única página, formatada para duas colunas, sendo que o parágrafo mostrado está na coluna da esquerda.
Ao se clicar o botão , todos os títulos dos slides contidos na apresentação de nome "TRE" serão centralizados em suas respectivas caixas de texto.
ConsiConsidere que na planilha mostrada seja digitada a fórmula B5=(B3-B2) e, a seguir, seja teclado . Nesse caso, será inserido, na célula B5, o conteúdo 46191.
Os disquetes utilizados nas unidades de disquete de 3½" são capazes de armazenar maior quantidade de informações que os CDs usados nas unidades de CD-RW.
No menu , encontra-se uma opção que permite inserir no documento um objeto, como um desenho ou uma planilha eletrônica, na posição em que se encontra o ponto de inserção.
Caso se deseje inserir pontos separadores de milhar nos números inteiros da coluna B, é possível fazê-lo por meio de opção encontrada no menu .
Para se alterar a fonte em uso no parágrafo mostrado, é suficiente selecionar o referido parágrafo e clicar sobre a fonte desejada na lista de opções que pode ser acessada por meio da caixa .
MantéMantém-se a correção gramatical do texto caso sejam realizadas as seguintes ações: clicar imediatamente antes de "Na"; pressionar e manter pressionada a tecla ; clicar imediatamente após "molhada."; liberar a tecla ; pressionar e manter pressionada a tecla ; teclar ; liberar a tecla ; teclar ; clicar imediatamente após "mundo."; clicar o botão .
Por meio da opção Propriedades é possível alterar configurações relativas à proteção de tela.
A expressão "http://www.tre-al.gov.br", no campo
, indica que o acesso à página web ilustrada está sendo feito por conexão dial-up e em modo seguro.
Ao se clicar o botão , o PowerPoint passará a ser executado no modo de Apresentação de slides. A forma como as informações contidas nesses slides serão apresentadas dependerá, entre outros fatores, do esquema de animação selecionado. Cada um dos slides de uma apresentação PowerPoint pode ter um esquema de animação diferente.
Caso a capacidade da memória RAM instalada seja aumentada para 512 MB, o computador apresentará maior capacidade de armazenamento. Ficará, porém, mais lento, por ter de controlar uma maior quantidade de memória.
A opção Novo permite criar novas pastas, acessíveis a partir da área de trabalho.
Nas linhas 3 e 4, o sujeito sintático das formas verbais "refinam", "reajustam" e "redimensionam" é "hipóteses de significado".
Temporariamente, a valorização da leitura dos jovens deixa de ser foco das discussões, para reaparecer, depois, em épocas próximas aos vestibulares.
O texto, de natureza dissertativa, poderia ser corretamente reestruturado em um mínimo de três parágrafos.
A afirmação "Quintiliano, mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos estudantes de retórica" (l.18-20) jamais poderia ser inserida em uma ata, nem vindo entre aspas, por estar reproduzindo a fala de algum dos participantes da reunião.
Texto I - itens de 1 a 20 Apostando na leitura 1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se 4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade. 7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que seconfiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em 10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de 13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica 16 parece chegar à escola, na oferta decoleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano, 19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia 22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos,de poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam 25 no aprendizado social da leitura. Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações). A partir da análise do emprego das classes de palavras e da sintaxe das orações e dos períodos do texto I, julgue os itens que se seguem. Na linha 5, na estrutura "(cuja posse poderia ser punida com a fogueira)", o pronome relativo "cuja" refere-se à expressão "certos livros".
A ONU constitui um complexo sistema, de atuação planetária, que não se restringe a temas explosivos, como os afetos à segurança mundial. Dela fazem parte diversos organismos especializados, com extenso e variado campo de trabalho, que vai, por exemplo, da educação à saúde, da cultura à proteção da infância, da agricultura ao trabalho.
A autora circunscreve o assunto, principalmente, à realidade social brasileira, pondo em destaque a leitura do texto escrito.
No segundo período do texto, a relação entre as orações dá-se por coordenação.
Considerando a possibilidade de divisão do texto em parágrafos, o primeiro deles apresentaria o tema a ser desenvolvido e se estenderia até "mesmos" (l.5).
Texto I - itens de 1 a 20 Apostando na leitura 1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se 4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade. 7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que seconfiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em 10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de 13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica 16 parece chegar à escola, na oferta decoleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano, 19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia 22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade
representada por tal círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos,de poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam 25 no aprendizado social da leitura. Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações). A partir da análise do emprego das classes de palavras e da sintaxe das orações e dos períodos do texto I, julgue os itens que se seguem. Na linha 1, as duas ocorrências do pronome se pertencem à mesma classe de palavras.
A autora põe em dúvida a possibilidade de existência de uma cidadania plena desvinculada da leitura.
Não há mudança de sentido se, na expressão "na tal escola da vida" (l.1), o vocábulo "tal" for posto imediatamente antes de "vida".
Segundo Marisa Lajolo, o desinteresse pela leitura é um problema antigo, que coincidiu com o advento dos modernos veículos de comunicação e aumentou com o surgimento da Internet.
Na linha 20, a partir da frase "Estamos, portanto, em boa companhia", tem início o fechamento do fragmento, o que é indicado textualmente pelo emprego da conjunção conclusiva "portanto".
A relação da leitura com a cidadania ocorre na medida em que os cidadãos letrados têm mais domínio dos problemas contextuais que dos textuais.
O substantivo "compreensão" (l.4) está determinado por quatro adjuntos preposicionados: de nós próprios, dos outros, do mundo e do que os outros fazem do mundo.
Seguindo a linha de raciocínio do secretário-geral da ONU, entre os "novos obstáculos" ao desenvolvimento deve-se incluir a AIDS, com sua ação devastadora e potencialmente desestabilizadora, especialmente em regiões da Ásia e da África.
O texto reitera que, na atualidade, são inequívocos os sinais de que a economia globalizada retoma índices expressivos de crescimento, o que acaba por incrementar as transações comerciais entre os países.
A perspectiva de atos terroristas que possam atingir poços petrolíferos em um país como a Arábia Saudita exerce forte influência na majoração do preço do barril de petróleo, o que acaba por afetar a economia mundial.
Entre "as novas oportunidades de desenvolvimento" trazidas pelo mundo contemporâneo, estão a produção e a disseminação de inovadoras tecnologias surgidas nos mais variados campos, como acontece, por exemplo, na área da informação.
A realidade do mundo contemporâneo, marcada por guerras sem fim e pela ação cada vez mais ostensiva do terrorismo, confirma que, entre muitos outros fatores, a composição do preço do barril também decorre de incertezas geopolíticas.
O esgotamento de suas jazidas petrolíferas, formalmente anunciada na última década do século passado, é a principal razão pela qual o Oriente Médio está perdendo, neste início de século XXI, sua condição de uma das mais estratégicas regiões do mundo.
Nas últimas décadas, o Brasil conseguiu ampliar, gradativa e consideravelmente, sua produção de petróleo. Para tanto, a PETROBRAS tem desempenhado papel fundamental, notabilizando-se por sucessivas conquistas científicotecnológicas, entre as quais se destaca a de prospecção do petróleo em águas profundas.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) é um autêntico cartel - criado e formado exclusivamente pelas grandes potências petrolíferas árabes - que controla os preços desse produto no mercado mundial.
Ao garantir sua auto-suficiência na produção de petróleo, especialmente graças ao litoral nordestino e à bacia de Campos - RJ, o Brasil protegeu-se contra as oscilações internacionais do preço do barril do produto.
A existência de um conflito como a atual ocupação do Iraque, a retomada do crescimento econômico de um país como os Estados Unidos da América (EUA) ou os elevados índices de desempenho de uma economia como a chinesa são fatores que interferem na demanda por petróleo e na composição do preço desse produto no mercado internacional.
Infere-se das palavras do dirigente da ONU, reproduzidas no texto, que a principal característica do processo de desenvolvimento econômico mundial verificado nas últimas décadas, comumente denominado de globalização, é a simetria entre os avanços que trouxe e seus efeitos sociais.
A economia capitalista prima por ter fundamentos rígidos e racionais que determinam a atuação do mercado e, como deduz o próprio texto, a indústria do petróleo - e a conseqüente fixação de seu preço - não foge a essa realidade.
Kofi Annan, africano de Gana, é exceção que confirma a regra: o cargo que ele ocupa, o mais alto na hierarquia de poder na ONU, sempre esteve em mãos de representantes dos países mais poderosos que, no Conselho de Segurança, têm poder de veto - EUA, Rússia, Reino Unido, França e China.
A passagem "Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a cidadania, a sensibilidade, o imaginário" (l.7-8) pode constar em um relatório técnico, justificando a antiguidade do tema tratado.
Desde os tempos narrados na Bíblia, o livro ocupa lugar de destaque na sociedade ocidental.
Na linha 3, a passagem "nesse intercâmbio de leituras" refere-se a "troca contínua de experiências".
O último período do texto, por conter várias marcas de subjetividade e o ponto de vista do autor, não é pertinente para representar idéias do subscritor de um ofício-circular ou de uma portaria.