Uma característica recorrente do gênero “crônica” que pode ser observada no texto é
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Uma característica recorrente do gênero “crônica” que pode ser observada no texto é
Atenção: Para responder às questões de números 7 a 9, considere o texto abaixo. A ingaia ciência A madureza, essa terrível prenda que alguém nos dá, raptando-nos, com ela, todo sabor gratuito de oferenda sob a glacialidade de uma estela,
a madureza vê, posto que a venda interrompa a surpresa da janela, o círculo vazio, onde se estenda, e que o mundo converte numa cela.
A madureza sabe o preço exato dos amores, dos ócios, dos quebrantos, e nada pode contra sua ciência e nem contra si mesma. O agudo olfato, o agudo olhar, a mão, livre de encantos, se destroem no sonho da existência. (ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma) Leia atentamente as afirmações abaixo. I. O sentido da primeira frase do poema, que se inicia em “A madureza” (1o verso), completa-se ao final do 4o verso. II. O trecho o círculo vazio (2a estrofe) possui a mesma função sintática do trecho o mundo (2a estrofe). III. O eu lírico emprega o presente do indicativo a fim de enunciar verdades eternas, como no trecho A madureza sabe o preço exato // dos amores (3a estrofe). Está correto o que se afirma APENAS em
De acordo com o Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa, os dêiticos são “expressões linguísticas que se referem à situação em que o enunciado é produzido, ao momento da enunciação e aos atores do discurso”. Por exemplo, “eu” designa a pessoa que fala “eu”. Expressões como “aqui”, “agora” devem ser interpretadas em função de onde e em que momento se encontra o locutor, quando diz “aqui” e “agora”. Verifica-se a ocorrência de dêitico que se refere ao momento da enunciação no seguinte trecho:
“Metalinguagem” pode ser definida como linguagem sobre linguagem, discurso sobre um sistema de signos por meio desse próprio sistema. Por exemplo: a língua falando sobre si mesma (a gramática, a linguística), um poema falando sobre si mesmo, uma narrativa falando sobre si mesma, um filme falando sobre si mesmo etc. (Adaptado de: LUFT, Celso Pedro. ABC da língua culta. São Paulo: Globo, 2010)
Considerando-se a definição acima, ocorre metalinguagem no seguinte trecho:
O cronista refere-se de forma irônica a um eventual desinteresse de seus leitores no seguinte trecho:
“Metalinguagem” pode ser definida como linguagem sobre linguagem, discurso sobre um sistema de signos por meio desse próprio sistema. Por exemplo: a língua falando sobre si mesma (a gramática, a linguística), um poema falando sobre si mesmo, uma narrativa falando sobre si mesma, um filme falando sobre si mesmo etc. (Adaptado de: LUFT, Celso Pedro. ABC da língua culta. São Paulo: Globo, 2010)
Considerando-se a definição acima, ocorre metalinguagem no seguinte trecho:
O termo que qualifica o substantivo na expressão “sorte geral” (4 o parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em:
Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse de um verbo APENAS no
O termo que qualifica o substantivo na expressão “sorte geral” (4 o parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em:
Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva quanto a outra (3 o parágrafo). No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo antecedente:
“Prouvera a Deus que eu jamais tivesse aprendido a escrever” Com essa frase, Nero expressa
Em relação ao assunto da própria crônica, o cronista ressalta seu caráter
De acordo com o Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa, os dêiticos são “expressões linguísticas que se referem à situação em que o enunciado é produzido, ao momento da enunciação e aos atores do discurso”. Por exemplo, “eu” designa a pessoa que fala “eu”. Expressões como “aqui”, “agora” devem ser interpretadas em função de onde e em que momento se encontra o locutor, quando diz “aqui” e “agora”. Verifica-se a ocorrência de dêitico que se refere ao momento da enunciação no seguinte trecho:
Uma característica recorrente do gênero “crônica” que pode ser observada no texto é
A personificação é um recurso expressivo por meio do qual se emprestam sentimentos humanos a seres inanimados, a animais, a mortos ou a ausentes. Observa-se esse recurso expressivo em:
“Metalinguagem” pode ser definida como linguagem sobre linguagem, discurso sobre um sistema de signos por meio desse próprio sistema. Por exemplo: a língua falando sobre si mesma (a gramática, a linguística), um poema falando sobre si mesmo, uma narrativa falando sobre si mesma, um filme falando sobre si mesmo etc. (Adaptado de: LUFT, Celso Pedro. ABC da língua culta. São Paulo: Globo, 2010)
Considerando-se a definição acima, ocorre metalinguagem no seguinte trecho:
Uma característica recorrente do gênero “crônica” que pode ser observada no texto é
O cronista refere-se de forma irônica a um eventual desinteresse de seus leitores no seguinte trecho:
O termo que qualifica o substantivo na expressão “sorte geral” (4 o parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em:
pecados elegantes e outros que aspiram sê-lo. (Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. O avesso das coisas: aforismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas I e II devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:
O cronista refere-se de forma irônica a um eventual desinteresse de seus leitores no seguinte trecho:
Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse de um verbo APENAS no
Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva quanto a outra (3 o parágrafo). No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo antecedente:
De acordo com o Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa, os dêiticos são “expressões linguísticas que se referem à situação em que o enunciado é produzido, ao momento da enunciação e aos atores do discurso”. Por exemplo, “eu” designa a pessoa que fala “eu”. Expressões como “aqui”, “agora” devem ser interpretadas em função de onde e em que momento se encontra o locutor, quando diz “aqui” e “agora”. Verifica-se a ocorrência de dêitico que se refere ao momento da enunciação no seguinte trecho:
Em relação ao assunto da própria crônica, o cronista ressalta seu caráter
Uma característica recorrente do gênero “crônica” que pode ser observada no texto é
Em relação ao assunto da própria crônica, o cronista ressalta seu caráter
“Metalinguagem” pode ser definida como linguagem sobre linguagem, discurso sobre um sistema de signos por meio desse próprio sistema. Por exemplo: a língua falando sobre si mesma (a gramática, a linguística), um poema falando sobre si mesmo, uma narrativa falando sobre si mesma, um filme falando sobre si mesmo etc. (Adaptado de: LUFT, Celso Pedro. ABC da língua culta. São Paulo: Globo, 2010)
Considerando-se a definição acima, ocorre metalinguagem no seguinte trecho:
O cronista refere-se de forma irônica a um eventual desinteresse de seus leitores no seguinte trecho:
O termo que qualifica o substantivo na expressão “sorte geral” (4 o parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em: