“— Uma língua que não exista. Que eu preciso tanto de não compreender nada! O marido se interroga: como se pode saber falar uma língua que não existe?” Em relação à pontuação, pode-se dizer que :
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“— Uma língua que não exista. Que eu preciso tanto de não compreender nada! O marido se interroga: como se pode saber falar uma língua que não existe?” Em relação à pontuação, pode-se dizer que :
No verso “Um galo sozinho não tece uma manhã” há o recurso expressivo denominado:
Nas duas primeiras estrofes do poema, para expressar a oposição entre as características possíveis de crianças diferentes, observa-se o emprego de:
“As culturas sobrevivem enquanto se mantiverem produtivas, enquanto forem sujeito de mudança e elas próprias dialogarem e se mestiçarem com outras culturas.” Desse segmento pode-se inferir que:
Utilizou-se a norma culta para a colocação pronominal em:
“Sou biólogo e viajo muito pela savana do meu país. Nessas regiões encontro gente que não sabe ler livros.” O universo literário e o cientifico NÃO ficam claramente interligados em :
O caranguejo-uçá vive nos manguezais e sua reprodução ocorre de dezembro a abril. Nessa época, os caranguejos saem das tocas para acasalamento e liberação de ovos. Durante esse período, chamado “andada”, ocorre o defeso. Nesses dias, são proibidos, além da captura, a manutenção em cativeiro, o beneficiamento, o transporte, a industrialização, a comercialização, o armazenamento dos caranguejos-uçá, bem como das partes isoladas (desfiado, puãs, pinças e garras) de qualquer origem, conforme orientações da Prefeitura de Vila Velha para o primeiro defeso de 10 a 15 de janeiro. Uma turma de 4º ano do EF leu o texto sobre o caranguejo-uçá durante o desenvolvimento do projeto sobre a preservação dos ambientes locais desenvolvido pela escola. A tarefa seguinte seria a de confeccionar cartazes para o mural, explicando conceitos importantes para o público. Assim, no cartaz sobre o defeso, deveria constar o seguinte conceito:
“Essa relação, meus amigos, é aquilo que faz mover a escrita, qualquer que seja o continente, qualquer que seja a nação, a língua ou o gênero literário.” A análise NÃO está correta em:
I- “(...) eu usasse desta tribuna para lamentar, acusar os outros e isentar de culpas aqueles que me são próximos.” II- “(...) que se fecham a outras culturas, outras línguas, outras lógicas.” III- “Os africanos voltaram a ser os “outros”, ...” Os pronomes destacados têm a correspondência semântica melhor transcrita em:
“Essa dimensão esquiva é aquela que a mim, enquanto escritor, mais me fascina. O que me move é a vocação divina da palavra, que não apenas nomeia mas que inventa e produz encantamento.” É possível inferir que o encantamento do autor se dá:
Em todas as frases abaixo, o autor do texto usa a primeira pessoa do plural; o item em que essa pessoa se refere a um nós distinto do das demais é:
A opção correta quanto à regência verbal é:
“Começa por balbuciar umas palavras estranhas e sente-se ridículo como se a si mesmo desse provas da incapacidade de ser humano.” A ideia de que a língua é um atributo humano fica melhor representada na passagem:
É possível entender do 8º. parágrafo que:
“(...) não existem nas línguas europeias expressões que traduzam valores e categorias das culturas moçambicanas” Só é correto afirmar que: