Prefeitura de Várzea - PBDiversas

Questões de Língua Portuguesa

51 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 2 de 2.

Questão 1Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

No trecho “Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto.”, evidencia-se a lógica da

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Questão 2Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Julgue os itens a seguir: ( )Estou disposto a vencer, embora esteja cansado dessa luta diária. Oração subordinada adverbial concessiva ( ) Você fará uma boa prova, desde de que se esforce. Oração subordinada adverbial conformativa ( ) Todos trabalham para que possam vencer. Oração subordinada adjetiva reduzida ( ) Gritei tanto, que fiquei sem voz. Oração subordinada substantiva completiva nominal ( ) Não venderemos o carro, nem a casa. Oração coordenada sindética aditiva A sequência CORRETA é:

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Questão 3Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Leia, atentamente, o poema abaixo e responda:

A palavra garços presente na linha 7, significa:

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Questão 4Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Analise os textos a seguir: As vírgulas presentes no primeiro quadrinho do texto 01 e na linha 02 do texto 02, justificam-se por:

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Questão 5Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

A respeito das concepções de língua, linguagem e gramática, é CORRETO afirmar que:

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Questão 6Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Marque a opção em que o uso da crase é facultativo:

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Questão 7Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Analise os textos a seguir: As vírgulas presentes no primeiro quadrinho do texto 01 e na linha 02 do texto 02, justificam-se por:

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Questão 8Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

O Modernismo brasileiro teve como marco introdutório a Semana de Arte Moderna, em 1922. É tradicionalmente divido em três gerações: geração de 1922, geração de 1930 e geração de 1945. Acerca da segunda geração, analise as asserções que se seguem. 1.Entre os escritores, no campo da prosa, destacam-se Graciliano Ramos, José Lins do Rêgo e Rachel de Queiroz. 2.Teve como marco inicial o poema Os sapos, de Manuel Bandeira. 3.O romance urbano Capitães de Areia, de Jorge Amado, é um exemplo de obra literária está inserido nessa fase. 4.A obra Morte e vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, representa o caráter regionalista do período. É CORRETO apenas o que se afirma em

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Questão 9Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Na frase “Os meus gestos são ondas de Sorrento” há qual figura de linguagem?

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Questão 10Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Marque a opção em que o uso da crase é facultativo:

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Questão 11Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Aponte a opção INCORRETA quanto ao uso da regência:

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Questão 12Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Analise os textos a seguir:

As vírgulas presentes no primeiro quadrinho do texto 01 e na linha 02 do texto 02, justificam-se por:

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Questão 13Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Na frase “Os meus gestos são ondas de Sorrento” há qual figura de linguagem?

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Questão 14Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Marque a opção em que o uso da crase é facultativo:

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Questão 15Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Aponte a opção INCORRETA quanto ao uso da regência:

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Questão 16Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Dois casinhos O tema da variação linguística, especialmente quando não se trata de casos marcados — bons para preconceitos — é ocasião para interessantes reflexões. É que nela há um cruzamento de fatores de natureza diversa — gramaticais e de posição social dos falantes, pelo menos. Seja pelo cruzamento, seja pela diversidade de fatores, a questão se toma mais complexa. Vale a pena tentar esclarecê-la. Vejam o que se pôde ler no sisudo Estadão (25 nov. 1999): “Causou constrangimento entre os parlamentares as perguntas da deputada Maria Laura Carneiro à ex-namorada de Fernandinho Beira-Mar, Alda Inês, na CPI do Narcotráfico”. Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto. Talvez nem fosse percebida. Aparecendo em texto escrito, e no Estadão, um jornal de linguagem conservadora, fornece elementos para reflexões. A frase começa com o verbo, eis a questão. Esta estrutura é o fator mais importante para explicar a ausência de concordância (o sujeito é “as perguntas da deputada”). Quem escreveu este texto não escreveria “As perguntas da deputada causou constrangimento”. Mas, invertida a ordem sujeito-verbo, a relação sujeitopredicado se perde para o falante. Para efeito de concordância, importa que não haja nada antes do verbo, ou seja, é como se “causou” fosse um verbo impessoal. Que esteja na dita terceira pessoa do singular não é nem banal nem casual. Este fenômeno é, de certa forma, o avesso de outro. Ocorrem cada vez mais construções do tipo “A política dessas duas cidades são melhores do que...”, em que o verbo concorda com o nome que está mais próximo (aqui, “duas cidades") e não com seu sujeito (aqui, "a política”). Esta construção é o avesso da outra porque naquela também o verbo concorda com o que está mais próximo: não concorda com nada, já que antes dele não há nada. Alguns poderiam imaginar que assim se produz confusão de “pensamento”. Pode-se ver facilmente que não. O “pensamento” é claro, ninguém deixa de entender a frase. Há casos em que a forma (a sintaxe) não resolve tudo. Se às vezes a sintaxe não é suficiente para a clareza do que se diz, em outras ela não interfere de forma alguma na compreensão do enunciado, que parece funcionar independentemente da sintaxe. Talvez o mais importante nessas construções seja a falta de consciência de que se está cometendo um “erro”. É como se esta sintaxe fosse padrão, como se fosse correta, segundo as exigências daquele jornal. Os sociolinguistas ensinam que, quando um “erro” não é mais percebido, então não há mais um “erro”, mas uma nova norma. Comento brevemente um segundo caso, colhido em coluna do ótimo Tostão (FSP, 28 nov. 1999): “Se o Atlético-MG se iludir de que tem um excepcional time, por causa da vitória sobre o Cruzeiro, e não ter garra e humildade, dança como o Vasco". Para horror de muitos, Tostão não escreveu “tiver”. Definitivamente, cada vez mais há menos pessoas percebendo que certos verbos deveriam ter um futuro do subjuntivo irregular. O que dizer de sua abolição em penas como as de Tostão? Pode ser que seja apenas a língua mudando, sem que os falantes percebam. (POSSENTI, Sírio. Dois casinhos. In :_______portadas línguas. 2. ed. Curitiba: Criar, 2002. p. 51*53.) Em relação à linguagem que predomina no texto, é CORRETO concluir que:

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Questão 17Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Leia o texto e responda à questão. Dois casinhos O tema da variação linguística, especialmente quando não se trata de casos marcados — bons para preconceitos — é ocasião para interessantes reflexões. É que nela há um cruzamento de fatores de natureza diversa — gramaticais e de posição social dos falantes, pelo menos. Seja pelo cruzamento, seja pela diversidade de fatores, a questão se toma mais

complexa. Vale a pena tentar esclarecê-la. Vejam o que se pôde ler no sisudo Estadão (25 nov. 1999): “Causou constrangimento entre os parlamentares as perguntas da deputada Maria Laura Carneiro à ex-namorada de Fernandinho Beira-Mar, Alda Inês, na CPI do Narcotráfico”. Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto. Talvez nem fosse percebida. Aparecendo em texto escrito, e no Estadão, um jornal de linguagem conservadora, fornece elementos para reflexões. A frase começa com o verbo, eis a questão. Esta estrutura é o fator mais importante para explicar a ausência de concordância (o sujeito é “as perguntas da deputada”). Quem escreveu este texto não escreveria “As perguntas da deputada causou constrangimento”. Mas, invertida a ordem sujeito-verbo, a relação sujeitopredicado se perde para o falante. Para efeito de concordância, importa que não haja nada antes do verbo, ou seja, é como se “causou” fosse um verbo impessoal. Que esteja na dita terceira pessoa do singular não é nem banal nem casual. Este fenômeno é, de certa forma, o avesso de outro. Ocorrem cada vez mais construções do tipo “A política dessas duas cidades são melhores do que...”, em que o verbo concorda com o nome que está mais próximo (aqui, “duas cidades") e não com seu sujeito (aqui, "a política”). Esta construção é o avesso da outra porque naquela também o verbo concorda com o que está mais próximo: não concorda com nada, já que antes dele não há nada. Alguns poderiam imaginar que assim se produz confusão de “pensamento”. Pode-se ver facilmente que não. O “pensamento” é claro, ninguém deixa de entender a frase. Há casos em que a forma (a sintaxe) não resolve tudo. Se às vezes a sintaxe não é suficiente para a clareza do que se diz, em outras ela não interfere de forma alguma na compreensão do enunciado, que parece funcionar independentemente da sintaxe. Talvez o mais importante nessas construções seja a falta de consciência de que se está cometendo um “erro”. É como se esta sintaxe fosse padrão, como se fosse correta, segundo as exigências daquele jornal. Os sociolinguistas ensinam que, quando um “erro” não é mais percebido, então não há mais um “erro”, mas uma nova norma. Comento brevemente um segundo caso, colhido em coluna do ótimo Tostão (FSP, 28 nov. 1999): “Se o Atlético-MG se iludir de que tem um excepcional time, por causa da vitória sobre o Cruzeiro, e não ter garra e humildade, dança como o Vasco". Para horror de muitos, Tostão não escreveu “tiver”. Definitivamente, cada vez mais há menos pessoas percebendo que certos verbos deveriam ter um futuro do subjuntivo irregular. O que dizer de sua abolição em penas como as de Tostão? Pode ser que seja apenas a língua mudando, sem que os falantes percebam. (POSSENTI, Sírio. Dois casinhos. In :_______portadas línguas. 2. ed.Curitiba: Criar, 2002. p. 51*53.) Na perspectiva da variação linguística presente no texto, infere-se que:

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Questão 18Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Acerca do trecho “Pode ser que seja apenas a língua mudando, sem que os falantes percebam”, conclui-se que o ensino de língua que confronta essa perspectiva focaliza

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Questão 19Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Na frase “Os meus gestos são ondas de Sorrento” há qual figura de linguagem?

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Questão 20Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Aponte a opção INCORRETA quanto ao uso da regência:

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Questão 21Prefeitura de Várzea - PB·Diversas·2019Língua Portuguesa

Leia o fragmento. [...] é uma referência ou uma incorporação de um elemento discursivo a outro, podendo-se reconhecê-lo quando um autor constrói a sua obra com referências a textos, imagens ou a sons de outras obras e autores e até por si mesmo, como uma forma de reverência, de complemento e de elaboração do nexo e sentido deste texto/imagem. Esse conceito caracteriza

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