Texto para responder à questão.
Apenas uma das afirmações a seguir está de acordo com as ideias veiculadas no texto. Aponte-a.
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Texto para responder à questão.
Apenas uma das afirmações a seguir está de acordo com as ideias veiculadas no texto. Aponte-a.
Texto para responder à questão.
Em: “O estudo, conduzido por um professor da Universidade de Toronto, concluiu que ter uma memória perfeita”, identifica-se uma figura de linguagem:
Texto para responder à questão.
No trecho: “Se, como todos nós, também tu te questionas...”, a conjunção SE introduz oração que expressa ideia de:
Assinale a alternativa em que o advérbio em destaque não incide sobre outro advérbio ou sobre um termo próximo de outra classe gramatical e tem, portanto, maior mobilidade na sentença.
Texto para responder à questão.
Compare, em cada opção, a redação original e a modificada. A seguir, assinale aquela em que as duas seguem a norma culta da língua no que diz respeito à regência verbal.
Existe entre os Textos I e II uma variação na linguagem, variação linguística. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Texto para responder à questão.
Observe as modificações feitas no trecho: “Se, como todos nós, também tu te questionas porque te esqueces de pequenas coisas, a resposta é muito simples: não há nada de errado contigo.” e assinale a opção que segue as regras da norma culta, no que diz respeito ao uso dos pronomes e dos verbos.
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafos.
Texto para responder à questão.
Em apenas uma das opções a seguir o acento grave, indicativo de crase, foi corretamente empregado como em “acesso à informação”. Aponte-a.
Em apenas uma das opções a seguir o acento grave, indicativo de crase, foi corretamente empregado como em “acesso à informação”. Aponte-a.
Assinale a alternativa em que o advérbio em destaque não incide sobre outro advérbio ou sobre um termo próximo de outra classe gramatical e tem, portanto, maior mobilidade na sentença.
Assinale a alternativa correta sobre o predomínio da tipologia textual em cada texto.
Observe as modificações feitas no trecho: “Se, como todos nós, também tu te questionas porque te esqueces de pequenas coisas, a resposta é muito simples: não há nada de errado contigo.” e assinale a opção que segue as regras da norma culta, no que diz respeito ao uso dos pronomes e dos verbos.
Existe entre os Textos I e II uma variação na linguagem, variação linguística. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa em que as duas palavras recebem acento gráfico devido à mesma regra de acentuação.
Considere os Textos I e II e assinale a alternativa correta sobre o que se afirma.
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafos.
Estudo prova que ser “esquecido” é, na verdade, um sinal de inteligência acima da média Ter uma falha de memória é algo que não dá de jeito nenhum na escola, quando estamos a realizar multiplicações matemáticas complicadas de cabeça...Pode também ser bastante desconcertante quando estamos no local de trabalho e tentamos nos recordar do nome deumcolega... Dito isto, esquecermo-nos de nomes, ou termos pequenos lapsos de memória é algo que acontece aos melhores! Contudo, quando nos acontece, sentimo-nos sempre um pouco atordoados. Afinal de contas, não há nada pior do que nos deslocarmos ao supermercado ou à mercearia com um propósito e esquecermo-nos do que fomos fazer lá.Se, como todos nós, também tu te questionas porque te esqueces de pequenas coisas, a resposta é muito simples: não há nada de errado contigo. Na verdade,umestudo divulgado, recentemente, pelo jornal científico Neuron Journal sugere que o esquecimento é um processo natural do cérebro que pode, até, tornar-nos mais inteligentes no final do dia! O estudo, conduzido por um professor da Universidade de Toronto, concluiu que ter uma memória perfeita não está, em nada, relacionado com o fato de se ter mais ou menos inteligência. Na verdade, esquecermo-nos de pequenas coisas é algo que vai ajudar-nos a tornarmo-nos mais inteligentes. Tradicionalmente falando, a pessoa que lembra sempre de tudo e que tem uma memória sem falhas é tida como uma pessoa mais inteligente. O estudo, no entanto, conclui o contrário: as pessoas que têm pequenas falhas de memória podem, a longo prazo, tornar- se mais inteligentes. Os nossos cérebros são, na realidade, muito mais complexos do que pensamos. O hipocampo (a zona onde guardamos a memória), por exemplo, precisa de ser 'limpo', de vezem quando. Na verdade, como a CNN colocou a questão pode ajudar-te a entender: “Devemos agarrar-nos ao que é importante e deitar fora o que não é.” Isto faz sentido quando pensamos, por exemplo, em como é importante lembrarmo-nos do rosto de uma pessoa, em detrimento do seu nome. Claro que, em contexto social, serão sempre os dois importantes, mas se falarmos num contexto animal, o rosto será fundamental à sobrevivência e o nome não. Portanto, o cérebro não só filtra o que é importante, como descarta o que não é, substituindoo por memórias novas. Quando o cérebro está demasiado cheio de memórias, o mais provável é que entre em conflito na altura da tomada eficiente de decisões. Reter grandes memórias está a tornar-se para nós, humanos, cada vez mais complicado, resultado do uso cada vez mais frequente das novas tecnologias e do acesso à informação. É mais útil para nós sabermos como se escreve no Google a expressão para procurar como se faz uma instalação de banheira do que é recordar como se fazia há 20 anos. Portanto, não há qualquer problema ter pequenas falhas de memórias. Da próxima vez que te esqueceres de alguma coisa, lembra-te: é perfeitamente normal, é o cérebro a fazer apenas o seu trabalho! Leonor Antolin. Disponível em:http/WWW.hiper.fm/estudo-provaesquecido-na-verdade-um-sinal-inteligência-da-media Apenas uma das afirmações a seguir está de acordo com as ideias veiculadas no texto. Aponte-a.
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). I. No fragmento “O Bitcoin, uma criptomoeda, tem ficado cada vez mais popular.”, as vírgulas se justificam por isolarem o aposto. II. Em “Ele foi criado pelo misterioso Satoshi Nakamoto, que alega ser um japonês que já ultrapassou os 40 anos.”, a vírgula restringe o antecedente. III. Em casos como no excerto “Naquela época, o dólar estava bem mais barato no Brasil...”, a vírgula se justifica por separar adjunto adverbial de tempo.
Assinale a alternativa correta sobre o predomínio da tipologia textual em cada texto.
A oração subordinada adverbial em destaque em “Se tivesse simplesmente feito isso e não comprado mais nenhum bitcoin. você teria hoje mais de R$1.100.000,00." estabelece com a oração principal relação de
Assinale a alternativa em que as duas palavras recebem acento gráfico devido à mesma regra de acentuação.
Considere os Textos I e II e assinale a alternativa correta sobre o que se afirma.
Em: “O estudo, conduzido por um professor da Universidade de Toronto, concluiu que ter uma memória perfeita”, identifica-se uma figura de linguagem:
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). I. No fragmento “O Bitcoin, uma criptomoeda, tem ficado cada vez mais popular.”, as vírgulas se justificam por isolarem o aposto. II. Em “Ele foi criado pelo misterioso Satoshi Nakamoto, que alega ser um japonês que já ultrapassou os 40 anos.”, a vírgula restringe o antecedente. III. Em casos como no excerto “Naquela época, o dólar estava bem mais barato no Brasil...”, a vírgula se justifica por separar adjunto adverbial de tempo.
Texto para responder à questão.
Compare, em cada opção, a redação original e a modificada. A seguir, assinale aquela em que as duas seguem a norma culta da língua no que diz respeito à regência verbal.
A oração subordinada adverbial em destaque em “Se tivesse simplesmente feito isso e não comprado mais nenhum bitcoin. você teria hoje mais de R$1.100.000,00." estabelece com a oração principal relação de
No trecho: “Se, como todos nós, também tu te questionas...”, a conjunção SE introduz oração que expressa ideia de:
Texto para responder à questão.
Sobre o texto leia as afirmativas a seguir. I. O texto apresenta um personagem narrador que vive seu presente, mas conta algo que ocorreu no passado. II. O personagem narrador conta algo que se passa em seu momento presente. III. A estratégia utilizada na construção do tempo narrativo intenciona a percepção de que os fatos passados têm muita importância e afetam o presente. Está correto apenas o que se afirma em:
Texto para responder à questão. Outra redação para a frase "No futuro, talvez, algum intelecto será capaz de reduzir meu fantasma ao lugar-comum - algum intelecto mais calmo, mais lógico, e muito menos excitável que o meu." em que se preservam a clareza e a correção, é: