Nesse momento sou invadido por uma sensação de felicidade plena que vai e volta por vários dias. (11º parágrafo) Após o acréscimo das vírgulas, a frase permanece pontuada corretamente, conforme a norma-padrão da língua, em:
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Nesse momento sou invadido por uma sensação de felicidade plena que vai e volta por vários dias. (11º parágrafo) Após o acréscimo das vírgulas, a frase permanece pontuada corretamente, conforme a norma-padrão da língua, em:
Ao referir-se à maneira como escreve, o autor demonstra ter
A frase escrita em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, no que se refere à concordância, é:
No poema, o sono é comparado a uma viagem e, também,
Após ler o livro que reúne entrevistas e textos de Ernest Hemingway sobre o ato de escrever, o autor Drauzio Varella
A autora discorre sobre
O poema é inquestionavelmente metalinguístico, pois o eu lírico
Com a interrogação – Depois do que disseram esses e outros gênios, que livro valeria a pena ser escrito? (6º parágrafo) –, o autor expressa
A prosa religiosa de Padre Vieira caracteriza-se pelo estilo
Em seu texto, o autor fala
Conforme os versos mostram, o heterônimo Álvaro de Campos caracteriza-se por ser
As formas destacadas em – De fato, se eu escrevesse melhor do que Machado de Assis, poderia recriar personagens como Dom Casmurro... (8º parágrafo) – expressam, respectivamente,
Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado)
De acordo com o texto, os dois argumentos incorretos e frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública são:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir.
Ao afirmar – Estou nas nuvens, às portas do paraíso celestial. O telefone não vai tocar, ninguém me cobrará o texto que prometi, a presença na palestra para a qual fui convidado, os e-mails atrasados. (4º parágrafo) –, o autor revela
Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.
(Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado) O objetivo do texto é
Verifica-se o emprego de palavras com sentido figurado em:
No que se refere à concordância padrão, a frase correta é:
Nos três primeiros versos do poema (“Não sou nada. / Nunca serei nada. / Não posso querer ser nada.”), a gradação presente assinala
Quanto à ideia que encerra, a passagem “Quando em tudo o mais foram eles tão bons como nós, ou nós tão maus como eles, por que nos não há-de valer pelo menos o privilégio e prerrogativa da é? Em tudo parece, Senhor, que trocais os estilos de vossa providência e mudais as leis de vossa justiça conosco.” pode ser associada aos seguintes versos de Camões:
No contexto em que estão empregadas, as locuções verbais “Vai carpir” e “Vai grafitar” sugerem atitudes de
O poema revela
No contexto da narrativa, os convidados pelo Senhor foram os
O texto retrata uma modernidade que não corresponde à do século XXI. Isso se comprova com o trecho:
Analisando o sentido dos quadrinhos, é correto relacioná-los ao seguinte dito popular:
Leia os quadrinhos e compare seu conteúdo ao poema Tabacaria. Em uma análise comparativa, compreende-se que os quadrinhos pretendem
Assinale a alternativa redigida de acordo com a norma-padrão de concordância.
Assinale a alternativa em que a reescrita do texto mantém o sentido original e a correção gramatical.
Assinale a alternativa que completa a frase – ... espero que minha história seja tão engraçada que... –, empregando os verbos e os pronomes de acordo com a norma- -padrão.
O orador interpela Deus para