Questões de Língua PortuguesaPM-SP 2015

27 questões da prova Diversas 2015, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.

Questão 1PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado)

De acordo com o texto, os dois argumentos incorretos e frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública são:

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Questão 2PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado) Assinale a alternativa em que o termo destacado estabelece uma relação de oposição entre as informações.

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Questão 3PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

A autora discorre sobre

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Questão 4PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

O poema é inquestionavelmente metalinguístico, pois o eu lírico

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Questão 5PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

A prosa religiosa de Padre Vieira caracteriza-se pelo estilo

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Questão 6PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Conforme os versos mostram, o heterônimo Álvaro de Campos caracteriza-se por ser

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Questão 7PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Leia a charge para responder à questão. A expressão “... com a sinfonia dos pardais.” estabelece na oração relação cujo sentido é de

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Questão 8PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.

(Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado) O objetivo do texto é

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Questão 9PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado) No trecho do sexto parágrafo “... obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário.”, a expressão em destaque refere-se

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Questão 10PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Nos três primeiros versos do poema (“Não sou nada. / Nunca serei nada. / Não posso querer ser nada.”), a gradação presente assinala

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Questão 11PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Quanto à ideia que encerra, a passagem “Quando em tudo o mais foram eles tão bons como nós, ou nós tão maus como eles, por que nos não há-de valer pelo menos o privilégio e prerrogativa da é? Em tudo parece, Senhor, que trocais os estilos de vossa providência e mudais as leis de vossa justiça conosco.” pode ser associada aos seguintes versos de Camões:

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Questão 12PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

No contexto em que estão empregadas, as locuções verbais “Vai carpir” e “Vai grafitar” sugerem atitudes de

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Questão 13PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

O texto retrata uma modernidade que não corresponde à do século XXI. Isso se comprova com o trecho:

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Questão 14PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Leia a charge. Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, a lacuna na fala da personagem deve ser preenchida com:

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Questão 15PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

No contexto da narrativa, os convidados pelo Senhor foram os

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Questão 16PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Analisando o sentido dos quadrinhos, é correto relacioná-los ao seguinte dito popular:

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Questão 17PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

O poema revela

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Questão 18PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

No verso “À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.”, a expressão “do mundo” estabelece com o termo antecedente o mesmo tipo de relação que se identifica na expressão destacada em:

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Questão 19PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

No contexto, os dois últimos versos do poema são entendidos como

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Questão 20PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Assinale a alternativa em que a reescrita do texto mantém o sentido original e a correção gramatical.

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Questão 21PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

O orador interpela Deus para

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Questão 22PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Nas passagens “... todos querem ser atuais, atualíssimos...” e “... pois, ai de nós!, o futuro de hoje é o passado de amanhã...”, as expressões em destaque remetem, respectivamente, para o sentido de

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Questão 23PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Tratando o interlocutor como Você e passando os verbos para o futuro, a passagem “... se viemos e nos assentamos à mesa, como nos excluís agora e lançais fora dela e introduzis violentamente os cegos e mancos, e dais os nossos lugares aos hereges?” assume a seguinte redação:

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Questão 24PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Leia os quadrinhos e compare seu conteúdo ao poema Tabacaria. Em uma análise comparativa, compreende-se que os quadrinhos pretendem

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Questão 25PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado) Assinale a alternativa em que a reescrita do texto está coerente com seu sentido original e em conformidade com a norma- padrão.

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Questão 26PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

De acordo com o Dicionário Houaiss, a antítese corresponde a uma “figura pela qual se opõem, numa mesma frase, duas palavras ou dois pensamentos de sentido contrário”. Essa definição pode ser aplicada ao seguinte verso do poema:

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Questão 27PM-SP·Diversas·2015Língua Portuguesa

Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado)

Nas passagens “... vem solapar ao menos dois argumentos...” (primeiro parágrafo) e “... um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.” (último parágrafo), os termos em destaque significam, respectivamente,

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