Nesse momento sou invadido por uma sensação de felicidade plena que vai e volta por vários dias. (11º parágrafo) Após o acréscimo das vírgulas, a frase permanece pontuada corretamente, conforme a norma-padrão da língua, em:
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Nesse momento sou invadido por uma sensação de felicidade plena que vai e volta por vários dias. (11º parágrafo) Após o acréscimo das vírgulas, a frase permanece pontuada corretamente, conforme a norma-padrão da língua, em:
Ao referir-se à maneira como escreve, o autor demonstra ter
A frase escrita em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, no que se refere à concordância, é:
No poema, o sono é comparado a uma viagem e, também,
Leia a tirinha.
Preenche corretamente as lacunas, conforme a norma-padrão, o que se encontra em:
Após ler o livro que reúne entrevistas e textos de Ernest Hemingway sobre o ato de escrever, o autor Drauzio Varella
Considere os sentidos estabelecidos pelos vocábulos em destaque nas passagens do texto: • Foi tão grande o prazer de contar aquelas histórias, que senti ódio de mim mesmo por ter vivido meio século sem escrever livros. (5º parágrafo) • Para mim, o que eu escrevesse seria fatalmente comparado com Machado de Assis, Gógol, Faulkner, Joyce, Pushkin, Turgenev ou Dante Alighieri. (6º parágrafo) Nos contextos em que são empregados, os vocábulos em destaque – que e ou – estabelecem, respectivamente, relação de
A autora discorre sobre
A palavra destacada em – Há escritores talentosos que se queixam dos tormentos e da angústia inerentes ao processo de criação. Não é o meu caso, escrever só me traz alegria. (10º parágrafo) – é empregada com o sentido de
O poema é inquestionavelmente metalinguístico, pois o eu lírico
Com a interrogação – Depois do que disseram esses e outros gênios, que livro valeria a pena ser escrito? (6º parágrafo) –, o autor expressa
A prosa religiosa de Padre Vieira caracteriza-se pelo estilo
Em seu texto, o autor fala
Conforme os versos mostram, o heterônimo Álvaro de Campos caracteriza-se por ser
As formas destacadas em – De fato, se eu escrevesse melhor do que Machado de Assis, poderia recriar personagens como Dom Casmurro... (8º parágrafo) – expressam, respectivamente,
Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado)
De acordo com o texto, os dois argumentos incorretos e frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública são:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir.
Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado) Assinale a alternativa em que o termo destacado estabelece uma relação de oposição entre as informações.
Ao afirmar – Estou nas nuvens, às portas do paraíso celestial. O telefone não vai tocar, ninguém me cobrará o texto que prometi, a presença na palestra para a qual fui convidado, os e-mails atrasados. (4º parágrafo) –, o autor revela
Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.
(Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado) O objetivo do texto é
Verifica-se o emprego de palavras com sentido figurado em:
Número de armas Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes nas discussões relativas à área da segurança pública. Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira. De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios. O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados. Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país. Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário. Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo. (Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado) No trecho do sexto parágrafo “... obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário.”, a expressão em destaque refere-se
No que se refere à concordância padrão, a frase correta é:
Nos três primeiros versos do poema (“Não sou nada. / Nunca serei nada. / Não posso querer ser nada.”), a gradação presente assinala
Assinale a alternativa em que o trecho do texto está reescrito conforme a norma-padrão da língua portuguesa, com a expressão destacada substituída pelo pronome correspondente.
Leia a charge para responder à questão. A expressão “... com a sinfonia dos pardais.” estabelece na oração relação cujo sentido é de
Na frase – Mal o avião levanta voo, puxo a mesinha e abro o computador. (4º parágrafo) –, o termo destacado estabelece relação de
Quanto à ideia que encerra, a passagem “Quando em tudo o mais foram eles tão bons como nós, ou nós tão maus como eles, por que nos não há-de valer pelo menos o privilégio e prerrogativa da é? Em tudo parece, Senhor, que trocais os estilos de vossa providência e mudais as leis de vossa justiça conosco.” pode ser associada aos seguintes versos de Camões:
No 11º verso – (anunciam-na os galos agora) – a palavra em destaque sinaliza
No contexto em que estão empregadas, as locuções verbais “Vai carpir” e “Vai grafitar” sugerem atitudes de