Na linha 19, é obrigatório o uso do verbo trazer no modo subjuntivo - "traga" - porque essa forma verbal integra uma oração iniciada pelo vocábulo "embora" (L.17).
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Na linha 19, é obrigatório o uso do verbo trazer no modo subjuntivo - "traga" - porque essa forma verbal integra uma oração iniciada pelo vocábulo "embora" (L.17).
Entende-se da leitura do texto que a "realidade contemporânea" (L.2) caracteriza-se pela velocidade vertiginosa e pelo acúmulo de bens materiais, assim como pela ausência de integração existencial e falta de tempo para usufruir "as dádivas materiais da vida" (L.17).
A locução verbal "passa a ser" (L.8) pode ser substituída pela forma verbal torna-se, sem que haja prejuízo para a coerência ou para a correção gramatical do texto.
Na linha 8, o segmento "as quais" remete a "situações" e, por isso, admite a substituição pelo pronome que; no entanto, nesse contexto, tal substituição provocaria ambiguidade.
Na linha 4, o sinal de dois-pontos tem a função de introduzir uma explicação para as orações anteriores; por isso, em seu lugar, poderia ser escrito porque, sem prejuízo para a correção gramatical do texto ou para sua coerência.
Na linha 4, para se evitar a repetição de "que", seria adequado substituir o trecho "que classificar" (L.4-5) por ao classificar, preservando-se tanto a coerência textual quanto a correção gramatical do texto.
De acordo com as normas de pontuação, seria correto empregar, nas linhas 2 e 3, vírgulas no lugar dos travessões; entretanto, nesse caso, a leitura e a compreensão do trecho poderiam ser prejudicadas, dada a existência da vírgula empregada após "duplo", no interior do trecho destacado entre travessões.
A coerência entre os argumentos apresentados no texto mostra que o pronome "seu" (L.3) refere-se a "universalismo" (L.2).
Na linha 19, o emprego do adjetivo "necessário", no masculino, estabelece a concordância com a oração que a ele se segue; por isso, a retirada de "investir em" manteria a coerência textual, mas exigiria a concordância de "necessário" com "pesquisa".
O período sintático iniciado por "Inovar significa" (L.12) estabelece, com o período anterior, relação semântica que admite ser explicitada pela expressão Por conseguinte, escrevendo-se: Por conseguinte, inovar significa (...).
Na linha 11, a ausência de sinal indicativo de crase no segmento "a classes" indica que foi empregada apenas a preposição a, exigida pelo verbo dar, sem haver emprego do artigo feminino.
Subentende-se da argumentação do texto que "os picos" (L.6) correspondem aos mais salientes indicadores de classes - a privilegiada e a não privilegiada -, referidos no texto também como "extremos" (L.5) e "polos" (L.7).
Na estrutura sintática em que ocorre, a preposição "em" (L.7) poderia ser omitida, o que não prejudicaria a coerência nem a correção gramatical do texto, pois a preposição ficaria subentendida.
A ausência de vírgula depois de "vertiginosa" (L.12) indica que a oração iniciada por "que marca" (L.12) restringe a ideia de "velocidade vertiginosa" (L.11-12).
Em "firmar-se" (L.18), o pronome indica que o sujeito do verbo é considerado de modo genérico, como indeterminado, porque a "descrição verdadeira" (L.19) constitui parte de uma teoria política e econômica.
Com referência ao Estatuto do Desarmamento, julgue os itens subsecutivos. Se uma pessoa for flagrada portando um punhal que tenha mais de 12 cm e dois gumes, ela poderá responder pelo crime de porte ilegal de arma, previsto no Estatuto do Desarmamento.
Com referência ao Estatuto do Desarmamento, julgue os itens subsecutivos. As armas das polícias militares deverão ser registradas no Sistema Nacional de Armas.
Em cada item a seguir é apresentada uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada em consonância com a doutrina majoritária e com o entendimento dos tribunais superiores acerca de provas no processo penal, prisão e liberdade provisória e habeas corpus. Um indivíduo penalmente imputável ameaça, ardilosa e reiteradamente, determinada pessoa mediante ligações telefônicas de número não identificado, prometendo-lhe graves malefícios e provocando-lhe intenso temor. Nessa situação, é cabível o deferimento de pedido de interceptação telefônica formulado pela autoridade policial competente, para a formação de prova da autoria e da materialidade do delito.