Mônica se inscreveu em concurso público, pretendendo ingressar no serviço público estadual do Rio de Janeiro, no cargo
efetivo de auxiliar administrativo. Após realizar a prova e obter classificação entre os dez primeiros candidatos, Mônica foi
nomeada e tomou posse. Ocorre que, seis meses após a investidura, a Administração Pública recebeu diversas
representações dando conta de que houve fraude no concurso, envolvendo alguns candidatos. Assim, foram instaurados
os necessários processos administrativos em face de cada candidato, sobre cuja investidura recaíam indícios de
irregularidade. Ao final do processo administrativo relativo a Mônica, ficou fartamente comprovado que a candidata fraudou
o concurso, eis que obteve as respostas durante a prova utilizando um aparelho de telefone celular que manteve
escondido sob suas vestes. Dessa forma, a Administração Pública declarou nulo o ato de investidura de Mônica, com base
na prerrogativa da: