Uma das preocupações da química ambiental tem sido a contaminação por metais pesados. O ciclo do mercúrio em águas
revela que os íons Hg
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são convertidos, por bactérias e microorganismos, em metilmercúrio (CH3HgX), toxina potente e
solúvel no tecido gorduroso dos animais. O peixe também absorve o metilmercúrio por meio de sua dieta alimentar,
ocorrendo a bioacumulação, e desta forma chega ao homem. Artigos científicos publicados no Brasil confirmam a
tendência dos cações em acumular mercúrio até níveis incompatíveis com o consumo. Como predadores de vida longa, os
cações sujeitam-se à concentração de mercúrio, cujos níveis aumentam progressivamente influenciados pela idade,
crescimento, alimentação, área geográfica, voracidade, características migratórias, além de outros fatores. Se uma pessoa
ingere inadvertidamente 0,05g dessa toxina e sendo sua meia vida no corpo humano 70 dias, para que essa contaminação
seja reduzida a 10,0mg, o tempo em semanas necessário é de:
Dados: ln 2 = 0,693 e ln 5 = 1,609