Em todos os segmentos abaixo, a conjunção “E” une ações ocorridas em tempos sucessivos; assinale o caso em que as ações
ligadas por essa conjunção indicam momentos simultâneos:
147 questões da prova Diversas 2014, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.
Em todos os segmentos abaixo, a conjunção “E” une ações ocorridas em tempos sucessivos; assinale o caso em que as ações
ligadas por essa conjunção indicam momentos simultâneos:
Em todos os segmentos abaixo, a conjunção “E” une ações ocorridas em tempos sucessivos; assinale o caso em que as ações ligadas por essa conjunção indicam momentos simultâneos:
O primeiro parágrafo do texto tem a função de:
Em todos os segmentos abaixo, a conjunção “E” une ações ocorridas em tempos sucessivos; assinale o caso em que as ações
ligadas por essa conjunção indicam momentos simultâneos:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; essa frase do texto expressa:
O primeiro parágrafo do texto tem a função de:
A última frase do texto “E se começássemos cada dia dandogracias a la vida, como faria a Violeta?” se refere a uma letra demúsica de Violeta Parra. Essa menção mostra a presença no textode um fator denominado:
O pensador francês La Rochefoucauld disse certa vez sobre agratidão “Para a maioria dos homens, a gratidão não passa de umdesejo velado de receber maiores benefícios”.Nesse caso, os homens gratos seriam:
A última frase do texto “E se começássemos cada dia dandogracias a la vida, como faria a Violeta?” se refere a uma letra demúsica de Violeta Parra. Essa menção mostra a presença no textode um fator denominado:
Dizer que o título de “Justo entre as Nações”, recebido por Aristides, equivale a uma “canonização católica” significa que Aristides deve ser considerado:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; essa frase do texto expressa:
O pensador francês La Rochefoucauld disse certa vez sobre agratidão “Para a maioria dos homens, a gratidão não passa de umdesejo velado de receber maiores benefícios”.Nesse caso, os homens gratos seriam:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; essa frase do texto expressa:
A última frase do texto “E se começássemos cada dia dandogracias a la vida, como faria a Violeta?” se refere a uma letra demúsica de Violeta Parra. Essa menção mostra a presença no textode um fator denominado:
Os verbos de estado abaixo expressam valores diferentes; a alternativa em que o verbo de estado tem valor de ?mudança de estado? é:
Todas as histórias narradas mostram em comum:
O pensador francês La Rochefoucauld disse certa vez sobre agratidão “Para a maioria dos homens, a gratidão não passa de umdesejo velado de receber maiores benefícios”.Nesse caso, os homens gratos seriam:
Em todos os segmentos abaixo, a conjunção “E” une ações ocorridas em tempos sucessivos; assinale o caso em que as ações
ligadas por essa conjunção indicam momentos simultâneos:
Nos dois termos “conserto do automóvel” e “concerto de Beethoven” há a mesma relação sintática que, respectivamente, em:
Dizer que o título de “Justo entre as Nações”, recebido por Aristides, equivale a uma “canonização católica” significa que Aristides deve ser considerado:
Todas as histórias narradas mostram em comum:
Dizer que o título de “Justo entre as Nações”, recebido por Aristides, equivale a uma “canonização católica” significa que Aristides deve ser considerado:
A primeira frase do texto emprega a expressão “Desta vez”; a forma “esta” do pronome demonstrativo se justifica porque:
O primeiro parágrafo do texto tem a função de:
Todas as histórias narradas mostram em comum:
O texto da crônica mostra, em sua estruturação, um contínuo tom irônico. O segmento abaixo que foge a essa regra é:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; essa frase do texto expressa:
“Uma brasileira, sobrevivente de um campo de extermínio nazista, contou que (1), por duas vezes, esteve numa fila que (2) a encaminhava para a câmara de gás. E que (3), nas duas vezes, o mesmo soldado alemão a retirou da fila”. Nesse segmento do texto, a(s) ocorrência(s) do vocábulo “quê” que estabelece(m) relação semântica com um termo anterior é(são):
“O resto eu adio para a semana que vem”. Essa frase final do texto:
A primeira frase do texto emprega a expressão “Desta vez”; a forma “esta” do pronome demonstrativo se justifica porque:
A última frase do texto “E se começássemos cada dia dandogracias a la vida, como faria a Violeta?” se refere a uma letra demúsica de Violeta Parra. Essa menção mostra a presença no textode um fator denominado:
“Aquilo que Oscar Wilde e Mark Twain diziam apenas por humorismo (nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã), não é, no Brasil, uma deliberada norma de conduta, uma diretriz fundamental”. As formas sublinhadas do demonstrativo se justificam porque:
A primeira frase do texto emprega a expressão “Desta vez”; a forma “esta” do pronome demonstrativo se justifica porque:
“Uma brasileira, sobrevivente de um campo de extermínio nazista, contou que (1), por duas vezes, esteve numa fila que (2) a encaminhava para a câmara de gás. E que (3), nas duas vezes, o mesmo soldado alemão a retirou da fila”. Nesse segmento do texto, a(s) ocorrência(s) do vocábulo “quê” que estabelece(m) relação semântica com um termo anterior é(são):
O pensador francês La Rochefoucauld disse certa vez sobre agratidão “Para a maioria dos homens, a gratidão não passa de umdesejo velado de receber maiores benefícios”.Nesse caso, os homens gratos seriam:
“Estou certo de que sabereis extrair a moral da história”. A forma de reescrever-se essa frase do texto que altera o seu sentido original é:
Os verbos de estado abaixo expressam valores diferentes; a alternativa em que o verbo de estado tem valor de ?mudança de estado? é:
A frase de Oscar Wilde e Mark Twain – nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã – constrói seu humorismo:
“Uma brasileira, sobrevivente de um campo de extermínio nazista, contou que (1), por duas vezes, esteve numa fila que (2) a encaminhava para a câmara de gás. E que (3), nas duas vezes, o mesmo soldado alemão a retirou da fila”. Nesse segmento do texto, a(s) ocorrência(s) do vocábulo “quê” que estabelece(m) relação semântica com um termo anterior é(são):
No primeiro parágrafo há um conjunto de pronomes que se referem a elementos do texto ou da situação. O elemento referido está corretamente indicado em:
Nos dois termos “conserto do automóvel” e “concerto de Beethoven” há a mesma relação sintática que, respectivamente, em:
Os verbos de estado abaixo expressam valores diferentes; a alternativa em que o verbo de estado tem valor de ?mudança de estado? é:
“Estou certo de que sabereis extrair a moral da história”. A forma de reescrever-se essa frase do texto que altera o seu sentido original é:
Dizer que o título de “Justo entre as Nações”, recebido por Aristides, equivale a uma “canonização católica” significa que Aristides deve ser considerado:
“...e esse é o único funcionário que me cumprimenta ao chegar e se despede ao sair”. A mesma relação semântica entre cumprimenta/se despede se repete em:
Sobre a organização desse texto, pode-se afirmar que sua estrutura:
“Estou certo de que sabereis extrair a moral da história”. A forma de reescrever-se essa frase do texto que altera o seu sentido original é:
Nos dois termos “conserto do automóvel” e “concerto de Beethoven” há a mesma relação sintática que, respectivamente, em:
Todas as histórias narradas mostram em comum:
No primeiro parágrafo há um conjunto de pronomes que se referem a elementos do texto ou da situação. O elemento referido está corretamente indicado em:
O texto da crônica mostra, em sua estruturação, um contínuo tom irônico. O segmento abaixo que foge a essa regra é:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar a câmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam ido para suas casas”. Sobre a forma verbal “haviam ido”, pode-se afirmar que:
No primeiro parágrafo há um conjunto de pronomes que se referem a elementos do texto ou da situação. O elemento referido está corretamente indicado em:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. O conectivo “no entanto” traz uma oposição entre termos do texto; os termos opostos, nesse caso, são:
“...e esse é o único funcionário que me cumprimenta ao chegar e se despede ao sair”. A mesma relação semântica entre cumprimenta/se despede se repete em:
“O resto eu adio para a semana que vem”. Essa frase final do texto:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar acâmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentrodela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam idopara suas casas. Já estava muito debilitado pela baixatemperatura, quando a porta se abriu e o vigia o resgatou comvida”.Nesse segmento narrativo, os tempos verbais que estão emsucessão cronológica são:
“...e esse é o único funcionário que me cumprimenta ao chegar e se despede ao sair”. A mesma relação semântica entre cumprimenta/se despede se repete em:
Os verbos de estado abaixo expressam valores diferentes; a alternativa em que o verbo de estado tem valor de ?mudança de estado? é:
A primeira frase do texto emprega a expressão “Desta vez”; a forma “esta” do pronome demonstrativo se justifica porque:
O cronista nos diz, ao início do texto, que “o Brasil é o único país brasileiro de todo o mundo”; com essa frase, o cronista quer dizer que nosso país:
O texto da crônica mostra, em sua estruturação, um contínuo tom irônico. O segmento abaixo que foge a essa regra é:
“Aquilo que Oscar Wilde e Mark Twain diziam apenas por humorismo (nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã), não é, no Brasil, uma deliberada norma de conduta, uma diretriz fundamental”. As formas sublinhadas do demonstrativo se justificam porque:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar a câmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam ido para suas casas”. Sobre a forma verbal “haviam ido”, pode-se afirmar que:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; a forma verbal que está corretamente conjugada no mesmo tempo e modo da forma sublinhada é:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar a câmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam ido para suas casas”. Sobre a forma verbal “haviam ido”, pode-se afirmar que:
“Uma brasileira, sobrevivente de um campo de extermínio nazista, contou que (1), por duas vezes, esteve numa fila que (2) a encaminhava para a câmara de gás. E que (3), nas duas vezes, o mesmo soldado alemão a retirou da fila”. Nesse segmento do texto, a(s) ocorrência(s) do vocábulo “quê” que estabelece(m) relação semântica com um termo anterior é(são):
O segmento do texto da crônica que NÃO atesta a intertextualidade como uma das marcas da textualidade é:
“O resto eu adio para a semana que vem”. Essa frase final do texto:
Nos dois termos “conserto do automóvel” e “concerto de Beethoven” há a mesma relação sintática que, respectivamente, em:
A frase de Oscar Wilde e Mark Twain – nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã – constrói seu humorismo:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar acâmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentrodela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam idopara suas casas. Já estava muito debilitado pela baixatemperatura, quando a porta se abriu e o vigia o resgatou comvida”.Nesse segmento narrativo, os tempos verbais que estão emsucessão cronológica são:
“Aquilo que Oscar Wilde e Mark Twain diziam apenas por humorismo (nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã), não é, no Brasil, uma deliberada norma de conduta, uma diretriz fundamental”. As formas sublinhadas do demonstrativo se justificam porque:
"Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo". A característica de tudo adiar alcança todos os setores da vida. A alternativa em que o exemplo dado NÃO corresponde à área indicada é:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar acâmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentrodela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam idopara suas casas. Já estava muito debilitado pela baixatemperatura, quando a porta se abriu e o vigia o resgatou comvida”.Nesse segmento narrativo, os tempos verbais que estão emsucessão cronológica são:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; a forma verbal que está corretamente conjugada no mesmo tempo e modo da forma sublinhada é:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; a forma verbal que está corretamente conjugada no mesmo tempo e modo da forma sublinhada é:
Entre as definições do gênero crônica abaixo transcritas, aquela que se refere mais adequadamente ao texto desta prova é:
“Estou certo de que sabereis extrair a moral da história”. A forma de reescrever-se essa frase do texto que altera o seu sentido original é:
A frase de Oscar Wilde e Mark Twain – nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã – constrói seu humorismo:
O texto da crônica mostra, em sua estruturação, um contínuo tom irônico. O segmento abaixo que foge a essa regra é:
Sobre a organização desse texto, pode-se afirmar que sua estrutura:
O emprego dos dois pontos (:) mostra uma finalidade diferente das demais no seguinte segmento do texto:
No primeiro parágrafo há um conjunto de pronomes que se referem a elementos do texto ou da situação. O elemento referido está corretamente indicado em:
“O resto eu adio para a semana que vem”. Essa frase final do texto:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. O conectivo “no entanto” traz uma oposição entre termos do texto; os termos opostos, nesse caso, são:
“...e esse é o único funcionário que me cumprimenta ao chegar e se despede ao sair”. A mesma relação semântica entre cumprimenta/se despede se repete em:
Sobre a organização desse texto, pode-se afirmar que sua estrutura:
No segundo parágrafo, para referir-se às colunas da brasilidade, anunciadas no parágrafo anterior, o cronista empregou, respectivamente, as palavras “a primeira” e “a segunda”. Caso fossem empregados pronomes demonstrativos em substituição a esses numerais ordinais, as formas adequadas seriam, respectivamente:
“Aquilo que Oscar Wilde e Mark Twain diziam apenas por humorismo (nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã), não é, no Brasil, uma deliberada norma de conduta, uma diretriz fundamental”. As formas sublinhadas do demonstrativo se justificam porque:
O cronista nos diz, ao início do texto, que “o Brasil é o único país brasileiro de todo o mundo”; com essa frase, o cronista quer dizer que nosso país:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. O conectivo “no entanto” traz uma oposição entre termos do texto; os termos opostos, nesse caso, são:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar a câmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam ido para suas casas”. Sobre a forma verbal “haviam ido”, pode-se afirmar que:
A linguagem coloquial aparece seguidas vezes no texto. O segmento que a exemplifica é:
A frase de Oscar Wilde e Mark Twain – nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã – constrói seu humorismo:
O segmento do texto da crônica que NÃO atesta a intertextualidade como uma das marcas da textualidade é:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar acâmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentrodela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam idopara suas casas. Já estava muito debilitado pela baixatemperatura, quando a porta se abriu e o vigia o resgatou comvida”.Nesse segmento narrativo, os tempos verbais que estão emsucessão cronológica são:
O cronista nos diz, ao início do texto, que “o Brasil é o único país brasileiro de todo o mundo”; com essa frase, o cronista quer dizer que nosso país:
“Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo”. Em “o conserto do automóvel” e “o concerto de Beethoven” há a presença intencional de dois homônimos; a alternativa abaixo em que essa possibilidade não existe por só estar dicionarizada uma das palavras dadas é:
"Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo". A característica de tudo adiar alcança todos os setores da vida. A alternativa em que o exemplo dado NÃO corresponde à área indicada é:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; a forma verbal que está corretamente conjugada no mesmo tempo e modo da forma sublinhada é:
O segmento do texto da crônica que NÃO atesta a intertextualidade como uma das marcas da textualidade é:
Sobre a organização desse texto, pode-se afirmar que sua estrutura:
Entre as definições do gênero crônica abaixo transcritas, aquela que se refere mais adequadamente ao texto desta prova é:
Ao citar o horário do trem na Alemanha e na Suíça, o autor do texto quer dizer que, nesses países:
"Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo". A característica de tudo adiar alcança todos os setores da vida. A alternativa em que o exemplo dado NÃO corresponde à área indicada é:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. O conectivo “no entanto” traz uma oposição entre termos do texto; os termos opostos, nesse caso, são:
O emprego dos dois pontos (:) mostra uma finalidade diferente das demais no seguinte segmento do texto:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. Nesse segmento há uma oposição, que:
Entre as definições do gênero crônica abaixo transcritas, aquela que se refere mais adequadamente ao texto desta prova é:
O cronista nos diz, ao início do texto, que “o Brasil é o único país brasileiro de todo o mundo”; com essa frase, o cronista quer dizer que nosso país:
No segundo parágrafo, para referir-se às colunas da brasilidade, anunciadas no parágrafo anterior, o cronista empregou, respectivamente, as palavras “a primeira” e “a segunda”. Caso fossem empregados pronomes demonstrativos em substituição a esses numerais ordinais, as formas adequadas seriam, respectivamente:
O segmento do texto da crônica que NÃO atesta a intertextualidade como uma das marcas da textualidade é:
O emprego dos dois pontos (:) mostra uma finalidade diferente das demais no seguinte segmento do texto:
A linguagem coloquial aparece seguidas vezes no texto. O segmento que a exemplifica é:
No segundo parágrafo, para referir-se às colunas da brasilidade, anunciadas no parágrafo anterior, o cronista empregou, respectivamente, as palavras “a primeira” e “a segunda”. Caso fossem empregados pronomes demonstrativos em substituição a esses numerais ordinais, as formas adequadas seriam, respectivamente:
"Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo". A característica de tudo adiar alcança todos os setores da vida. A alternativa em que o exemplo dado NÃO corresponde à área indicada é:
“Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo”. Em “o conserto do automóvel” e “o concerto de Beethoven” há a presença intencional de dois homônimos; a alternativa abaixo em que essa possibilidade não existe por só estar dicionarizada uma das palavras dadas é:
A linguagem coloquial aparece seguidas vezes no texto. O segmento que a exemplifica é:
Entre as definições do gênero crônica abaixo transcritas, aquela que se refere mais adequadamente ao texto desta prova é:
“Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo”. Em “o conserto do automóvel” e “o concerto de Beethoven” há a presença intencional de dois homônimos; a alternativa abaixo em que essa possibilidade não existe por só estar dicionarizada uma das palavras dadas é:
Ao citar o horário do trem na Alemanha e na Suíça, o autor do texto quer dizer que, nesses países:
No segundo parágrafo, para referir-se às colunas da brasilidade, anunciadas no parágrafo anterior, o cronista empregou, respectivamente, as palavras “a primeira” e “a segunda”. Caso fossem empregados pronomes demonstrativos em substituição a esses numerais ordinais, as formas adequadas seriam, respectivamente:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. Nesse segmento há uma oposição, que:
A linguagem coloquial aparece seguidas vezes no texto. O segmento que a exemplifica é:
Ao citar o horário do trem na Alemanha e na Suíça, o autor do texto quer dizer que, nesses países:
Em todos os segmentos abaixo, a conjunção “E” une ações ocorridas em tempos sucessivos; assinale o caso em que as ações ligadas por essa conjunção indicam momentos simultâneos:
“Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo”. Em “o conserto do automóvel” e “o concerto de Beethoven” há a presença intencional de dois homônimos; a alternativa abaixo em que essa possibilidade não existe por só estar dicionarizada uma das palavras dadas é:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. Nesse segmento há uma oposição, que:
O primeiro parágrafo do texto tem a função de:
Ao citar o horário do trem na Alemanha e na Suíça, o autor do texto quer dizer que, nesses países:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; essa frase do texto expressa:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. Nesse segmento há uma oposição, que:
A última frase do texto “E se começássemos cada dia dandogracias a la vida, como faria a Violeta?” se refere a uma letra demúsica de Violeta Parra. Essa menção mostra a presença no textode um fator denominado:
O pensador francês La Rochefoucauld disse certa vez sobre agratidão “Para a maioria dos homens, a gratidão não passa de umdesejo velado de receber maiores benefícios”.Nesse caso, os homens gratos seriam:
Dizer que o título de “Justo entre as Nações”, recebido por Aristides, equivale a uma “canonização católica” significa que Aristides deve ser considerado:
Todas as histórias narradas mostram em comum:
A primeira frase do texto emprega a expressão “Desta vez”; a forma “esta” do pronome demonstrativo se justifica porque:
“Uma brasileira, sobrevivente de um campo de extermínio nazista, contou que (1), por duas vezes, esteve numa fila que (2) a encaminhava para a câmara de gás. E que (3), nas duas vezes, o mesmo soldado alemão a retirou da fila”. Nesse segmento do texto, a(s) ocorrência(s) do vocábulo “quê” que estabelece(m) relação semântica com um termo anterior é(são):
No primeiro parágrafo há um conjunto de pronomes que se referem a elementos do texto ou da situação. O elemento referido está corretamente indicado em:
“...e esse é o único funcionário que me cumprimenta ao chegar e se despede ao sair”. A mesma relação semântica entre cumprimenta/se despede se repete em:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar a câmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam ido para suas casas”. Sobre a forma verbal “haviam ido”, pode-se afirmar que:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar acâmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentrodela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam idopara suas casas. Já estava muito debilitado pela baixatemperatura, quando a porta se abriu e o vigia o resgatou comvida”.Nesse segmento narrativo, os tempos verbais que estão emsucessão cronológica são:
O primeiro parágrafo do texto tem a função de:
O emprego dos dois pontos (:) mostra uma finalidade diferente das demais no seguinte segmento do texto:
“Estou certo de que sabereis extrair a moral da história”. A forma de reescrever-se essa frase do texto que altera o seu sentido original é:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; a forma verbal que está corretamente conjugada no mesmo tempo e modo da forma sublinhada é: