Durante anos, diversos foram os esforços direcionados à excelência na testagem laboratorial para o diagnóstico de
infecções por HIV-1 e HIV-2, incluindo-se, nos fluxogramas padronizados, os testes de triagem de terceira e quarta
gerações, os testes rápidos e os testes moleculares para aplicação nos diferentes cenários e situações dos serviços de
saúde. Nesse contexto, é essencial a compreensão dos farmacêuticos para realização e interpretação do diagnóstico
laboratorial, bem como para a proposição de novas considerações para a melhoria do cuidado ao paciente.
Os gráficos a seguir representam a evolução dos marcadores laboratoriais da infecção pelo HIV ao longo do tempo.
Considerando as informações apresentadas, avalie as afirmações a seguir.
I. O fluxograma para o diagnóstico laboratorial de infecções causadas pelo HIV no qual são utilizados testes moleculares
para a pesquisa do RNA viral é considerado mais eficaz para a confirmação diagnóstica de infecções agudas e/ou
recentes que aquele em que é utilizada apenas a pesquisa de anticorpos anti-HIV.
II. A utilização dos testes que detectam os anticorpos lgM e lgG anti-HIV implica janela imunológica menor que a
proveniente da utilização dos testes que detectam o antígeno P24 e os anticorpos anti-HIV.
III. Os testes de triagem convencionais destacam-se pela maior especificidade, já os confirmatórios, pela maior
sensibilidade.
IV. Para o acompanhamento e o controle dos pacientes HIV positivos utilizam-se, entre os marcadores, os resultados da
contagem de linfócitos T CD4+.
V. Indica-se, para o diagnóstico laboratorial do vírus em crianças com menos de 18 meses de idade, a pesquisa de lgG
anti-HIV, imunoglobulina que não atravessa a barreira placentária e, portanto, não está relacionada às imunoglobulinas
maternas.
É correto apenas o que se afirma em