Joana, 10 anos de idade, com diagnóstico de paralisia cerebral, com deficit motor grave, estudante de escola pública regular, tem apresentado dificuldade para participar das atividades escolares. Assim, a escola solicitou a visita técnica do terapeuta ocupacional, pois não sabia como lidar com essa criança. Baseando-se na Declaração de Sala manca (1994) e no Decreto 6571/2008, que dispõe sobre o atendimento educacional especializado na escola regular, durante a realização da visita técnica, o terapeuta ocupacional constatou que Joana não é capaz de falar para responder às solicitações do professor, não escreve com autonomia, apresenta visão subnormal, é dependente em sua mobilidade e autocuidado. A fim de auxiliar o processo de inclusão escolar de Joana, o terapeuta ocupacional deve I. sugerir adaptações para atividades de escrita como o uso de cadernos de pauta larga e de jogos pedagógicos adaptados, bem como avaliar, desenvolver e auxiliar na implementação de dispositivos da Tecnologia Assistiva. II. realizar seleção de vocabulário, ensinar a linguagem de sinais (LIBRAS) e promover estratégias de interação utilizando a Comunicação Alternativa, promover as habilidades de fala, percepção auditiva, leitura, escrita e linguagem de Joana. III. responsabilizar-se pelas adaptações de provas e das tarefas escolares, bem como pelo auxílio ao aluno em sala de aula durante a realização de atividades com os pares, o que viabilizará o processo de alfabetização de Joana. IV. atuar, por intermédio da parceria colaborativa, com os profissionais da escola e outros técnicos especializados, além de considerar as demandas e contribuições que a família pode apresentar nesse momento da inclusão escolar de Joana. V. atuar como mediador e facilitador do aprendizado, identificando formas de efetivar processos comunicativos satisfatórios entre Joana, seus pares e professor, bem como buscar alternativas para ampliar a participação de Joana nas atividades escolares. É correto apenas o que se afirma em