Adaptações que facilitem a preensão de objetos, como abotoadores ou cabos engrossados, são indicadas para pacientes que apresentem hiperestesia decorrente de tratamento quimioterápico.
60 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 1 de 2.
Adaptações que facilitem a preensão de objetos, como abotoadores ou cabos engrossados, são indicadas para pacientes que apresentem hiperestesia decorrente de tratamento quimioterápico.
A reaquisição de habilidades consistentes com o padrão funcional anterior ao período de internação deve ser o principal objetivo terapêutico no atendimento de crianças hospitalizadas com quadro agudo de artrite reumatoide juvenil.
O teste muscular manual pode ser utilizado para a mensuração da força do paciente em situações nas quais a contração muscular isotônica seja contraindicada por critérios médicos.
O terapeuta ocupacional pode fazer uso do sistema de comunicação primário com indivíduos afásicos e hospitalizados que consigam falar, mas que não sejam capazes de transmitir todas as suas necessidades pela comunicação oral.
A intervenção terapêutica ocupacional nos espaços de brinquedoteca objetiva favorecer o desenvolvimento neuropsicomotor e otimizar o desempenho ocupacional da criança durante o período de hospitalização.
Embora a avaliação de pacientes hospitalizados priorize a manutenção da vida e o alívio de sintomas, os aspectos psicossociais, como os papéis, a motivação, a classe socioeconômica e a cultura, devem ser considerados em razão do seu impacto sobre o processo terapêutico.
Ao se posicionar o paciente vítima de traumatismo craniencefálico em decúbito dorsal, deve-se favorecer a extensão de punhos, dedos, cotovelos e joelhos, assim como ligeira abdução de ombros e extensão do quadril.
Pacientes que apresentem queimaduras devido a radioterapia devem ser estimulados a alongar e mobilizar a região afetada.
A estabilização do tronco e da cabeça durante atividades lúdicas que envolvam o alcance e a manipulação de objetos promove melhora de habilidades manuais e destreza, sendo recomendada durante o atendimento de crianças com distúrbios na coordenação motora.
Dado o caráter linear e previsível do processo de luto vivenciado por famílias de crianças hospitalizadas por lesões traumáticas, o terapeuta ocupacional deve evitar a transmissão de informações e a educação dos cuidadores durante fases marcadas por sentimentos de negação e culpa.
Protocolos de mobilização precoce para o período pós-cirúrgico de reconstrução dos tendões flexores dos dedos devem incluir exercícios que estimulem a flexão ativa das articulações metacarpofalangianas ? entre 20º e 45º ? e a extensão completa das articulações interfalangianas.
Dificuldades de orientação, confusão mental, agitação psicomotora, desorganização e alucinações sensoriais são sintomas observados entre pacientes submetidos a processos de hospitalização prolongada em unidades de tratamento intensivo.
Medidas padronizadas, como as fichas de Hester e a escala de Wong e Baker, são instrumentos que podem ser utilizados para a avaliação da dor em crianças a partir dos quatro anos de idade.
Sistema de comunicação é um grupo integrado de componentes que inclui os símbolos, os recursos, as estratégias e as técnicas utilizadas pelo indivíduo para auxiliá-lo no desenvolvimento do processo comunicativo.
São recursos de comunicação alternativa utilizados para produzir mensagens: as pranchas de comunicação, o eye-gaze, os comunicadores de voz gravada e o computador.
A atividade lúdica constitui uma interface entre a criança e sua realidade, devendo ser estimulada como uma forma de representação e expressão dos conteúdos por ela vivenciados no ambiente hospitalar.
Na avaliação da capacidade funcional do paciente, deve-se considerar o impacto do ambiente hospitalar, sobretudo as diferenças entre os estímulos sensoriais e os atributos físicos do mobiliário e do espaço, os quais atuam como barreiras para o desempenho de atividades de vida diária.
São exemplos de ações de humanização e diminuição da ruptura do cotidiano do paciente hospitalizado a organização da rotina de atividades de vida diária, a criação de espaços de convivência e socialização e a promoção de atividades significativas.
Estratégias de educação do paciente idoso sobre prevenção de quedas devem ser fornecidas durante o processo de alta, uma vez que a maioria das quedas envolvendo idosos ocorre em ambientes domiciliares ou em serviços de reabilitação especializados.
Órteses para pacientes que sofreram lesões cortocontusas de espessura parcial profunda na região palmar da mão devem posicionar as articulações metacarpofalangianas em extensão de 0º e o polegar em completa abdução radial.
No atendimento ao paciente com lesões decorrentes de traumatismo ortopédico, o terapeuta ocupacional deverá preconizar intervenções preparatórias e focadas em componentes em detrimento de ações centradas na ocupação.
Deve-se priorizar o uso de estímulos sensoriais unimodais durante o tratamento de pacientes em coma ou estado vegetativo persistente que tenha decorrido de traumatismo craniencefálico.
Em casos de dificuldades motoras graves, como o de Stephen Hawking, a técnica adequada para ser utilizada na comunicação interpessoal pode ser a de varredura.
A equipe mínima necessária para implementar uma brinquedoteca deverá contar com pelo menos um terapeuta ocupacional e um pedagogo.
Comportamentos e discurso perseverantes e estereotipados, mudanças na personalidade e na conduta social, rigidez e inflexibilidade mental são sinais clínicos do transtorno de ansiedade generalizada e devem ser observados durante a avaliação do paciente em crise.
Pacientes vítimas de queimaduras e que utilizem traqueotomia devem ser orientados a posicionar o pescoço em leve extensão, a fim de prevenir contraturas e a consequente necessidade de cirurgias reconstrutivas posteriores.
Pacientes com câncer de pulmão podem apresentar restrições em seu desempenho ocupacional devido à redução da mobilidade da cintura escapular após a realização de toracotomia.
A escala de Borg, o miniexame do estado mental e a escala unidimensional são instrumentos padronizados utilizados para a avalição dos sintomas de dispneia, demência e fadiga, respectivamente.
A melhora da capacidade de resolução de problemas e o estabelecimento de novas relações da criança com os aspectos físicos, emocionais e socioculturais de seu contexto são objetivos terapêuticos a serem estimulados durante o ato de brincar.
A redução da iluminação, a diminuição de ruídos, o posicionamento adequado no leito e o estabelecimento de horários compatíveis com o ritmo circadiano do paciente são intervenções de higiene do sono realizadas pelo terapeuta ocupacional na atenção a pacientes em unidade de tratamento intensivo.