Durante a tramitação, em 2014, do Plano Nacional de Educação (2014-2024 – Lei nº 13.005/14), uma das polêmicas
suscitadas foi sobre a promoção das equidades de gênero e orientação sexual, que acabaram excluídas do texto do
projeto. Por consequência, isso influenciou a tramitação dos planos estaduais e municipais. Alguns municípios incluíram
nos Planos Municipais de Educação dispositivo vedando expressamente o que denominam “ideologia de gênero" em
qualquer política de ensino do município ou de materiais didáticos, bem com a menção a “gênero" e “orientação sexual",
ou qualquer outra forma de abordagem. Por essa razão, estão em curso no Supremo Tribunal Federal diversas Arguições
de Descumprimento de Preceito Fundamental. A respeito das inconstitucionalidades apontadas nestas ações, está correto
afirmar que