Leia a oração abaixo. “Trabalhar ali, todos os dias, com pessoas tão queridas e experiências tão benéficas, era um grande previlégio.” A oração acima apresenta um ERRO de
18 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 1 de 1.
Leia a oração abaixo. “Trabalhar ali, todos os dias, com pessoas tão queridas e experiências tão benéficas, era um grande previlégio.” A oração acima apresenta um ERRO de
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra escrita de forma INADEQUADA ao contexto no qual está inserida.
Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente grafadas, dentro do contexto.
Leia o trecho abaixo retirado do texto. “– Desafio qualquer um nesta casa a fazer o teste da rosquinha! A irmã, que tomava dois banhos por dia, o que ele classificava de exibicionismo, aceitou o desafio.” O trecho pode ser reescrito sem prejuízo gramatical ou de sentido da seguinte forma:
Leia a frase abaixo. O assento é reservado para idosos, pessoas com criança de colo, gestantes e deficientes físicos. Sobre a palavra “assento”, é correto afirmar que
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego da crase.
Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 7. Pra lá de Marrakesch (Mário Prata) Na noite anterior havia trabalhado feito um mouro. Acordei e estava um verdadeiro calor senegalês. Depois de tomar uma boa duma ducha escocesa, quase dormitar num banho turco, fazer a minha ginástica sueca, passar a minha água de colônia, vesti meu terno azul turquesa de casimira inglesa (que fora um presente de grego de uma amante argentina), cuidei do meu pastor alemão, do pequinês, do dinamarquês, do meu gato siamês e, com uma pontualidade britânica, deslizando sobre o tapete persa, sai para fazer um negócio da china. Logo voltei. Deveria ter saído com a minha refrescante bermuda, minhas sandálias havaianas e o autêntico chapéu panamá. Evitaria o calor, aquela tortura chinesa que só um bom sorvete de creme holandês refrescaria. Ou teria sido melhor o terno príncipe de Gales, para evitar uma gripe espanhola ou uma febre asiática? A polaca gostaria mais. Foi bom ter voltado. Meu periquito australiano e o meu canário belga, famintos, pediam semente de maconha colombiana. E minha galinha de angola, o resto da linguiça calabresa, resquício de um sanduíche americano com um pouco de salada russa e molho inglês, cortado com o meu afiado canivete suíço. Hambúrguer, nem pensar, que é para inglês ver. Acabei me atrasando, chupei uma mexerica (ou era uma tangerina ou, ainda, uma bergamota?). Brinquei de sombra chinesa e quase dormi. Para acordar, ligo a televisão, vejo um pouco do esporte bretão, descasco uma lima da pérsia, fico em dúvida entre o pão sírio e o pão francês, conto até dez em algarismos romanos e depois em algarismos arábicos e resolvo fazer um filé à parmegiana. Abro a janela veneziana, preparo um uísque paraguaio e ali, numa autêntica noite americana, tal e qual um tigre asiático, dou um sorriso amarelo, brinco com o porquinho da índia de porcelana inglesa e me sirvo à francesa. Depois, balanço na poltrona de cana da índia com a cuba libre. Mas, como o pato vai ser à Califórnia, com pimenta malagueta ou pimenta-do-reino, misturado com arroz marroquino (ou à grega?), preparo à milanesa e tudo bem. Vai cravo da
índia? Será que o melhor mesmo não seria um filé à cubana, para depois enfrentar uma montanha russa, arrotando couve-debruxelas? Com a chave inglesa abro a porta emperrada, levo no bolso o meu soco igualmente inglês e saio ao encontro da minha cidade, do meu Brasil paraguaio. Coisa de primeiro mundo. https://marioprata.net/cronicas/pra-la-de-marrakesch - acesso em 10/01/2017 O termo “Pra lá de Marrakesch”, que dá título ao texto, nos remete a alguém que se sente
Assinale a alternativa em que a pontuação está utilizada corretamente.
Leia a oração abaixo. “O Instituto de Pesquisas, visa a uma melhor qualidade de vida e ao bem-estar do ser humano”. Na oração acima ocorre um ERRO de
Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 7: ENTÃO, ADEUS! (Lygia Fagundes Telles) Isto aconteceu na Bahia, numa tarde em que eu visitava a mais antiga e arruinada igreja que encontrei por lá, perdida na última rua do último bairro. Aproximou-se de mim um padre velhinho, mas tão velhinho, tão velhinho que mais parecia feito de cinza, de teia, de bruma, de sopro do que de carne e osso. Aproximou-se e tocou o meu ombro: — Vejo que aprecia essas imagens antigas — sussurroume com sua voz débil. E descerrando os lábios murchos num sorriso amável: - Tenho na sacristia algumas preciosidades. Quer vê-las? Solícito e trêmulo foi-me mostrando os pequenos tesouros da sua igreja: um mural de cores remotas e tênues como as de um pobre véu esgarçado na distância; uma Nossa Senhora de mãos carunchadas e grandes olhos cheios de lágrimas; dois anjos tocheiros que teriam sido esculpidos por Aleijadinho, pois dele tinham a inconfundível marca nos traços dos rostos severos
e nobres, de narizes já carcomidos... Mostrou-me todas as raridades, tão velhas e tão gastas quanto ele próprio. Em seguida, desvanecido com o interesse que demonstrei por tudo, acompanhou-me cheio de gratidão até a porta. — Volte sempre — pediu-me. — Impossível — eu disse. — Não moro aqui, mas, em todo o caso, quem sabe um dia... — acrescentei sem nenhuma esperança. — E então, até logo! — ele murmurou descerrando os lábios num sorriso que me pareceu melancólico como o destroço de um naufrágio. Olhei-o. Sob a luz azulada do crepúsculo, aquela face branca e transparente era de tamanha fragilidade, que cheguei a me comover. Até logo?... "Então, adeus!", ele deveria ter dito. Eu ia embarcar para o Rio no dia seguinte e não tinha nenhuma ideia de voltar tão cedo à Bahia. E mesmo que voltasse, encontraria ainda de pé aquela igrejinha arruinada que achei por acaso em meio das minhas andanças? E mesmo que desse de novo com ela, encontraria vivo aquele ser tão velhinho que mais parecia um antigo morto esquecido de partir?!... Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerá-las nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: "Jamais o verei." Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte. — Até logo! - eu disse cheia de enternecimento pelo seu ingênuo otimismo. Afastei-me e de longe ainda o vi, imóvel no topo da escadaria. A brisa agitava-lhe os cabelos ralos e murchos como uma chama prestes a extinguir-se. "Então, adeus!", pensei comovida ao acenar-lhe pela última vez. "Adeus." (...) Durante o jantar ruidoso e calorento, lembrei-me de Kipling. "Sim, grande e estranho é o mundo. Mas principalmente estranho..." Meu vizinho da esquerda quis saber entre duas garfadas: — Então a senhora vai mesmo nos deixar amanhã? Olhei para a bolsa que tinha no regaço e dentro da qual já estava minha passagem de volta com a data do dia seguinte. E sorri para o velhinho lá na ponta da mesa. — Ah, não sei... Antes eu sabia, mas agora já não sei. http://www.releituras.com/lftelles_entaoadeus.asp - acesso em 11/01/2017 No trecho “Jamais o verei", o pronome oblíquo “o" está proclítico, isto é, atraído para antes do verbo. Assinale a alternativa que apresenta outro pronome proclítico atraído pela mesma razão que o termo acima.
Leia as alternativas abaixo e assinale a que apresenta correta pontuação.
Assinale a alternativa que apresenta correta pontuação.
Leia as alternativas abaixo e assinale a que apresenta ERRO de utilização de crase.
Conforme a conversa entre Lucy e Charlie Brown, é correto afirmar que
Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam grafadas corretamente.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam escritas corretamente.
Assinale a alternativa que apresenta o correto plural dos substantivos compostos abaixo.
Leia a oração abaixo. O evento era gratuito e qualquer pessoa poderia entrar. Ao passar a frase acima para o plural, temos: