A concordância empregada, na primeira oração do texto “Já faz seis meses”, ocorre em função de uma característica linguística do verbo. Essa mesma característica pode ser observada na seguinte opção:
19 questões da prova Diversas 2014, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.
A concordância empregada, na primeira oração do texto “Já faz seis meses”, ocorre em função de uma característica linguística do verbo. Essa mesma característica pode ser observada na seguinte opção:
Os dois balões de fala presentes no texto apresentam construções verbais que indicam respectivamente:
Assinale a alternativa que melhor explica a função do travessão no fragmento transcrito a seguir: “Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é um homem.” (5º §)
Sobre a progressão temática do poema de Manuel Bandeira, NÃO se pode afirmar que:
Sobre o fragmento a seguir, considerando as afirmativas abaixo, assinale a alternativa correta: “O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome” (3º §) I. Os comentários entre parênteses simbolizam o pensamento do comissário, que também ficou consternado com a morte do homem. II. Nas duas ocorrências, o “que” não serve, exatamente, aos mesmos propósitos sintáticos. III. A vírgula poderia ser suprimida, não havendo infração a nenhuma regra nem qualquer alteração de sentido. IV. Essa passagem ilustra um caso de discurso direto, caracterizado pela presença de verbo dicendi ou de elocução e da conjunção integrante.
Na frase “Verdade que uma parcela das debilidades da OMS se explica por problemas financeiros. “(4°§), a construção em destaque ilustra:
A função da linguagem predominante no texto “Corrida contra o ebola” é a:
Confrontando o primeiro verso do poema e seu título, nota-se que houve uma mudança do artigo que acompanha a palavra “bicho”. Isso se explica porque:
Ao longo do texto, com o objetivo de ratificar sua indignação diante do descaso pelo qual passou o homem que morreu de fome, o narrador usa, de forma recorrente, a seguinte estratégia discursiva:
No primeiro parágrafo da crônica, há uma espécie de resumo do fato narrado, que depois, ao longo dos demais, será ampliado, com a revelação de circunstâncias mais específicas sobre a morte do homem. Sendo assim, em linhas gerais, podemos inferir que, entre o primeiro parágrafo do texto e os demais, há uma relação que poderia ser sintetizada como:
Releia a terceira estrofe do poema de Bandeira: “O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato.” O correto comentário sobre a classificação do sujeito das formas verbais em destaque está expresso em:
Ao observar que o texto “Corrida contra o ebola” possui caráter argumentativo, pode-se afirmar que a tese, ou seja, a ideia central apresentada pelo autor, está MELHOR explicitada no seguinte fragmento:
Os fragmentos “somente no ano de 2013”(5º§) e “cidade suíça sede da OMS” (8º§) estão marcados por vírgula pois:
A partir da leitura da crônica de Fernando Sabino, é possível afirmar que:
Em um texto narrativo, as falas dos personagens podem figurar em destaque, marcadas por uma pontuação adequada, ou ser parafraseadas pelo narrador. Há também casos nos quais não é possível delimitar as falas de narrador e personagem. Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do tipo de discurso utilizado no trecho a seguir: “Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é um homem.” (5º§)
Pelo entendimento global do texto, só NÃO é possível inferir que:
A afirmação do diretor do CDC, no segundo parágrafo, em relação ao posicionamento do autor do texto cumpre um papel de:
Embora pertençam a gêneros diferentes, os textos “Corrida contra o ebola” e a “charge” podem ser relacionados pois:
Em “Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens.” (7º§), pode-se reconhecer a seguinte figura de linguagem: