Atenção: Considere o poema abaixo para responder às questões de números 11 e 12. Nós, o rio e o tempo Fico olhando, Maria, o nosso rio, o Madeira da nossa Juventude. Na enchente, em constante inquietude vencendo a cada curva um desafio. Para depois, no decorrer do estio, com a ribanceira em sua plenitude toda plantada pelo braço rude de quem espera o fruto do plantio. Mas o tempo, Maria, nos comprova que a cada instante o rio se renova e nós a cada instante envelhecemos. Por certo ele será sempre criança e o seu poente um canto de esperança na saudade daquilo que vivemos. (SILVA, Antônio Cândido da. www.acler.-com.br/?conteudo=artigosmostra&cod=318&autor=6) Apresentam significações opostas, no poema, os termos