Tício, comerciante, e Caio, agente fazendário, em concurso consciente de vontades, apossaram-se de dinheiro pertencente ao Estado, proveniente de impostos e taxas, do qual o segundo tinha a posse em razão do exercício de suas funções. Tício conhecia a procedência do dinheiro e sabia ser Caio funcionário público. No caso,