Por ser fiel a sua religião, que é a mesma da maioria das pessoas que com ele trabalham, Abílio resiste a aceitar a adesão, na associação de servidores do órgão, de empregados que possuam outras crenças religiosas, o que dificulta o acesso dessas pessoas a essa entidade. Esse comportamento de Abílio é compatível com a ética no serviço público, pois previne a ocorrência de conflitos de natureza religiosa na referida associação.