Quem ama inventa. (Mário Quintana) Quem ama inventa as coisas que ama... Talvez chegaste quando eu te sonhava. Então de súbito acendeu-se a chama! Era a brasa dormida que acordava... E era um revoo sobre a ruinaria. Tangidos por uns anjos peregrinos Cujo dom é fazer ressurreições... Um ritmo divino? Oh! Simplesmente O palpitar de nossos corações Batendo juntos e festivamente Ou sozinhos, num ritmo tristonho... Oh! Meu pobre, meu grande amor distante. Nem sabes tu o bem que faz à gente
Haver sonhado... e ter vivido o sonho! Veja sequencialmente estas palavras do poema: “coisas” (1º verso), “talvez” (2º verso), “sobre” (5º verso), e “tristonho” (11º verso). Quanto à classe de palavras, elas são: