A proporção de idosos na população brasileira vem crescendo rapidamente desde o início da década de 1960. Com o aumento da idade cronológica, ocorre uma maior prevalência de condições crônicas de saúde, o que predispõe os idosos
a um maior consumo de medicamentos. Esse grupo etário apresenta peculiaridades em relação à utilização da farmacoterapia, se comparado ao restante da população. O uso de alguns medicamentos pode originar mais riscos do que benefícios a esse grupo de pacientes, razão pela qual são conhecidos como medicamentos potencialmente inadequados (MPI) para idosos. Sobre os MPI para idosos mais utilizados no Brasil, os eventos adversos associados e as alternativas terapêuticas, é correto afirmar que