Em tese, não há diferenças de fundo entre o comportamento dos sertanejos retratados por Euclides da Cunha e a alta hierarquia católica, que, combatendo tenazmente as inclinações laicizantes da República, a ela não conseguiu adaptar-se, somente retornando ao convívio amistoso com o Estado brasileiro após a queda da ditadura de Vargas.