Os levantes armados de 1922 (Rio de Janeiro) e 1924 (São Paulo), e a própria Coluna Miguel Costa-Luís Carlos Prestes (1925-1927), em larga medida símbolos do movimento tenentista, ao receberem ponderável apoio popular, atestavam a fragilidade de um regime republicano que, malgrado ter-se afastado gradativamente da subordinação aos interesses oligárquicos, mostrou-se cada vez mais incapaz de assegurar a estabilidade política indispensável a sua manutenção.