?Quando eu passo no Saara amortalhada... Ai! dizem: ?Lá vai África embuçada No seu branco albornoz. . .? Nem vêem que o deserto é meu sudário, Que o silêncio campeia solitário Por sobre o peito meu.
(?)? No texto, extraído de Vozes d?África, de Castro Alves, encontramos a seguinte figura de linguagem: