Questão de Linguagens, Códigos e suas TecnologiasINEP — 2018ENEM

Questão da prova oficial, com gabarito conferido contra o gabarito publicado pela banca. Resolva abaixo e veja a explicação comentada.

Questão 1INEP·ENEM·2018Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Mayo
15
Que mañana no sea otro nombre de hoy

En el año 2011, miles de jóvenes, despojados de sus casas y de sus empleos, ocuparon las plazas y las calles de varias ciudades de España.
Y la indignación se difundió. La buena salud resultó más contagiosa que las pestes, y las voces de los indignados atravesaron las fronteras dibujadas en los mapas. Así resonaron en el mundo:
Nos dijeron “¡a la puta calle!”, y aquí estamos.
Apaga la tele y enciende la calle.
La llaman crisis, pero es estafa.
No falta dinero: sobran ladrones.
Los mercados gobiernan. Yo no los voté.
Ellos toman decisiones por nosotros, sin nosotros.
Se alquila esclavo económico.
Estoy buscando mis derechos. ¿Alguien los ha visto?
Si no nos dejan soñar, no los dejaremos dormir

GALEANO, E. Los hijos de los dias. Buenos Aires: Siglo Veintiuno, 2012.

Ao elencar algumas frases proferidas durante protestos na Espanha, o enunciador transcreve, de forma direta, as reivindicações dos manifestantes para

Alternativas

Ficha técnica da questão

Banca
INEP
Órgão
ENEM
Ano
2018
Disciplina
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias
Nº na prova
Tipo
Múltipla escolha

Fonte: prova oficial · Extração determinística com gabarito oficial conferido.

Análise da questão

Análise pedagógica gerada automaticamente por IA a partir do enunciado e do gabarito oficial. Não substitui a fonte oficial da banca.

O texto de Eduardo Galeano compila frases e gritos de guerra entoados por manifestantes espanhóis durante os protestos de 2011. Ao transcrever essas falas de maneira direta no discurso, o autor cede espaço para que os próprios sujeitos marginalizados expressem suas insatisfações e angústias perante a crise econômica e política.

Em termos de interpretação textual, a inclusão desses enunciados cumpre a função de legitimar o discurso das ruas, conferindo protagonismo e visibilidade à massa indignada. Portanto, a alternativa correta é a que aponta a atribuição de voz ao movimento popular, distanciando-se de propostas de diálogo institucional ou de deslegitimação da causa.

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