Mas plantar para dividir Não faço mais isso, não. Eu sou um pobre caboclo, Ganho a vida na enxada. O que eu colho é dividido
Com quem não planta nada. Se assim continuar vou deixar o meu sertão, mesmo os olhos cheios d ́água E com dor no coração Vou pro rio carregar massas Pros pedreiros em construção. Deus está ajudando: está chovendo no sertão! Mas plantar pra dividir, Não faço mais isso, não. No trecho da canção, composta na década de 1960, retrata-se a insatisfação do trabalhador rural com