João, dependente de drogas e contaminado pelo vírus HIV, é atendido pela enfermeira do ambulatório de saúde mental. Durante a consulta, revela que é enfermeiro da terapia intensiva da instituição e freqüentemente injeta metade da droga prescrita aos pacientes (opiácio) em si próprio. Considerando a situação descrita e os aspectos éticos e legais, preconiza- se que a enfermeira I. esteja comprometida com a assistência de enfermagem a João, sem discriminação de qualquer natureza, abstendo-se de revelar esses informes confidenciais a pessoas que não estejam obrigadas ao sigilo. II. assuma a assistência a João, cidadão pleno de direitos e deveres, e reflita que ele está sendo atendido como paciente e, como tal, independentemente de sua patologia, tem direito ao sigilo de suas informações e de seu diagnóstico. III. garanta a assistência a João e comunique o caso à diretoria de enfermagem, considerando que ele pode cometer danos à própria vida, à de terceiros e ao patrimônio da empresa, por integrar o quadro funcional do hospital. IV. comprometa-se com a assistência a João, mesmo sendo dilemática a situação, porém o denuncie ao Conselho Regional de Enfermagem, visando a cumprir os preceitos éticos e legais da profissão. Está correto APENAS o que se afirma em