Na reunião da Liga de Diabetes, a discussão deste mês foi sobre o caso de Paulo, de 18 anos. Ele apresenta diabetes mellitus tipo 1 e faz tratamento com o esquema insulina NPH + insulina ultra-rápida pré-prandial. Foi orientado a realizar automonitorização da glicemia antes de cada refeição e ajustar a dose da insulina ultra-rápida, conforme o valor da glicemia observado. Em consulta de retorno, os resultados dos exames e as informações de Paulo indicaram que os objetivos do tratamento foram alcançados, porém ele se queixou que está "cansado da rigidez no controle da glicemia e de tantas picadas diárias". Frente ao relato, os alunos de graduação em enfermagem sugeriram as seguintes intervenções: I. Confrontar o resultado da hemoglobina glicada com os resultados da glicemia pré-prandial a fim de certificar-se da adesão de Paulo ao controle orientado. II. Substituir a automonitorização da glicemia por testes de glicosúria antes das refeições. III. Manter a automonitorização domiciliar das glicemias como uma parte fundamental no tratamento. IV. Analisar, conjuntamente com Paulo, seu esquema de alimentação, exercícios e medicação, visando a estabelecer uma forma alternativa de automonitorização domiciliar das glicemias. Estão corretas APENAS as intervenções