Nos grandes centros urbanos observam-se diferenças significativas de temperatura entre as áreas centrais (temperaturas mais altas) e a periferia desses centros (temperaturas mais baixas). Nas regiões metropolitanas brasileiras essa diferença pode chegar até 10 °C. As temperaturas mais altas das áreas centrais formam as chamadas ilhas de calor. Este fenômeno é conseqüência da alta concentração de construções, ruas asfaltadas, população e veículos nestas áreas. Medidas que contribuem para diminuir a intensidade deste fenômeno são: I. Incentivar o uso de transporte coletivo nas áreas centrais e ampliar o índice de vegetação nestas áreas. II. Ampliar as áreas verdes na periferia e a verticalização nas áreas centrais. III. Preservar as áreas verdes na periferia e implantar aí corredores para o transporte coletivo.