Durante os anos 60, Robert MacArthur e E. O. Wilson desenvolveram a Teoria de Equilíbrio de Biogeografia de Ilhas, baseada na proximidade de ilhas do continente (patrimônio de espécies colonizadoras potenciais) e no tamanho das ilhas. Segundo esta teoria, o número de espécies numa ilha equilibra os processos regionais que controlam a imigração com os processos locais que governam a extinção. A figura a seguir mostra uma representação gráfica da Teoria de Equilíbrio de Biogeografia de ilhas. No local onde as curvas de imigração e extinção se cruzam, o número correspondente de espécies na ilha atinge um estado estacionário, em que S1 = Número estacionário de espécies de uma ilha distante e pequena. S2 = Número estacionário de espécies de uma ilha distante e grande. S3 = Número estacionário de espécies de uma ilha próxima e pequena. S4 = Número estacionário de espécies de uma ilha próxima e grande. Com base nestes pontos estacionários e sabendo-se que a competição entre as espécies, provavelmente, aumenta a probabilidade de extinção pela redução do tamanho populacional das espécies individuais, tem-se que a riqueza das espécies