Um estudante de 20 anos é atendido com história de febre alta há quatro dias, cefaleia, dor retrorbitária e mialgia intensa. Apresenta pressão arterial (deitado e de pé) 120/80 mmHg, FC = 86 bpm e hemograma com Ht 38%, 4.500 leucócitos/mm 3 (0-2-0-0-5-40-503) e 80.000 plaquetas/mm 3 . Diante da hipótese de dengue, foram prescritos sintomáticos e hidratação oral, sendo o paciente orientado a retornar ao serviço de saúde no dia seguinte. Apresenta-se, então, febril, com queixa de vômitos persistentes e com petéquias de extremidades. PA (deitado e de pé) 110/70 mmHg e FC = 96 bpm. Ht 39%, 3.200 leucócitos/mm 3 , 70.000 plaquetas/mm 3 . Das manifestações apresentadas pelo paciente, uma caracteriza sinal de alarme, exigindo atenção para o risco de a doença evoluir para dengue hemorrágico ou síndrome do choque do dengue. Esse sinal de alarme está corretamente anunciado por