Na faixa de comportamento rúptil e em condições de pressão confinante (? 2 = ?3), o fraturamento de materiais rochosos depende da tensão diferencial D ? = ?1 - ?3; por certo, a magnitude da tensão diferencial necessária para promover ruptura é diretamente proporcional à pressão confinante. Em qualquer dos casos, é possível delimitar um envelope de cisalhamento no diagrama de Mohr para separar faixas de comportamento estável ou instável; aproximações lineares do envelope de cisalhamento, como expressas pelo critério de fraturamento de Coulomb, são descritas pela equação na qual ? S é o valor da tensão crítica de cisalhamento, enquanto ? e c são elementos descritivos das propriedades mecânicas dos materiais. Por esse princípio, num estado de tensões em que (?S, ?n) satisfazem a equação, desenvolve- se uma fratura no material; os três estados representados abaixo correspondem a situações de aplicação de tensões para as quais há a) estabilidade, limite crítico e instabilidade do material: Fazem-se as seguintes afirmações: I. A pressão necessária para promover deformação plástica em rochas é inversamente proporcional à temperatura, o que se representa, num diagrama de Mohr, através da redução do diâmetro de um círculo de tensão diferencial D ? . II. Fases sucessivas de aplicação de carga levam a comprometimento da estabilidade do material rochoso apenas quando D ? aumenta e se aproxima do limite crítico, ou seja, quando o maciço acumula deformação plástica permanente. III. O diagrama de Mohr pode ser usado para representar situações em que há um estado triaxial de tensões, i.e., ?1 > ?2
?3; nesses casos, entretanto, as constantes c e ? não se alteram, pois não fazem referência alguma às tensões que se instalam no maciço. Assinale a alternativa CORRETA.