Se reconheces que algo é injusto, tenta pôr fim à injustiça o mais rápido possível: para que esperar o próximo ano? Essa frase critica um aspecto da justiça que é:
109 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 1 de 4.
Se reconheces que algo é injusto, tenta pôr fim à injustiça o mais rápido possível: para que esperar o próximo ano? Essa frase critica um aspecto da justiça que é:
“Quando se julga por indução e sem o necessário conhecimento dos fatos, às vezes chega-se a ser injusto até mesmo com os malfeitores”. Indução é um processo lógico que parte do particular para o geral, como ocorre no seguinte raciocínio:
A frase abaixo que NÃO se estrutura com base numa oposição é:
Observe o seguinte diálogo: A – Não há justiça sobre a terra. B – Por acaso, existe no céu?
Sendo esse um texto argumentativo, o segundo argumentador apela para a seguinte estratégia:
Abaixo estão cinco frases com a negativa não; todas essas frases foram reescritas, eliminando-se essa negativa, mas mantendo-se o sentido original. A frase em que houve alteração do sentido original é:
A frase abaixo em que o termo sublinhado repete ou se refere a um termo anterior é:
“Amai a justiça, / vós que julgais a terra”. Considerando que esse pensamento é composto por dois segmentos (separados por uma barra inclinada), sobre a sua estrutura, é correto afirmar que:
“As leis existem, mas quem as aplica?” Esse pensamento de Dante Alighieri critica:
“Nunca serei juiz. Neste grande vale onde a espécie humana nasce, vive, morre, se reproduz, se cansa, e depois volta a morrer, sem saber como nem por quê, distingo apenas felizardos e desventurados”. Nessa frase do escritor italiano Ugo Foscolo, a função do segundo período é:
“Causam menos dano cem delinquentes do que um mau juiz”; no caso dessa frase, o vocábulo MAU está corretamente grafado; a frase abaixo em que esse mesmo vocábulo deveria ser grafado com a forma MAL é:
O jurista romano Ulpiano formulou o seguinte pensamento: “Tais são os preceitos do direito: viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que lhe pertence”. Abaixo aparecem cinco diferentes maneiras de reescrever essa mesma frase; a reescritura que mostra uma forma inadequada é:
“Nunca serei juiz. Neste grande vale onde a espécie humana nasce, vive, morre, se reproduz, se cansa, e depois volta a morrer, sem saber como nem por quê, distingo apenas felizardos e desventurados”. Nesse pensamento, os termos “como” e “por quê” indicam, respectivamente:
“Onde, sob os olhos dos juízes, o direito é derrubado pela iniquidade e a verdade pela mentira, são derrubados os próprios juízes”.
Sobre a estrutura dessa frase, a única afirmação inadequada é:
“É natural desejar que se faça justiça”. Se transformarmos a oração reduzida “desejar” em uma oração desenvolvida, a forma adequada será:
“Alguns tiveram a forca como preço pelo próprio crime, outros, a coroa”. Essa frase confirma o seguinte ditado popular:
“Quando um homem quer matar um tigre, chama isso de esporte; quando é o tigre que quer matá-lo, chama de ferocidade. A distinção entre crime e justiça não é muito maior”. Esse pensamento de Bernard Shaw se estrutura a partir de uma:
A construção de si “alterdirigida” (5 o parágrafo) resulta no desejo de
“Quem critica a injustiça o faz não porque teme cometer ações injustas, mas porque teme sofrê-las”. No caso desse pensamento de Platão, o verbo fazer substitui toda uma oração anterior (critica a injustiça); a mesma situação ocorre na seguinte frase:
A narradora recorre à ironia na seguinte passagem:
“Sem instrução, as melhores leis tornam-se inúteis”. Esse pensamento deve ser entendido do seguinte modo:
Ao relembrar as aulas de violão, a cronista
A frase abaixo que mostra uma visão ironicamente negativa sobre a justiça é:
A frase que admite transposição para a voz passiva encontra-se em:
“Se algum dia inclinares a balança da justiça, não o faças com o peso das doações, mas com o da misericórdia”. Esse pensamento de Dom Quixote condena o seguinte traço da justiça:
Está correta a redação da seguinte frase:
“Excesso de direito, excesso de injustiça”. A forma adequada de indicar-se de modo mais explícito a relação lógica desse pensamento é:
No trecho “algo que se cinzela a todo momento para ser compartilhado, curtido, comentado e admirado” (5o parágrafo), o termo “cinzela” pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:
Se reconheces que algo é injusto, tenta pôr fim à injustiça o mais rápido possível: para que esperar o próximo ano? A relação semântico-gramatical que existe entre injusto / injustiça se repete em:
Chegara até a pensar, não digo em concertos, mas num brilhante recital de caridade em que aparecesse de vestido comprido (teria então uns doze anos) e, num belo contralto, cantasse ao violão certo tango argentino da minha preferência. Consideradas as relações de sentido estabelecidas pelo contexto, substituindo “Chegara" por “Cheguei”, os verbos sublinhados assumirão as seguintes formas:
Em que pese a suposta liberdade de escolha de cada usuário, há códigos implícitos e fórmulas bastante explícitas sobre como deveria ser essa autocriação. Mantendo as relações de sentido estabelecidas pelo contexto, o segmento sublinhado pode ser substituído por: