As massas de ar levam características de suas áreas de origem, influenciando no clima e no tempo dos lugares por onde passam. Com relação à dinâmica das massas de ar no território brasileiro, o comentário correto é:
24 questões da prova Diversas 2013, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.
As massas de ar levam características de suas áreas de origem, influenciando no clima e no tempo dos lugares por onde passam. Com relação à dinâmica das massas de ar no território brasileiro, o comentário correto é:
O aquecimento do ar atmosférico, entre outros fatores, é feito por meio da refl exão dos raios solares pela superfície. A análise do albedo é importante para mensurar esse aquecimento, que varia de superfície para superfície. A relação correta entre albedo, absorção dos raios solares, aquecimento e irradiação solar é:
“A partir da década de 1970, a reorganização espacial tomou um novo impulso, com a emergência de um novo ciclo industrial, assentado em tecnologias de ponta e intensa automação. Os ramos industriais emergentes buscavam novas localizações, distantes das tradicionais fontes de matérias-primas, das grandes metrópoles e seus problemas, das organizações sindicais e suas reivindicações”. (TERRA, L.; ARAÚJO, R. e GUIMARÃES, R.B. Geografi a – Conexões. Volume único. São Paulo: Moderna, 2013. P. 627.) Considerando os Estados Unidos, essas transformações na organização espacial estão no contexto do seguinte fator:
As massas de ar levam características de suas áreas de origem, influenciando no clima e no tempo dos lugares por onde passam. Com relação à dinâmica das massas de ar no território brasileiro, o comentário correto é:
Observe a figura abaixo: Nos primeiros séculos após o descobrimento, a ocupação do território brasileiro esteve ligada quase exclusivamente a atividades econômicas primárias. Na figura acima, as áreas identificadas com os algarismos I e II, respectivamente, estão relacionadas às seguintes atividades:
Observe a figura abaixo: Nos primeiros séculos após o descobrimento, a ocupação do território brasileiro esteve ligada quase exclusivamente a atividades econômicas primárias. Na figura acima, as áreas identificadas com os algarismos I e II, respectivamente, estão relacionadas às seguintes atividades:
Os cartógrafos sempre se deparam com um problema sem solução quando buscam mapear o planeta Terra. Não importa qual projeção será adotada, qualquer que seja a projeção ela vai apresentar algum tipo de distorção, seja ela na área mapeada, na forma do que é mapeado ou nas distâncias da superfície terrestre. As figuras a seguir mostram as variadas projeções cartográficas. A partir da análise das figuras e de suas características principais, a relação correta entre a figura, o tipo de projeção e o cartógrafo que a elaborou é:
“Região concentrada é a área onde os acréscimos de ciência e tecnologia ao território se verificam de modo contínuo. Expressão mais intensa do meio técnico-científico-informacional, essa região tem como polo as metrópoles de São Paulo e do Rio de Janeiro. Nessa região, a modernização generalizada e a intensa circulação interna e com outras regiões e países correspondem a uma marcada divisão territorial do trabalho. Sede da agricultura mais moderna do Brasil e do mais expansivo desenvolvimento industrial e financeiro, essa área concentra, também, os níveis superiores dos sistemas de saúde, educação, lazer e serviços modernos, como a publicidade, cujas demandas são garantidas pelo consumo dessa grande concentração produtiva e populacional”. (http://www.tecsi.fea.usp.br/eventos/Contecsi2004/BrasilEmFoco/port/consnac/ocupa/procurb/rconcen/index.htm (adaptado), acesso em 12/03/2013.)
O conceito de região concentrada, criado em 2001, já sofreu uma atualização, em função da dinâmica econômica e científi cotecnológica. A região concentrada atualizada está representada na seguinte figura:
Os cartógrafos sempre se deparam com um problema sem solução quando buscam mapear o planeta Terra. Não importa qual projeção será adotada, qualquer que seja a projeção ela vai apresentar algum tipo de distorção, seja ela na área mapeada, na forma do que é mapeado ou nas distâncias da superfície terrestre. As figuras a seguir mostram as variadas projeções cartográficas.
A partir da análise das figuras e de suas características principais, a relação correta entre a fi gura, o tipo de projeção e o cartógrafo que a elaborou é:
“As potências emergentes do grupo Brics discutiam nesta quarta-feira (27), no segundo e último dia de sua cúpula em Durban (África do Sul), os detalhes que permitirão tirar do papel um novo banco de desenvolvimento como alternativa ao Banco Mundial, e para fi nanciar obras de infraestrutura, segundo a agência AFP.”. Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/03/brics-discutem-detalhes-doacordo-para-criacao-de-banco.html O grupo Brics não é um bloco econômico e não é uma aliança política nem militar. Apesar de muitas diferenças, há pontos em comum e interesses convergentes entre os países. O Brics representam hoje 25% da economia e 40% da população mundial. Entre os fatores que reforçam a posição do Brics no cenário internacional, destaca-se:
“O estado do Rio de Janeiro é oficialmente dividido em oito regiões do governo, fixadas pelo governo estadual. Ainda que não tenham uma forma de governo próprio, essas regiões são importantes para o planejamento das ações governamentais, pois agrupam municípios com algumas características físicas, sociais e econômicas semelhantes.”
(SANTANA, F.T.; DUARTE, R.G. Rio de Janeiro: Estado e Metrópole - Geografia. Ensino médio. São Paulo: Editora do Brasil, 2009. p. 30) A relação correta entre os algarismos do mapa, uma caraterística física e uma econômica da região destacada está presente em:
“O estado do Rio de Janeiro é oficialmente dividido em oito regiões do governo, fixadas pelo governo estadual. Ainda que não tenham uma forma de governo próprio, essas regiões são importantes para o planejamento das ações governamentais, pois agrupam municípios com algumas características físicas, sociais e econômicas semelhantes." (SANTANA, F.T.; DUARTE, R.G. Rio de Janeiro: Estado e Metrópole – Geografia. Ensino médio. São Paulo: Editora do Brasil, 2009. p. 30) A relação correta entre os algarismos do mapa, uma caraterística física e uma econômica da região destacada está presente em:
“Região concentrada é a área onde os acréscimos de ciência e tecnologia ao território se verificam de modo contínuo. Expressão mais intensa do meio técnico–científico–informacional, essa região tem como polo as metrópoles de São Paulo e do Rio de Janeiro. Nessa região, a modernização generalizada e a intensa circulação interna e com outras regiões e países correspondem a uma marcada divisão territorial do trabalho. Sede da agricultura mais moderna do Brasil e do mais expansivo desenvolvimento industrial e financeiro, essa área concentra, também, os níveis superiores dos sistemas de saúde, educação, lazer e serviços modernos, como a publicidade, cujas demandas são garantidas pelo consumo dessa grande concentração produtiva e populacional”. (http://www.tecsi.fea.usp.br/eventos/Contecsi2004/BrasilEmFoco/port/consnac/ocupa/procurb/rconcen/index.htm (adaptado), acesso em 12/03/2013.) O conceito de região concentrada, criado em 2001, já sofreu uma atualização, em função da dinâmica econômica e científicotecnológica. A região concentrada atualizada está representada na seguinte figura:
“Hoje as duas maiores regiões metropolitanas brasileiras crescem em ritmo menor do que aquele observado até a década de 1980. São Paulo, por exemplo, cresceu quase 50% entre 1970 e 1980, mas registrou índice de crescimento demográfico de apenas 1,08% entre 2000 e 2010. O Rio de Janeiro cresceu ainda menos nessa década: 1,06% “. (TAMDJIAN, J.O e MENDES, I.L. Geografi a: Estudos para compreensão do espaço - Ensino Médio. Volume único. São Paulo: FTD, 2011. P. 143.) Entre os fatores que podem ser apontados como principais responsáveis pela desaceleração do crescimento demográfico de São Paulo e Rio de Janeiro, destaca-se a migração de indústrias para outros centros urbanos nos quais:
“A sociedade que consideramos, seja grande ou pequena, desejará sempre manter sobretudo a posse do território sobre o qual e graças ao qual ela vive. Quando essa sociedade se organiza com esse objetivo, ela se transforma em Estado.” (MORAES, Antônio Carlos Robert. Geografi a Pequena História Crítica. São Paulo: Ática, 1990. p. 76.) A análise central da obra da qual foi extraída o fragmento anterior é a relação entre o Estado e o espaço. Contribuindo consideravelmente para a formulação da geopolítica e do conceito de território, a obra em questão é da autoria de:
A origem da geografia é antiga. Desde a Antiguidade, inúmeros pensadores elaboraram estudos que tinham o enfoque geográfi co, mesmo que esses estudos permeassem, também, vários outros campos do conhecimento. Kant, Humboldt, Ritter, Ratzel, La Blache, Lacoste e Santos. São referências no desenvolvimento da ciência geográfi ca. Cada qual com sua análise, negando e/ou agregando conhecimento, contribuíram para a elaboração da Geografi a que conhecemos hoje. Destacando o posicionamento do geógrafo francês Paul Vidal de La Blache, é correto afi rmar que sua contribuição para o desenvolvimento da Geografi a está pautada:
Observe as figuras a seguir:
As duas áreas identificadas com os algarismos I e II destacam-se, respectivamente:
“É a pessoa que arregimenta trabalhadores rurais para fazendas longínquas. Suas promessas não costumam ser cumpridas, podendo gerar inclusive trabalho escravo”. A descrição acima diz respeito a um personagem importante na questão da disputa de terras no campo brasileiro, denominado:
Observe as figuras a seguir: As duas áreas identificadas com os algarismos I e II destacam–se, respectivamente:
“O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) foi criado em 1950, em meio a um contexto turbulento, após as duas guerras mundiais. No ano seguinte seria criada a Convenção das Nações Unidas sobre refugiados, segundo a qual toda pessoa perseguida no país de origem, em virtude de sua religião, sua ascendência étnica ou suas opiniões políticas, tem direito a proteção internacional.” (TERRA, L.; ARAÚJO. R. e GUIMARÃES, R.B. Conexões - Estudos de Geografi a Geral e do Brasil. Volume único. São Paulo: Moderna, 2008.p.325.) Nas útimas décadas, a questão dos refugiados chama a atenção da comunidade internacional. Uma das situações que tem atraido essa atenção é:
Atualmente, grandes barragens estão sendo planejadas no contexto do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo brasileiro, que visa a estimular o crescimento econômico do país por meio de investimento em obras de infra estrutura, como estradas e barragens. Na região amazônica, as usinas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, são exemplos desse tipo de projeto. Uma crítica dos grupos opositores a essas hidrelétricas e um ponto positivo argumentado pelos que defendem a sua construção estão citados, respectivamente, na seguinte alternativa:
”A era industrial baseou-se numa revolução energética. As tecnologias mecânicas e, mais tarde, elétricas e eletrônicas apoiaram-se essencialmente nos combustíveis fósseis. No século XIX o carvão foi o alicerce energético da indústria e dos modernos meios de transporte. No século XX, o petróleo somou-se ao carvão e acabou tornando-se a principal fonte energética.”. (MAGNOLI, D. Geografi a para o Ensino Médio. São Paulo: Atual, 2012. p. 130) O consumo energético mundial baseia-se principalmente na queima de combustíveis fósseis, em especial o petróleo, uma vez que as fontes alternativas, como a eólica, a solar e a geotérmica, prosperam em poucas partes do mundo, representando respostas de pouca expressão aos apelos de ambientalistas contrários à queima de combustíveis fósseis. Considerando-se as reservas, o consumo e a produção de petróleo no mundo, merece destaque:
POLÍTICA DO FILHO ÚNICO AFETA COMPORTAMENTO NA CHINA, DIZ ESTUDO A política do fi lho único criou, na China, uma geração de gente menos confiante, mais relutante ao risco e menos empreendedora, segundo pesquisa publicada na revista “Science”. O estudo foi feito com mais de 400 moradores de Pequim nascidos na época da introdução dessa política. “Descobrimos que as pessoas que cresceram como fi lho único são significativamente menos confiantes, menos confiáveis, mais relutantes ao risco, menos competitivas, mais pessimistas e menos escrupulosas”, explicou o pesquisador Nisvan Erkal, da Universidade de Melbourne. A China introduziu a política do fi lho único em 1979 para combater o crescimento da população. Os responsáveis pelo planejamento familiar a defenderam, já que, do contrário, em vez de 1,3 bilhão de habitantes, a segunda potência econômica mundial teria agora 1,7 bilhão de pessoas. (http://g1.globo.com/ciencia-e-saude (adaptado), acesso em 14/01/2013.) A política do filho único, somada a tradições culturais chinesas, proporcionou uma mudança demográfica no país, que está configurada:
BRASIL REIVINDICA EXTENSÃO MAIOR DA AMAZÔNIA AZUL Um território pouco explorado, rico em biodiversidade e recursos naturais. Um mundo submarino com vastas reservas de ouro, diamante, fosfatos, cobalto, entre outras riquezas repousam nesse local. É a Amazônia Azul, assim batizada pela Marinha Brasileira. São 3,5 milhões de quilômetros quadrados, aos quais o Brasil quer somar mais 960 mil quilômetros quadrados de área em águas internacionais. Para isso, o país pediu em 2004 a extensão de seus direitos sobre a Zona econômica exclusiva, de acordo com a Convenção das Nações Unidas Sobre o Direito do Mar. Do total pleiteado, 190 mil quilômetros quadrados não foram concedidos pela ONU, que alegou inconsistências no pedido brasileiro. ( www.naval.com.br (adaptado), acesso em 22/03/2013.) Apesar da negativa inicial, o Brasil realizou novos estudos para reapresentar o pleito descrito no texto e conseguir a totalidade da área de ampliação da Zona econômica exclusiva junto às Nações Unidas. O conceito de Zona econômica exclusiva relaciona-se a: