Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse de um verbo APENAS no
89 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 2 de 3.
Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse de um verbo APENAS no
Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva quanto a outra (3 o parágrafo). No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo antecedente:
Tive vontade de sair, dar uma volta pela praia, tomar um conhaque. A essa altura, entretanto, já não podia permitir a mim mesmo fraquezas dessa espécie. (7 o parágrafo) O termo sublinhado acima pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido original, por:
O verbo em negrito deve sua flexão ao termo sublinhado em:
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, considere o texto abaixo.
meu; meus títulos de propriedade são apenas esses devaneios que oscilam entre a infância e a velhice, que me levam para longe das inquietações de hoje. 5. Que rei sou eu, Braga Sem Terra, Rubem Coração de Leão de Circo, triste circo desorganizado e pobre em que o palhaço cuida do elefante e o trapezista vai pescar nas noites sem lua com a rede de proteção, e a luz das estrelas e a água da chuva atravessam o pano encardido e roto... 6. Mas me sinto subitamente sólido; há alguns metros, nestes 8 mil quilômetros de costa, onde posso plantar minha casa nos dias de aflição e de cansaço, com pedras de ar e telhas de brisa; e os coqueiros farfalham, um sabiá canta meio longe, e me afundo na rede, e posso dormir para sempre ao embalo do mar... (Adaptado de: BRAGA, Rubem. Vem uma pessoa. 1949) No segmento
De acordo com o Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa, os dêiticos são “expressões linguísticas que se referem à situação em que o enunciado é produzido, ao momento da enunciação e aos atores do discurso”. Por exemplo, “eu” designa a pessoa que fala “eu”. Expressões como “aqui”, “agora” devem ser interpretadas em função de onde e em que momento se encontra o locutor, quando diz “aqui” e “agora”. Verifica-se a ocorrência de dêitico que se refere ao momento da enunciação no seguinte trecho:
Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva quanto a outra (3 o parágrafo). No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo antecedente:
Ao citar a frase de Nero, o autor busca
Uma característica recorrente do gênero “crônica” que pode ser observada no texto é
Atenção: Para responder às questões de números 7 a 9, considere o texto abaixo. A ingaia ciência A madureza, essa terrível prenda que alguém nos dá, raptando-nos, com ela, todo sabor gratuito de oferenda sob a glacialidade de uma estela,
a madureza vê, posto que a venda interrompa a surpresa da janela, o círculo vazio, onde se estenda, e que o mundo converte numa cela.
A madureza sabe o preço exato dos amores, dos ócios, dos quebrantos, e nada pode contra sua ciência e nem contra si mesma. O agudo olfato, o agudo olhar, a mão, livre de encantos, se destroem no sonho da existência. (ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro Enigma) Leia atentamente as afirmações abaixo. I. O sentido da primeira frase do poema, que se inicia em “A madureza” (1o verso), completa-se ao final do 4o verso. II. O trecho o círculo vazio (2a estrofe) possui a mesma função sintática do trecho o mundo (2a estrofe). III. O eu lírico emprega o presente do indicativo a fim de enunciar verdades eternas, como no trecho A madureza sabe o preço exato // dos amores (3a estrofe). Está correto o que se afirma APENAS em
De acordo com o Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa, os dêiticos são “expressões linguísticas que se referem à situação em que o enunciado é produzido, ao momento da enunciação e aos atores do discurso”. Por exemplo, “eu” designa a pessoa que fala “eu”. Expressões como “aqui”, “agora” devem ser interpretadas em função de onde e em que momento se encontra o locutor, quando diz “aqui” e “agora”. Verifica-se a ocorrência de dêitico que se refere ao momento da enunciação no seguinte trecho:
Sinto nojo e medo de lagartixas domésticas, acabei odiando o pobre bicho. (1 o parágrafo) Uma redação alternativa para o trecho acima, sem prejuízo para o sentido original, está em:
“Metalinguagem” pode ser definida como linguagem sobre linguagem, discurso sobre um sistema de signos por meio desse próprio sistema. Por exemplo: a língua falando sobre si mesma (a gramática, a linguística), um poema falando sobre si mesmo, uma narrativa falando sobre si mesma, um filme falando sobre si mesmo etc. (Adaptado de: LUFT, Celso Pedro. ABC da língua culta. São Paulo: Globo, 2010)
Considerando-se a definição acima, ocorre metalinguagem no seguinte trecho:
O cronista refere-se de forma irônica a um eventual desinteresse de seus leitores no seguinte trecho:
“Metalinguagem” pode ser definida como linguagem sobre linguagem, discurso sobre um sistema de signos por meio desse próprio sistema. Por exemplo: a língua falando sobre si mesma (a gramática, a linguística), um poema falando sobre si mesmo, uma narrativa falando sobre si mesma, um filme falando sobre si mesmo etc. (Adaptado de: LUFT, Celso Pedro. ABC da língua culta. São Paulo: Globo, 2010)
Considerando-se a definição acima, ocorre metalinguagem no seguinte trecho:
O termo que qualifica o substantivo na expressão “sorte geral” (4 o parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em:
Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse de um verbo APENAS no
O termo que qualifica o substantivo na expressão “sorte geral” (4 o parágrafo) tem sentido oposto ao termo que qualifica o substantivo em:
Considerado o contexto, o termo sublinhado em Ontem, liquidei duas. (3 o parágrafo) associa-se, em termos semânticos, ao termo sublinhado em:
O cronista relata uma série de eventos ocorridos no passado. Um evento anterior a esse tempo passado está indicado pela forma verbal sublinhada em:
Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva quanto a outra (3 o parágrafo). No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo antecedente:
O verbo em negrito deve sua flexão ao termo sublinhado em:
“Prouvera a Deus que eu jamais tivesse aprendido a escrever” Com essa frase, Nero expressa
Em relação ao assunto da própria crônica, o cronista ressalta seu caráter
De acordo com o Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa, os dêiticos são “expressões linguísticas que se referem à situação em que o enunciado é produzido, ao momento da enunciação e aos atores do discurso”. Por exemplo, “eu” designa a pessoa que fala “eu”. Expressões como “aqui”, “agora” devem ser interpretadas em função de onde e em que momento se encontra o locutor, quando diz “aqui” e “agora”. Verifica-se a ocorrência de dêitico que se refere ao momento da enunciação no seguinte trecho:
Uma característica recorrente do gênero “crônica” que pode ser observada no texto é
O verbo em negrito deve sua flexão ao termo sublinhado em:
A personificação é um recurso expressivo por meio do qual se emprestam sentimentos humanos a seres inanimados, a animais, a mortos ou a ausentes. Observa-se esse recurso expressivo em: