Aponte a opção INCORRETA quanto ao uso da regência:
65 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 2 de 3.
Aponte a opção INCORRETA quanto ao uso da regência:
Aponte a opção INCORRETA quanto ao uso da regência:
Julgue os itens a seguir: ( )Estou disposto a vencer, embora esteja cansado dessa luta diária. Oração subordinada adverbial concessiva ( ) Você fará uma boa prova, desde de que se esforce. Oração subordinada adverbial conformativa ( ) Todos trabalham para que possam vencer. Oração subordinada adjetiva reduzida ( ) Gritei tanto, que fiquei sem voz. Oração subordinada substantiva completiva nominal ( ) Não venderemos o carro, nem a casa. Oração coordenada sindética aditiva A sequência CORRETA é:
Em relação aos fenômenos que constituem características irredutíveis da língua concebida como meio discursivo e social de interação verbal é CORRETO afirmar que:
Leia, atentamente, o poema abaixo e responda:
As palavras que presentes nas linhas 2 e 4 assumem a função sintática de:
Leia, atentamente, o poema abaixo e responda: A palavra garços presente na linha 7, significa:
No trecho “Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto.”, evidencia-se a lógica da
Julgue os itens a seguir: ( )Estou disposto a vencer, embora esteja cansado dessa luta diária. Oração subordinada adverbial concessiva ( ) Você fará uma boa prova, desde de que se esforce. Oração subordinada adverbial conformativa ( ) Todos trabalham para que possam vencer. Oração subordinada adjetiva reduzida ( ) Gritei tanto, que fiquei sem voz. Oração subordinada substantiva completiva nominal ( ) Não venderemos o carro, nem a casa. Oração coordenada sindética aditiva A sequência CORRETA é:
Considere o fragmento a seguir: “Quatro séculos atrás, o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe desafiou colegas ao relatar o surgimento daquilo que se achava ser uma nova estrela no céu, em 1572, que sumiu após brilhar por um ano. (...) Na época, o fenômeno ajudou Brahe...” O trecho em destaque, evidencia um processo de referenciação nominal classificado como:
Considere o fragmento a seguir: “Quatro séculos atrás, o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe desafiou colegas ao relatar o surgimento daquilo que se achava ser uma nova estrela no céu, em 1572, que sumiu após brilhar por um ano. (...) Na época, o fenômeno ajudou Brahe...” O trecho em destaque, evidencia um processo de referenciação nominal classificado como:
Leia, atentamente, o poema abaixo e responda:
A palavra garços presente na linha 7, significa:
Leia atentamente o fragmento abaixo e analise os termos em destaque: Qualquer que tivesse sido seu trabalho anterior, ele o abandonara, mudara de profissão e passara pesadamente a ensinar no curso primário: era tudo o que sabíamos dele, o professor, gordo e silencioso, de ombros contraídos.
Existe, entre os termos, uma relação
Leia atentamente o fragmento abaixo e analise os termos em destaque: Qualquer que tivesse sido seu trabalho anterior, ele o abandonara, mudara de profissão e passara pesadamente a ensinar no curso primário: era tudo o que sabíamos dele, o professor, gordo e silencioso, de ombros contraídos. Existe, entre os termos, uma relação
Considere o fragmento a seguir: “Quatro séculos atrás, o astrônomo dinamarquês Tycho Brahe desafiou colegas ao relatar o surgimento daquilo que se achava ser uma nova estrela no céu, em 1572, que sumiu após brilhar por um ano. (...) Na época, o fenômeno ajudou Brahe...” O trecho em destaque, evidencia um processo de referenciação nominal classificado como:
Analise os textos a seguir: As vírgulas presentes no primeiro quadrinho do texto 01 e na linha 02 do texto 02, justificam-se por:
A respeito das concepções de língua, linguagem e gramática, é CORRETO afirmar que:
Leia atentamente o fragmento abaixo e analise os termos em destaque: Qualquer que tivesse sido seu trabalho anterior, ele o abandonara, mudara de profissão e passara pesadamente a ensinar no curso primário: era tudo o que sabíamos dele, o professor, gordo e silencioso, de ombros contraídos. Existe, entre os termos, uma relação
Marque a opção em que o uso da crase é facultativo:
Analise os textos a seguir: As vírgulas presentes no primeiro quadrinho do texto 01 e na linha 02 do texto 02, justificam-se por:
O Modernismo brasileiro teve como marco introdutório a Semana de Arte Moderna, em 1922. É tradicionalmente divido em três gerações: geração de 1922, geração de 1930 e geração de 1945. Acerca da segunda geração, analise as asserções que se seguem. 1.Entre os escritores, no campo da prosa, destacam-se Graciliano Ramos, José Lins do Rêgo e Rachel de Queiroz. 2.Teve como marco inicial o poema Os sapos, de Manuel Bandeira. 3.O romance urbano Capitães de Areia, de Jorge Amado, é um exemplo de obra literária está inserido nessa fase. 4.A obra Morte e vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, representa o caráter regionalista do período. É CORRETO apenas o que se afirma em
Na frase “Os meus gestos são ondas de Sorrento” há qual figura de linguagem?
Marque a opção em que o uso da crase é facultativo:
A palavra destacada em “Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto.” morfologicamente é:
Aponte a opção INCORRETA quanto ao uso da regência:
Analise os textos a seguir:
As vírgulas presentes no primeiro quadrinho do texto 01 e na linha 02 do texto 02, justificam-se por:
Na frase “Os meus gestos são ondas de Sorrento” há qual figura de linguagem?
Marque a opção em que o uso da crase é facultativo:
Aponte a opção INCORRETA quanto ao uso da regência:
Dois casinhos O tema da variação linguística, especialmente quando não se trata de casos marcados — bons para preconceitos — é ocasião para interessantes reflexões. É que nela há um cruzamento de fatores de natureza diversa — gramaticais e de posição social dos falantes, pelo menos. Seja pelo cruzamento, seja pela diversidade de fatores, a questão se toma mais complexa. Vale a pena tentar esclarecê-la. Vejam o que se pôde ler no sisudo Estadão (25 nov. 1999): “Causou constrangimento entre os parlamentares as perguntas da deputada Maria Laura Carneiro à ex-namorada de Fernandinho Beira-Mar, Alda Inês, na CPI do Narcotráfico”. Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto. Talvez nem fosse percebida. Aparecendo em texto escrito, e no Estadão, um jornal de linguagem conservadora, fornece elementos para reflexões. A frase começa com o verbo, eis a questão. Esta estrutura é o fator mais importante para explicar a ausência de concordância (o sujeito é “as perguntas da deputada”). Quem escreveu este texto não escreveria “As perguntas da deputada causou constrangimento”. Mas, invertida a ordem sujeito-verbo, a relação sujeitopredicado se perde para o falante. Para efeito de concordância, importa que não haja nada antes do verbo, ou seja, é como se “causou” fosse um verbo impessoal. Que esteja na dita terceira pessoa do singular não é nem banal nem casual. Este fenômeno é, de certa forma, o avesso de outro. Ocorrem cada vez mais construções do tipo “A política dessas duas cidades são melhores do que...”, em que o verbo concorda com o nome que está mais próximo (aqui, “duas cidades") e não com seu sujeito (aqui, "a política”). Esta construção é o avesso da outra porque naquela também o verbo concorda com o que está mais próximo: não concorda com nada, já que antes dele não há nada. Alguns poderiam imaginar que assim se produz confusão de “pensamento”. Pode-se ver facilmente que não. O “pensamento” é claro, ninguém deixa de entender a frase. Há casos em que a forma (a sintaxe) não resolve tudo. Se às vezes a sintaxe não é suficiente para a clareza do que se diz, em outras ela não interfere de forma alguma na compreensão do enunciado, que parece funcionar independentemente da sintaxe. Talvez o mais importante nessas construções seja a falta de consciência de que se está cometendo um “erro”. É como se esta sintaxe fosse padrão, como se fosse correta, segundo as exigências daquele jornal. Os sociolinguistas ensinam que, quando um “erro” não é mais percebido, então não há mais um “erro”, mas uma nova norma. Comento brevemente um segundo caso, colhido em coluna do ótimo Tostão (FSP, 28 nov. 1999): “Se o Atlético-MG se iludir de que tem um excepcional time, por causa da vitória sobre o Cruzeiro, e não ter garra e humildade, dança como o Vasco". Para horror de muitos, Tostão não escreveu “tiver”. Definitivamente, cada vez mais há menos pessoas percebendo que certos verbos deveriam ter um futuro do subjuntivo irregular. O que dizer de sua abolição em penas como as de Tostão? Pode ser que seja apenas a língua mudando, sem que os falantes percebam. (POSSENTI, Sírio. Dois casinhos. In :_______portadas línguas. 2. ed. Curitiba: Criar, 2002. p. 51*53.) Em relação à linguagem que predomina no texto, é CORRETO concluir que:
Leia o texto e responda à questão. Dois casinhos O tema da variação linguística, especialmente quando não se trata de casos marcados — bons para preconceitos — é ocasião para interessantes reflexões. É que nela há um cruzamento de fatores de natureza diversa — gramaticais e de posição social dos falantes, pelo menos. Seja pelo cruzamento, seja pela diversidade de fatores, a questão se toma mais
complexa. Vale a pena tentar esclarecê-la. Vejam o que se pôde ler no sisudo Estadão (25 nov. 1999): “Causou constrangimento entre os parlamentares as perguntas da deputada Maria Laura Carneiro à ex-namorada de Fernandinho Beira-Mar, Alda Inês, na CPI do Narcotráfico”. Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto. Talvez nem fosse percebida. Aparecendo em texto escrito, e no Estadão, um jornal de linguagem conservadora, fornece elementos para reflexões. A frase começa com o verbo, eis a questão. Esta estrutura é o fator mais importante para explicar a ausência de concordância (o sujeito é “as perguntas da deputada”). Quem escreveu este texto não escreveria “As perguntas da deputada causou constrangimento”. Mas, invertida a ordem sujeito-verbo, a relação sujeitopredicado se perde para o falante. Para efeito de concordância, importa que não haja nada antes do verbo, ou seja, é como se “causou” fosse um verbo impessoal. Que esteja na dita terceira pessoa do singular não é nem banal nem casual. Este fenômeno é, de certa forma, o avesso de outro. Ocorrem cada vez mais construções do tipo “A política dessas duas cidades são melhores do que...”, em que o verbo concorda com o nome que está mais próximo (aqui, “duas cidades") e não com seu sujeito (aqui, "a política”). Esta construção é o avesso da outra porque naquela também o verbo concorda com o que está mais próximo: não concorda com nada, já que antes dele não há nada. Alguns poderiam imaginar que assim se produz confusão de “pensamento”. Pode-se ver facilmente que não. O “pensamento” é claro, ninguém deixa de entender a frase. Há casos em que a forma (a sintaxe) não resolve tudo. Se às vezes a sintaxe não é suficiente para a clareza do que se diz, em outras ela não interfere de forma alguma na compreensão do enunciado, que parece funcionar independentemente da sintaxe. Talvez o mais importante nessas construções seja a falta de consciência de que se está cometendo um “erro”. É como se esta sintaxe fosse padrão, como se fosse correta, segundo as exigências daquele jornal. Os sociolinguistas ensinam que, quando um “erro” não é mais percebido, então não há mais um “erro”, mas uma nova norma. Comento brevemente um segundo caso, colhido em coluna do ótimo Tostão (FSP, 28 nov. 1999): “Se o Atlético-MG se iludir de que tem um excepcional time, por causa da vitória sobre o Cruzeiro, e não ter garra e humildade, dança como o Vasco". Para horror de muitos, Tostão não escreveu “tiver”. Definitivamente, cada vez mais há menos pessoas percebendo que certos verbos deveriam ter um futuro do subjuntivo irregular. O que dizer de sua abolição em penas como as de Tostão? Pode ser que seja apenas a língua mudando, sem que os falantes percebam. (POSSENTI, Sírio. Dois casinhos. In :_______portadas línguas. 2. ed.Curitiba: Criar, 2002. p. 51*53.) Na perspectiva da variação linguística presente no texto, infere-se que: